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    Série N


    Finalmente, temos as séries N e E, que incluem os aparelhos mais caros e completos, como o N96 e o E71. Todos os modelos recentes de ambas as séries incluem GPS integrado, doses generosas de memória RAM, câmeras de boa resolução e uma qualidade geral de construção bastante superior aos aparelhos das outras séries. Entretanto, é nesse ponto que as similaridades terminam.

    A série N é composta por aparelhos com ênfase em jogos e multimídia, incluindo modelos como o N95 e o N96. Entre os diferenciais estão o suporte a aceleração 3D (usada por muitos jogos), telas maiores, acelerômetro e o formato dual-slide, onde, ao ser aberto de um lado, o aparelho mostra o teclado numérico e, ao ser aberto do outro, mostra as teclas de controle de mídia. O design faz com que o aparelho possa ser usado confortavelmente tanto em modo portrait quanto em modo landscape, de acordo com o que estiver fazendo no momento:


    N96, em modo mídia

    Este formato também facilita o uso de jogos, onde você gira o aparelho, usando o direcional com o polegar esquerdo e os botões das teclas de mídia com o polegar direito, em uma posição bastante confortável. Um dos motivos da preocupação é que a Nokia possui também uma plataforma de jogos, o N-Gage (www.n-gage.com), cujos jogos são desenvolvidos para tirar proveito dos controles. A maioria dos modelos da série N incluem saídas de vídeo, o que permite que os jogos sejam jogados também na TV, com o smartphone sendo usado como joystick.


    E agora virado, em modo N-Gage

    O N-Gage nasceu como um smartphone voltado para jogos, lançado em 2003, que permitia jogar em modo multiplayer via Bluetooth ou GPRS. A idéia de um aparelho dedicado acabou não dando muito certo, devido ao custo e à pouca oferta de jogos, mas a Nokia decidiu insistir, transformando o N-Gage em uma plataforma de jogos que pode ser usada em outros aparelhos. O potencial de sucesso dessa segunda investida é maior (uma vez que você pode usar o smartphone que já tem, pagando apenas pelos jogos) mas até agora a aceitação ainda tem sido relativamente pequena.

    Oficialmente, o N-Gage pode ser usado apenas em aparelhos da série N (N81, N73, N78, N82, N95, N93, N96 e N85), junto com mais alguns modelos específicos, como o 5320 XpressMusic e o 6210 Navigator. Entretanto, não é incomum ver versões alternativas, que podem ser instaladas em outros modelos.

    Continuando, os aparelhos da série N incluem também receptores de GPS (em todos os modelos recentes), telas relativamente grandes, conectores de fone de 3.5 mm e oferecem uma qualidade de áudio similar à dos modelos da série XpressMusic. Eles são ainda os mais adequados para a visualização de vídeos, devido à combinação da tela, do formato e dos speakers estéreo. O N96, por exemplo, possui até mesmo um suporte móvel, que permite que ele fique apoiado enquanto você está assistindo:

    Em outras palavras, os aparelhos da série N combinam os recursos das séries Navigator e XpressMusic, com algumas funções adicionais. As duas grandes limitações são que (com exceção do novo N97) nenhum deles possui teclado QWERTY (o que os torna pouco adequados para trocar e-mails e mensagens) e que eles são os modelos mais caros dentro da linha da Nokia, com os lançamentos chegando a superar a marca dos 2000 reais.

    Um dos modelos mais emblemáticos dentro da série N é o Nokia N95, lançado em 2007. Ele utiliza uma câmera de 5.0 MP com lentes Carl Zeiss e obturador mecânico (embora com flash LED), que é capaz, também, de capturar vídeos VGA a 30 FPS. Ele utiliza um processador ARM 11 de 332 MHz, com tela de 2.6", suporte a Wi-Fi, GPS e saída de TV (usando o mesmo conector do fone de ouvido).

    As limitações são o uso de apenas 64 MB de RAM (com 20 MB livres após o boot) e o receptor GPS, que é bem menos sensível que o dos modelos seguintes. O N95 foi um modelo que evoluiu consideravelmente com as novas versões do firmware, que introduziram suporte ao A-GPS (que reduziu consideravelmente a demora em captar o sinal do GPS), melhorias na qualidade das fotos e suporte a cartões microSD de mais de 2 GB.

