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Slackware no Desktop: dicas de aplicativos

Publicado em 12/03/2009 – 16:16
por Carlos Morimoto

Em posts anteriores, falei sobre a instalação, o gerenciamento de pacotes e a configuração do Slackware. Vamos a algumas dicas sobre os aplicativos do KDE e a instalação de plugins, seguindo agora uma abordagem mais leve, voltada para as tarefas a executar:

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Como sempre, o mais básico é a navegação web. Versões antigas do Slackware utilizavam o antiquíssimo Netscape como suíte de navegação, mas nas atuais encontramos o Firefox, que dispensa apresentações. O Slackware não vem com o suporte a flash pré-instalado, o que dispara o libnullplugin, que é plugin padrão do firefox, responsável por instalar os plugins automaticamente:

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Ele não funciona corretamente no Slackware, reclamando que o plugin não foi encontrado, mas ao basta clicar no botão de instalação manual para que ele o encaminhe ao site da Adobe, onde você pode baixar o arquivo manualmente. Faça download da versão .tar.gz do arquivo e copie o arquivo "libflashplayer.so" para dentro da pasta ".mozilla/plugins" dentro do diretório home. Essa pasta não existe por padrão no Slackware, mas basta criá-la:

$ mkdir ~/.mozilla/plugins

Da primeira vez que abrir o Firefox, você vai perceber que o estilo da janela é realmente feio, um problema que se estende a todos os outros aplicativos baseados na biblioteca GTK2. Felizmente, a solução é simples, basta ativar o gerenciador de temas do XFCE. Ele se encarrega de ajustar o tema usado pelos aplicativos GTK2:

$ xfce-mcs-manager

A partir daí, você pode ajustar as fontes e o tema visual utilizando o comando "xfce-setting-show" (que também é chamado usando seu login de usuário, não o root), na opção "User Interface".

Para que ele seja executado automaticamente na abertura do KDE, crie um link para aplicativo apontando para o comando "xfce-mcs-manager" (você pode criar novos links clicando com o botão direito sobre o desktop e usando a opção "Criar novo > Link para aplicativo") e copie o atalho para dentro da pasta ".kde/Autostart" dentro do diretório home.

Se você tem o hábito de sempre deixar um terminal aberto, outra opção é adicionar o comando ao arquivo .bashrc (também dentro do home), que é executado sempre que um terminal é aberto:

$ echo "xfce-mcs-manager" >> ~/.bashrc

Além do Firefox, estão disponíveis mais dois navegadores: o SeaMonkey e o Konqueror. O SeaMonkey (pronuncia-se "si-monquei") é uma versão atualizada do "Mozillão", que inclui o cliente de e-mails, livro de endereços e o editor HTML herdados do Netscape. Não é muito recomendável utilizá-lo hoje em dia, já que como navegador ele está bastante defasado em relação às versões recentes do Firefox, mas ele pode ser uma opção ara máquinas antigas, já que é um pouco mais leve.

O Konqueror, por sua vez, é o navegador padrão do KDE 3, que faz também o papel de gerenciador de arquivos. O Konqueror oferece todos os recursos básicos de navegação, incluindo o suporte a tabs, suporte a plugins e (por ser integrado aos componentes do KDE) oferece um consumo de memória relativamente baixo ao navegar.

Você não precisa se preocupar em instalar os plugins separadamente para o Konqueror, pois ele é capaz de utilizar os plugins do firefox automaticamente. Para que isso funcione, acesse as "Configurações > Configurar Konqueror > Plugins" e marque a opção "Procurar por novos plugins durante a inicialização do KDE":

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Como gerenciador de arquivos, o Konqueror também oferece muitos recursos. Se você tem um monte de imagens dentro de uma pasta e quer fazer um álbum de fotos, por exemplo, use o "Ferramentas > Criar Álbum de Imagens". Clicando com o botão direito sobre um arquivo e indo em "Ações", você abre um menu de contexto com opções relacionadas ao tipo de arquivo, permitindo compactar arquivos, converter imagens para outros formatos e assim por diante. Você pode também dividir a janela em duas (muito útil ao copiar arquivos de uma pasta para a outra) usando o "Janela > Separar visão" e abrir um terminal para executar comandos de texto dentro da pasta atual usando o "Ferramentas > Abrir Terminal".

