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    Via/Cyrix


    M1 - Esta arquitetura foi usada nos processadores Cyrix 6x86 e 6x86MX, que fizeram algum sucesso a alguns anos atrás. O desempenho era inferior ao MMX da Intel e ao K6 da AMD, mas o preço era mais baixo.

    MII - Esta foi uma continuação da primeira família, mantendo a mesma arquitetura, mas usando agora uma arquitetura de 0.25 mícron, que permitiu atingir frequências mais altas. Este core foi usado no 6x86MII, um processador que fez pouco sucesso.

    Joshua - Este foi provavelmente o projeto de processador mais conturbado da história. No começo, o projeto chamava-se Jedi, até que a Lucas Film advertiu a Cyrix sobre o fato do nome ser uma marca registrada. Resolveram então mudar o nome do chip para Gobi, que logo depois foi novamente mudado para Cayenne. A indecisão durou até que a Via comprou a Cyrix, foi quando o projeto ganhou seu nome definitivo, Joshua. Apesar da história conturbada, o Joshua não passou de um mero coadjuvante, pois nem chegou a ser lançado.

    Samuel 1 - O Joshua tinha 64 KB de cache L1 e 256 KB de cache L2, ambos operando na mesma freqüência do processador. O problema era que esta combinação resultou num processador caro de se produzir, que não podia concorrer com o Celeron e Duron, que além de serem mais rápidos, seriam mais baratos. O Samuel 1 foi a primeira tentativa da Cyrix de produzir um processador mais barato, vinha com 128 KB de cache L1, mas 0 de cache L2, era mais barato mas era ainda mais lento que o Joshua... mais um que voltou para a prancheta.

    Samuel 2 - Este chegou a ser lançado com o nome de “Cyrix III”, apesar de novamente ter feito pouco sucesso. Tem 128 KB de cache L1 e 64 KB de cache L2. Custava mais que um Duron, porém era um pouco mais barato que um Celeron, existiu em versão única de 700 MHz. Mantendo a tradição da confusão de nomes, este projeto também foi chamado de Jalapeno e Mojave durante os estágios iniciais. No início de 2001 a Cyrix mudou o nome comercial do processador para C3, manteve a técnica de produção de 0.15 mícron e o relançou em versões de 650 a 800 MHz. O processador continua tendo um desempenho inferior tanto ao Duron quanto ao Celeron, mas traz a vantagem de consumir menos eletricidade e custar mais barato.

    Erza – Esta é uma versão aperfeiçoada do Samuel 2, produzida numa arquitetura híbrida de 0.13 e 0.15 mícron, que consome ainda menos eletricidade que o anterior. A versão inicial opera a 800 MHz e a Cyrix pretende lançar novas versões de até 1.0 Ghz até o final de 2001. O Erza também é chamado de C5C, apesar de também ser vendido como C3.

    Erza-T (C5M) – O T vem de Tualatin. Esta será uma versão do Erza adaptada para utilizar o mesmo barramento do Celeron Tualatin, mas todas as outras características do chip foram mantidas.

    Erza-T (C5N) – Esta terceira versão do Erza continua sendo produzida na técnica híbrida de 0.13 e 0.15 mícron, mas passa a utilizar filamentos de cobre, como no Athlon. O uso do cobre diminui um pouco mais o consumo elétrico do processador e permite que atinja frequências de operação mais altas. A Via pretende chegar aos 1.2 GHz com esta arquitetura.

    C5X – Será o sucessor do Erza, produzido numa arquitetura de 0.13 mícron e com um processador aritmético melhorado. A versão inicial será lançada na segunda metade de 2002 e operará a 1.1 GHz, com a promessa de uma versão de 1.3 Ghz até o final do ano. O C5X usará uma arquitetura diferente da do Erza, com mais unidades de execução (mais desempenho) mas ao mesmo tempo mais estágios de pipeline, um total de 16, contra os 12 do Erza. Outra novidade será a inclusão de um cache L2 de 256 KB (o Erza tem apenas 64 KB)

    C5XL – Será uma versão simplificada do C5XC, que trará apenas metade das unidades de execução e apenas 64 KB de cache L2 (apesar de mais eficiente que o do C5X, segundo a Cyrix). Este processador será bem mais barato e será capaz de operar a frequências mais altas, até 1.5 GHz segundo a Cyrix. Em compensação o desempenho não será dos melhores.

    C5YL – Será uma versão ainda mais simplificada do C5X, provavelmente sem o cache L2. Este processador provavelmente será destinado a micros de mão e outros dispositivos portáteis, já que o desempenho será muito fraco para ser usado em PCs.

    CZA – Este será um chip compatível com as placas mãe para Pentium 4, que será produzido numa técnica de produção de 0.10 mícron. Este processador terá mais estágios de pipeline, seguindo a idéia do Pentium 4 de realizar menos processamento por ciclo de clock, mas em compensação ser capaz de operar a frequências mais altas. Graças a isto o CZA será produzido em versões apartir de 3.0 GHz, mas apenas em 2004.


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