    O N95 foi sucedido pelo N95 8GB, lançado em abril de 2008. A grande mudança, que deu nome ao modelo, foi a adição de 8 GB de memória Flash interna para armazenamento de arquivos, complementando os 256 MB de memória Flash já presentes.

    Os 8 GB nada mais são do que um chip de memória interno, ligado diretamente nas trilhas que seriam usadas pelo slot do cartão microSD. Este design acabou fazendo com que a memória interna se tornasse uma faca de dois gumes, já que, por um lado você tem 8 GB de espaço, mas, por outro, não tem como expandí-los devido à falta do slot para o cartão.

    O problema é acentuado pela baixa taxa de transferência do modo usb-storage (ou seja, ao transferir arquivos através da porta USB), que fica em torno de 700 KB/s, tanto para escrita quanto para leitura. Em outros aparelhos, você pode burlar a baixa taxa de transferência removendo o cartão e usando um leitor externo, mas no caso do N95 8GB isso não é possível.

    Excluindo esse problema da memória interna, o N95 8GB é na verdade um belo aparelho, que trouxe um conjunto de pequenas melhorias em relação ao N95 original. A memória RAM foi expandida para 128 MB, resolvendo os problemas de falta de memória; a sensibilidade do GPS melhorou (acompanhado pela adoção do Nokia Maps 2.0 como software de navegação); a tela ficou um pouco maior, indo para 2.8"; e ele incorporou uma bateria de maior capacidade (com 1200 mAh), sem falar no transmissor Wi-Fi, que continuou presente.

    Os três problemas são o tamanho (99 x 53 mm, com 21 mm de espessura), o peso (128 gramas) e, principalmente, o custo: o N95 8GB foi durante algum tempo o aparelho mais caro disponível no Brasil, custando nada menos do que R$ 2.320, desbloqueado. Outra pequena desvantagem é que o protetor da lente (presente no N95 original) foi removido no N95 8GB, de forma a compensar o aumento de volume causado pela bateria.


    N95 8GB e o N95 original. A tela maior faz com que o N95 8GB pareça maior,
    mas na verdade os dois são praticamente do mesmo tamanho

    O N95 existiu em duas versões, o N95-1 (que suporta a faixa de freqüência dos 2100 MHz para o 3G) e o N95-3 (que suporta as freqüências de 850/1900 MHz e ganhou um upgrade de memória, indo para 128 MB). Nenhuma das duas suporta ambas as faixas de freqüências 3G usadas no Brasil (850 e 2100 MHz), por isso é preciso tomar cuidado ao comprar. Veja o tópico sobre freqüências de operação do UMTS no capítulo 5.

    O N95 8GB foi o carro-chefe da Nokia durante um bom tempo, até ser substituído pelo N96, uma evolução do modelo anterior, que mantém as mesmas características básicas (incluindo a tela QVGA, que no final de 2008 já começa a parecer antiquada), mas inclui algumas melhorias importantes.

    As mais óbvias são a pequena redução no tamanho, a expansão da memória interna (que passou a ser de 16 GB) e a adição de um leitor de cartões, que permite complementar a memória interna com um cartão microSD, pondo fim a uma das grandes ressalvas em relação ao N95 8GB.

    Uma das vantagens do N96 sobre o N95 é a melhor autonomia da bateria ao assistir vídeos. A mudança reside não na bateria propriamente dita, nem no software, mas no fato do N96 ser baseado no chip Nomadik STn8815A12 (em vez do TI OMAP 2420 usado no N95 8 GB), que é capaz de fazer a decodificação de diversos formatos de vídeo via hardware, o que, naturalmente, consome menos energia.

    Por outro lado, o novo processador não oferece suporte a aceleração 3D (que embora não seja usada em muitos jogos, faz falta em títulos como o Global Race) e opera a apenas 264 MHz (contra os 332 MHz do OMAP 2420), o que faz com que o N96 seja mais lento que o antecessor em diversas tarefas. O N96 possui também um receptor de TV digital, mas a menos que você pretenda passar as férias na Finlândia, ele não terá nenhuma serventia, já que não suporta o padrão adotado no Brasil.