Uma curiosidade é que o KHTML (a engine de renderização do Konqueror) deu origem ao WebKit, o framework que é usado como base para o desenvolvimento do Safari (o navegador do MacOS X, usado também no iPhone) e do Google Chrome, sem falar do S60 Browser, que é o navegador usado nos navegadores da Nokia. Ou seja, embora à primeira vista pareça apenas um navegador alternativo, o Konqueror é na verdade o pai de diversos projetos importantes. No KDE 4, ele perdeu o cargo de gerenciador de arquivos default para o Dolphin, mas apesar disso ele continua disponível como opção.

Como cliente de IM, você pode escolher entre o Kopete (que é o cliente nativo do KDE) ou o Pidgin, que é a opção mais popular atualmente. Ambos suportam o MSN e o Google Talk/Jabber (entre diversos outros protocolos) e são capazes de se conectar a várias redes simultaneamente.

Apesar de ser baseado na biblioteca GTK2, o Pidgin roda com um bom desempenho sobre o KDE, de forma que a escolha recai sobre as suas preferências. Regularmente (uma vez a cada um ou dois anos) a Microsoft realiza modificações no protocolo ou nos certificados dos servidores do MSN, que fazem com que tanto o Kopete quanto o Pidgin deixem de conectar. A solução nesses casos é atualizar para a versão mais recente, que via de regra traz suporte às modificações, restaurando a conectividade.

No caso do Pidgin, existe também a opção de usar o MSN-Pecan, um fork do plugin que dá suporte à rede, que pode ser usado como uma solução emergencial para casos em que a atualização oficial demora para sair. Ele é um pacote adicional, que pode ser baixado no http://code.google.com/p/msn-pecan/. No caso do Slackware, ele pode ser instalado através do slackbuilds.

O Slackware não inclui o Skype, mas você pode instalá-lo baixando manualmente o pacote disponível no www.skype.com. A dica é sempre baixar o pacote "Static" (em vez do Dynamic), já que ele inclui todas as bibliotecas necessárias, evitando erros por falta de bibliotecas.

Ele é um pacote compactado simples, que inclui o executável do programa junto com outros componentes. Você pode simplesmente descompactá-lo em uma pasta dentro do diretório home e usar o comando "./skype" dentro da pasta quando quiser abrí-lo.

Se quiser fazer uma instalação em nível de sistema, você pode instalá-lo na pasta "/opt" (que é destinada justamente a instalar programas diversos). Basta copiar o arquivo para ela e descompactá-lo, como em:

# cp skype_static-2.0.0.72.tar.bz2 /opt
# cp /opt
# tar -jxvf skype_static-2.0.0.72.tar.bz2

Para finalizar, crie o link "/usr/bin/skype" apontando para o executável dentro da pasta, para que você possa chamá-lo diretamente pelo terminal, sem precisar digitar o caminho completo:

# ln -s /opt/skype_static-2.0.0.72/skype /usr/bin/skype

O Skype vem perdendo espaço para serviços baseados no protocolo SIP, como o Vono e o Talky. Você pode usá-los no Linux através do Ekiga, um cliente de VoIP bastante capaz, que é capaz de se conectar a diversas redes, fazendo e recebendo ligações. Diferente da maioria das outras distribuições atuais, o Slackware não o inclui por padrão, mas é possível instalá-lo através do http://slackbuilds.org.

Embora os webmails sejam cada vez mais populares, o Slackware inclui o Thunderbird, o cliente de e-mails primo do Firefox. O principal recurso do Thunderbird é um filtro anti-spam adaptável, que uma vez ativado, aprende a classificar as mensagens de acordo com os seus critérios. Nos primeiros dias, você vai marcando manualmente as mensagens que são spam e as que não são e logo ele aprende a eliminar os spams sozinho.

Na parte gráfica, temos o Gimp e o Kolourpaint. O Gimp é um editor de imagens, no estilo do Photoshop, que permite tratar fotos e aplicar efeitos. Ele é muito avançado, com uma quantidade impressionante de opções e efeitos e por isso também é um pouco difícil de usar, enquanto o Kolourpaint é um editor de imagem simples, no estilo do Paint, que permite fazer desenhos e retoques rápidos.

Eles são complementados pelo Krita (um programa de desenho vetorial bastante capaz), o GQview (um visualizador de imagens que permite realizar ajustes rápidos) e o Ksnapshot, um aplicativo bastante flexível para tirar screenshots da tela, que permite especificar tempos de espera (permitindo que você chegue aos menus mais escondidos), capturar apenas a janela do aplicativo em foco e salvar os screenshots diretamente em vários formatos.

Você pode criar um atalho de teclado no Painel de Controle do KDE, de forma que ele seja executado ao pressionar a tecla print screen. Além de tirar screenshots da tela inteira, ele permite também tirar screenshots de janelas. Para isso, basta marcar a opção "Janela sob o cursor". Você pode estabelecer também um tempo de espera (5 segundos, por exemplo), dando tempo de chegar até algum menu ou opção.

O Slackware 12.2 usa o gXine como player de vídeos padrão. Ele é um player meio sem sal, que não possui nenhuma característica em especial, mas que faz o trabalho, lidando com arquivos de formatos comuns.

Para assistir DVDs, você vai precisar do pacote libdvdcss. Ele não é incluído no Slackware por padrão, mas você pode encontrá-lo pesquisando por "libdvdcss" no http://www.linuxpackages.net.

Outro passo importante é ativar o DMA para o drive, usando o comando "hdparm -d1 drive", como em:

# hdparm -d1 /dev/hda

Em máquinas antigas, o "/dev/hda" é geralmente o dispositivo do HD, mas nas atuais (que utilizam HDs SATA), a primeira porta IDE é usada pelo drive óptico, daí ele herdar a localização. Aproveite também para adicionar o comando no final do arquivo "/etc/rc.d/rc.local" para que ele seja executado durante o boot.

Para audio, a melhor opção dentro do KDE é o Amarok, que trabalha com um conceito de organização de arquivos diferente do usado em programas mais antigos. Ao invés de simplesmente colocar alguns arquivos ou pastas em uma playlist, você cria uma "coleção" contendo todas as suas músicas.

Ele permite organizar e classificar suas músicas de diversas formas, oferece opções para buscar letras de músicas e capas de CDs, suporte a iPods e outros players de áudio, entre muitos outros recursos. Ele pode parecer um pouco complexo demais à primeira vista, mas depois de usá-lo por alguns dias você começa a perceber porque ele tem tantos fans. Ao ouvir qualquer música (mesmo de uma banda relativamente desconhecida), clique na aba "Letras" e ele baixa automaticamente a letra da música via web. Na aba "Música" ele mostra a capa do CD do qual a música faz parte, além de mostrar outras músicas da mesma banda que você tem na sua coleção, entre outras informações:

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Se você quer apenas um player de mídia simples, pode utilizar o Audacious, que também faz parte da instalação padrão. Ele é um player da velha guarda, voltado para o uso de playlists (no estilo do WinAMP), que assumiu o posto do antigo XMMS, oferecendo uma interface e funções similares.

Por questões de espaço, o Slackware não inclui o OpenOffice, utilizando por padrão o Koffice, que é a suíte de escritório do KDE. Eles oferecem a vantagem de serem mais leves que o OpenOffice e possuírem menos funções, o que os torna mais fáceis de usar para muitos.

Inicialmente, os aplicativos do Koffice utilizavam um formato de arquivos próprio, com um fraco suporte a documentos criados no MS Office ou OpenOffice. Isso criava um sério problema de interoperabilidade, pois você tinha que salvar um texto em .rtf ou no formato do Word 6 para conseguir abri-lo em outro lugar.

A partir da versão 1.4, os aplicativos do Koffice passaram a utilizar o formato OASIS, o mesmo usado pelo OpenOffice 2.0. Isso tornou as duas suítes muito mais compatíveis entre si. Os filtros para arquivos do Microsoft Office também receberam melhorias, o que tornou o Koffice uma alternativa mais promissora.

Em resumo, os pontos fortes do Koffice, de uma forma geral, são a leveza (quando usado sobre o KDE), facilidade de uso e a boa integração entre os aplicativos. Os negativos são a falta de muitos recursos avançados e a compatibilidade com arquivos gerados no MS Office e no OpenOffice que, apesar das melhorias das últimas versões, ainda está longe de ser perfeita.

Os aplicativos que compõem o Koffice são Kword (processador de textos), Kspread (planilha), Kpresenter (apresentações), Kivio (gerador de fluxogramas) Kchart (gráficos e diagramas), Kugar (gerador de relatórios), Kplato (gerenciador de projetos), Kexi (banco de dados) e o Krita (o programa de desenho vetorial que comentei anteriormente). Eles são complementados pelo pacote "koffice-i18n-ptbr", que inclui os pacotes de tradução.

Se você realmente precisa de uma suíte de escritório, vai acabar se deparando com as limitações do Koffice e decidindo migrar para o OpenOffice/BrOffice, o que nos leva à dica de como instalá-lo no Slackware.

Acessando o http://www.broffice.org/, você notará que não estão disponíveis pacotes para o Slackware. Apesar disso, é possível instalar através do arquivo com os pacotes RPM, convertendo-os para o formato do Slackware usando o rpm2tgz.