    A câmera continua utilizando o mesmo sensor de 5.0 MP do N95 8GB, com algumas otimizações adicionais no software de processamento e um flash dual-LED, um pouco mais próximo do flash de xenônio usado em modelos como o N82.

    O N96 inclui também um controlador USB dedicado, que permite acessar os arquivos da memória interna ou do cartão na velocidade máxima permitida pelos chips de memória flash (cerca de 6 MB/s no caso da memória interna) em vez do lentíssimo driver de leitura via software usado em todos os aparelhos anteriores, que limitava as taxas de leitura e gravação a pouco mais de 700 KB/s. Ele incluiu ainda diversas melhorias incrementais na parte de software, devido à migração do S60 3ed. FP1 para o S60 3ed. FP2. Outros recursos, como o suporte a 3G, Wi-Fi, GPS e saída de TV continuam inalterados.

    Com relação à memória, ele utiliza os mesmos 128 MB de RAM e 256 MB de Flash que o N95 8GB. Com o aumento no tamanho da imagem do sistema, apenas 85 MB da memória interna ficam livres, mas isso não é um grande problema já que você pode simplesmente instalar os aplicativos maiores na unidade de 16 GB. Se preferir deixar a unidade interna livre para o modo de transferência de dados, pode instalar os aplicativos em um cartão microSD, tirando proveito da possibilidade de usá-lo como uma segunda unidade de armazenamento.

    Uma dica é que você pode substituir a bateria original do N96 (uma BL-5F, de 950 mAh) pela BL-6F de 1200 mAh (usada no N95 8GB), que é apenas um pouco mais espessa. A tampa da bateria fica um pouco mais justa e difícil de fechar, mas fecha.

    Dentro dos códigos usados pela Nokia, a segunda letra indica a largura da bateria, o número indica a espessura e a última letra indica o comprimento (o primeiro "B" vem de "battery" e por isso é usado em todas). Com isso, uma BL-4C tem a mesma largura e espessura de uma BL-4B, porém é um pouco mais longa, enquanto a BL-5C é do mesmo tamanho que a BL-4C, mas com 1 mm a mais de espessura. Com isso, existem vários casos em que as baterias podem ser substituídas pelas de outros modelos, seja diretamente ou com algum tipo de adaptação (como a troca da tampa, por exemplo).

    Concluindo, apesar de ter trazido algumas melhorias em relação ao N95 e ao N95 8GB, o N96 não foi muito bem recebido, pois, para a maioria, as melhorias não justificaram o preço. Quem tem um N95 não tem muitos motivos para trocá-lo por um N96 e quem comprou um novo aparelho no final de 2008 também não tinha muitos motivos para comprar um N96, pois podia comprar um N95 pagando muito menos. A falta de aceleração 3D e a bateria de menor capacidade, também contribuíram para a polêmica, já que dão a impressão de que o N96 regrediu.

    De volta aos modelos, temos em seguida os membros da série 8x, composta por aparelhos um pouco mais baratos, mas ainda com funções muito similares.

    O N85 é uma espécie de irmão mais novo do N96 que, sob diversos aspectos, pode ser considerado um sucessor direto do N95. Ele mantém os mesmos recursos básicos do N95 original, incluindo o sistema dual-slide, uma câmera de 5.0 MP com lentes Carl Zeiss e flash dual-LED, tela QVGA de 2.6", processador ARM 11 de 369 MHz, 3G, Wi-Fi, GPS, saída de TV e conector de áudio de 3.5 mm, mas oferece a vantagem de ser quase 25% menor (103 x 50 x 16mm). Se comparado ao N96, a principal vantagem é o custo.