Este processo de conversão de pacotes de uma distribuição para outra é um último recurso usado em casos em que você instalar um determinado aplicativo que está disponível apenas no formato usado por outra distribuição. Na maioria dos casos, converter pacotes resulta apenas em problemas, mas em alguns casos específicos, como no caso do BrOffice sobre o Slackware, a instalação é tranquila.

O primeiro passo é baixar o arquivo da versão mais recente no http://broffice.org/download. Estão disponíveis dois pacotes para Linux: com pacotes .deb e com pacotes .rpm. No exemplo vamos utilizar a segunda versão.

Apesar da extensão ".tar.gz", não se trata de um pacote contendo código fonte, mas simplesmente um arquivo compactado contendo vários arquivos. O primeiro passo é descompactá-lo, o que no terminal é feito usando o "tar -zxvf", como em:

# tar -zxvf BrOo_3.0.0_20080930_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz

Acesse a pasta que será criada (cd pasta/) e, dentro dela, use o rpm2tgz para converter os pacotes. Para não precisar ficar convertendo um por um, você pode usar este mini-script:

# for i in *.rpm; do rpm2tgz $i; done

O próximo passo é instalar os pacotes .tgz gerados por ele:

# installpkg *.tgz

Com isso, o BrOffice está instalado, mas falta um passo importante, que é criar os ícones no menu. Sem eles, você precisaria ficar abrindo-o através do comando "", o que não é muito prático.

Para isso, acesse a pasta "desktop-integration" e converta o pacote "broffice.org-freedesktop-menus" (apenas ele), novamente usando o rpm2tgz:

# rpm2tgz broffice.org-freedesktop-menus*.rpm

Antes de instalar o pacote, use o comando abaixo para criar o link simbólico que ele espera encontrar:

# ln -s /opt/broffice.org3.0 /etc/

Finalmente, instale o pacote usando o installpkg:

# installpkg broffice.org-freedesktop-menus*.tgz

Na mesma pasta estão disponíveis outros pacotes, com ícones para vários ambientes gráficos, mas no caso do Slackware precisamos apenas do pacote do Freedesktop, que cria os links nos lugares certos.

Assim como em outras distribuições atuais, o Slackware 12.2 em diante é capaz de configurar impressoras automaticamente quando plugadas, trabalho que é feito graças à combinação do HAL (o mesmo serviço que se encarrega de detectar pendrives e outros dispositivos) e do CUPS (o servidor de impressão). O único problema é que o CUPS fica desativado por padrão no Slackware, o que torna necessário ativar o serviço manualmente:

# chmod +x /etc/rc.d/rc.cups
# /etc/rc.d/rc.cups start

Uma vez ativado o serviço, a impressora deve ser detectada automaticamente depois de plugada. Nos raros casos em que isso não acontece, você pode ainda configurá-la manualmente usando o kaddprinterwizard, que é o configurador de impressoras do KDE 3:

$ kdesu kaddprinterwizard

Na tela principal do kaddprinterwizard estão disponíveis várias opções. Ele permite instalar tanto impressoras locais quanto impressoras de rede. Podem ser configuradas impressoras compartilhadas em máquinas Windows, em outras máquinas Linux da rede ou mesmo impressoras ligadas a um servidor de impressão:

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Como era de se esperar, a opção "Impressora local" permite configurar uma impressora local, ligada na porta paralela ou USB. Na segunda tela ele mostra a porta e o modelo das impressoras encontradas e, em seguida, você pode escolher o driver, configurar o tipo de papel e qualidade de impressão.

A opção "Impressora SMB compartilhada" permite instalar uma impressora compartilhada no Windows ou em um servidor Linux rodando o Samba, enquanto a "Servidor CUPS remoto" permite instalar uma impressora compartilhada em um servidor Linux através do CUPS. Em geral os clientes configuram estas impressoras automaticamente, mas esta opção permite configurar manualmente caso a autodetecção falhe.

Na segunda tela você deve indicar a localização da impressora. Se você está instalando uma impressora local, indique se a impressora está conectada na porta paralela ou em uma porta USB. Em geral ele acha a impressora sozinho e só pede sua confirmação. Caso você esteja instalando uma impressora de rede, ele pedirá o IP ou nome do servidor e o nome da impressora compartilhada.