    Uma das novidades é o uso de uma tela OLED, no lugar do tradicional LCD. Embora a diferença esteja longe de ser gritante, ela oferece cores um pouco mais vivas e a redução no consumo ajuda na autonomia das baterias. Ele inclui ainda um transmissor FM, que permite usar rádios e aparelhos de som antigos como caixas de som (você precisa apenas sintonizar a freqüência do transmissor, como sintonizaria uma rádio FM):



    Nokia N85 e a interface do transmissor FM

    Outra mudança em relação ao N95 8GB é que o uso do chip de memória interna não atualizável foi abandonado em favor de um cartão microSD de 8 GB incluído no pacote, o que devolve a possibilidade de substituir o cartão por outros de maior capacidade no futuro. Diferente de outros modelos, ele é carregado através da porta micro-USB, em vez de utilizar o tradicional conector de 2 mm.

    No geral, ele é um modelo bem equilibrado, que oferece um custo-benefício bem superior ao do N96, uma vez que inclui 98% das funções e é consideravelmente mais barato. Se você morasse na Finlândia, talvez o sintonizador de TV digital do N96 pesasse na escolha, mas, para quem mora no Brasil, ele deixa de fazer diferença, fazendo com que o N85 se sobressaia.

    Em seguida, temos o Nokia N82, que usa o formato barra tradicional, com uma tela de 2.4" e os típicos 128 MB de RAM e 256 MB de Flash (100 MB livres), complementados pelo cartão microSD. Assim como os outros modelos, ele inclui suporte a 3G, conector de áudio de 3.5 mm, transmissor Wi-Fi e receptor GPS (com uma licença de navegação de 3 meses para o Nokia Maps).

    Ele não é exatamente um aparelho bonito, nem é particularmente leve ou compacto, mas oferece como atrativo o fato de manter quase todos os recursos encontrados no N95, por um preço muito mais baixo. Apesar de não parecer à primeira vista, o N82 é um aparelho bastante robusto, o que faz com que ele seja uma boa opção para os descuidados.


    Nokia N82

    Outro ponto positivo é a câmera. O N82 usa o mesmo sensor CMOS de 5.0 MP com lentes Carl Zeiss encontrado no N95 8GB, mas inclui como diferencial um flash de xenônio, que resulta em fotos bem convincentes em ambientes com pouca luz.

    Isso faz com que, sob diversos pontos de vista, ele seja superior até mesmo ao N96 em matéria de fotografia (o único inconveniente é que, diferente do flash LED no N96, ele não serve como luz de iluminação para os vídeos). Essa combinação de fatores o torna um bom exemplo de aparelho já relativamente antigo (e barato) que ainda é competitivo em termos de recursos.

    Finalmente, temos o N78, desenvolvido para ser uma opção de baixo custo dentro da série N. Ele é também o modelo mais leve dentro da série, medindo 113 x 49 mm, com 15 mm de espessura e pesando apenas 102 gramas (apenas 13 gramas a mais que o 6120c, que é o peso leve da linha).

    Assim como o N82, ele utiliza uma tela QVGA de 2.4", mas a câmera é mais simples, com um CCD de 3.2 MP e flash single-LED (similar ao do N95). Apesar da resolução mais baixa, a câmera conserva uma boa qualidade de imagem, graças em parte às lentes Carl Zeiss e à boa qualidade do sensor. As fotos são bem superiores às do E71 e do HTC TyTN II, por exemplo, que também utilizam câmeras de 3.2 MP. Os outros recursos são similares, incluindo o suporte a 3G, GPS e Wi-Fi.

    Assim como o N96 e o N85, ele já é baseado no S60 3ed. FP2, o que representa diversas pequenas melhorias na parte de software em relação ao N82 e o N95. Uma possível desvantagem é o layout estranho do keypad, que é ainda mais apertado que o do N82:


    Nokia N78

    Outro aparelho que merece uma menção honrosa é o N73, um modelo barato que se tornou bastante comum. Ele é, na verdade, um modelo antigo, contemporâneo do E61 e do E62, que foi lançado em agosto de 2006.

    Ele oferece um bom volume de recursos para um aparelho com essa idade, incluindo uma câmera de 3.2 MP com lentes Carl Zeiss e flash LED (apenas um pouco inferior à do N78), suporte a 3G (embora ele suporte apenas a faixa dos 2100 MHz) e o conjunto básico de recursos de mídia, incluindo player de áudio, sintonizador de rádio FM, etc.

    A grande limitação é que ele ainda utiliza o release inicial do S60 3ed., uma versão bastante antiga do sistema, que é mais lenta e limitada que o S60 3ed. FP1 usado nos modelos mais atuais. A questão da lentidão é agravada pelo uso de apenas 64 MB de memória RAM (apenas 20 MB livres) e pelo fato de ele ser baseado no antigo TI OMAP1710, de 220 MHz. Outro problema é que ele ainda utiliza o conector pop-port (o mesmo do E61) para o fone, em vez de um conector de 2.5 ou 3.5 mm, de forma que você vai precisar de um adaptador para usar qualquer outro fone que não seja o que acompanha o aparelho.


    O veterano N73

    Em resumo, o N73 foi um bom aparelho para a época em que foi lançado, mas não está no mesmo nível dos aparelhos da safra atual. Se você procura um modelo de baixo custo, o 6120c ou o E51 seriam melhores escolhas, pois apesar de utilizarem câmeras inferiores, eles são bem mais atualizados nos demais quesitos.

    De volta aos aparelhos high-end, temos o Nokia N97, que deve chegar ao mercado no segundo semestre de 2009. Embora faça parte da série N, ele inclui um teclado QWERTY (recurso que até então era exclusividade dos modelos da série E), implementado através de um sistema deslizante, muito similar ao usado nos aparelhos da HTC:

    A principal característica do N97 é o fato de ele ser baseado no S60 5ed. (assim como o Xpress Music 5800), incluindo a mesma tela de 640x360 (mas agora um pouco maior, com 3.5" em vez de 3.2"), com touchscreen. A maior resolução da tela faz com que ele seja bem mais confortável para navegar na web e visualizar documentos, além de permitir assistir vídeos em formato wide, com uma qualidade muito melhor que em uma tela QVGA.

    O N97 tem também ênfase em jogos e, assim como os demais aparelhos da série N, é compatível com o N-Gage. Uma boa amostra disso é a decisão de colocar o direcional no canto esquerdo do teclado, sacrificando espaço que poderia ser usado para aumentar o tamanho das teclas. Ele inclui 32 GB de memória Flash para armazenamento (que diferente do N95 8GB podem ser complementadas por um cartão microSD), Wi-Fi, GPS e câmera de 5.0 MP com lentes Carl Zeiss, o que dá uma boa amostra dos recursos que serão encontrados na próxima safra de aparelhos.

    Ele está longe de ser perfeito, já que é grande (117.2 x 55.3 x 18.25 mm), pesado (150 gramas) e caro, com grande parte do custo relacionado aos 32 GB de memória interna, que nem todos vão usar. Apesar disso, ele é um lançamento bastante significativo dentro da linha da Nokia, por ser o primeiro de uma nova classe de smartphones baseados no S60, com telas maiores, teclado e touchscreen.

    É de se esperar que com telas maiores, conexões 3G e navegadores com mais recursos, os smartphones passem a roubar o espaço que hoje é dos netbooks, oferecendo uma opção portátil para acesso à web e tarefas rápidas. Eles devem acentuar o movimentos dos "sem-PC", as pessoas que, muitas vezes para economizar, trocam o PC e o ADSL por um smartphone com um plano de dados, que passam a usar para todas as tarefas.



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    Autor: Carlos E. Morimoto
    Páginas: 432
    Formato: 23 x 16 cm
    Editora: GDH Press e Sul Editores
    ISBN: 978-85-99593-14-1

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    Descrição:

    Quando falamos em "smartphone", o primeiro modelo que vem à mente é o iPhone, mas ele é na verdade apenas mais um em uma briga que envolve aparelhos baseados em diversas outras plataformas, incluindo o Symbian, o Windows Mobile, o BlackBerry e o Android. Com tantas plataformas, fabricantes, modelos e serviços diferentes, é complicado fazer a escolha certa. Este livro é um guia para entender as opções, as tecnologias usadas e as variações de recursos entre os diferentes modelos. Ele mostra como obter o máximo mesmo de modelos relativamente simples e baratos, permitindo que você tire o melhor proveito da tecnologia, sem precisar gastar muito.



     



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