O próximo passo é indicar o driver de impressão que será usado, com base na marca e modelo da impressora. Como de praxe, caso o driver para o modelo exato para a impressora não apareça na lista, você pode testar drivers de modelos similares, usando o teste de impressão e voltando para testar outros drivers caso necessário:

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  1. 26 respostas para “Slackware no Desktop: dicas de aplicativos”

  2. Ro3b em 12 mar, 2009

    Após ler este texto eu compreendi como o Slack é "espartano" em relação às outras Distros, que já trazem todos estes comandos implementados.

  3. Alex Spenassato em 12 mar, 2009

    uma coisa que me encomodava era a aparência do firefox entre outros baseados em GTK2
    vou testar a dica
    valeu!

  4. Luis em 12 mar, 2009

    Parabéns pelo artigo Morimoto.

    Uma dica pra quem quer instalar facilmente outros aplicativos no Slackware é utilizar os SlackBuilds (www.slackbuilds.org).

    Para melhorar a visualização (e integração) dos aplicativos GTK no Kde eu utilizo o gtk-qt-engine.

    Funciona muito bem, mesmo no kde 4.2.

  5. Zé Carlos em 12 mar, 2009

    Muito legal as dicas, já tentei usar o Slackware aqui em casa, porém desisti por causa da dificuldade de configurá-lo e deixá-lo utilizável.

  6. Rafael Poseddon em 12 mar, 2009

    Parabéns Morimoto, ótimo artigo!
    já fui usuário do Slackware à um tempo atras… atualmente vou de Debian *-*

    Arch Enemy no Amarok? 0_o
    legalzz, adoro o vocal da Angela ^.^

  7. Conrado em 12 mar, 2009

    Simplesmente perfeito…

    Estou agora mesmo aplicando as dicas.. rsrs

    Abraços

  8. ed em 12 mar, 2009

    O slack depois de configurado se torna, simplesmente a melhor distribuição GNU/Linux de ser utilizada. Parabéns pelas dicas e obrigado por tornar o uso do slack mais popular.

  9. Alexandre Santos em 12 mar, 2009

    Concordo com você ed,

    depois de configurado o slackware é perfeito, a comunidade só precisar se juntar para criar um gerenciador de pacotes que resolva as dependências de forma funcional.

    Por isso hoje utilizo o Arch Linux, mas só louco pelo slackware.

  10. sdnnvs em 13 mar, 2009

    Estou feliz com o meu Jaunty que reconhece tudo, configura tudo, uma beleza… esse negócio de configurar sistema operacional é coisa do passado. O melhor mesmo é instalar uma distro automatizada, pegar o tempo de sobra e estudar português, principalmente ortografia e regência… é muito mais efetivo…

  11. cotta em 13 mar, 2009

    O Slack até dá algum trabalho para configurar do seu jeito, mas depois ele se torna uma excelente distro, rápida e funcional, por isso ela á a minha distro preferida.
    E adorei as dicas do firefox, eu vou testá-los para ver o resultado.

  12. MaxRaven em 13 mar, 2009

    "no Kde eu utilizo o gtk-qt-engine."
    O problema de usar o gtk-qt-engine é que ele "buga" as barras de rolagem, por mais que se clique no Fix, muitas vezes não adianta, então, se setar um tema GTK semelhante com que usa no KDE fica praticamente igual e ainda dá para aliar a um tema no Firefox, que deixa mais bonito ainda. Como exemplo deixo o link, que foi feito no Mandriva, mas pode ser feito em qualquer distro:
    [url=http://linuser.com/2009/02/melhorando-o-visual-do-firefox-no-kde/]Melhorando o visual do Firefox no KDE[/url]
    Podem ver no SS que o FF ficou praticamente igual o Dolphin em questão de visual.

    Outra coisa, para quem não quer usar slackbuilds ou algo semelhante (tem mais um monte de formas de instalar programas adicionais) pode usar sites comunitários onde os TGZ são disponibilizados, tem este que é "semi-oficial":
    http://packages.slackware.it/
    É mais indicado para quem não fez uma instalação completa, pois basicamente só tem a arvore da distro, é bem pobrinho :p

    Tem o Linuxpackages, que é indicação do Slackware para pacotes adicionais, muita coisa interessante pode ser encontrada lá:
    http://www.linuxpackages.net/

    E o meu preferido, a comunidade italiana Slacky.eu, que além de bastante coisa tem um visual mais bonito no site e a busca tem uma resposta melhor na minha opinião:
    http://www.slacky.eu/

    Além disso tudo, para quem quer os últimos pacotes dos diversos softs, basta após a instalação atualizar para a arvore "current", que é, digamos assim, a versão instável do Slack, lá vai ter Firefox 3.0.7, KDE 4.2.1 e td de mais novo que possa querer. Só não misturem as arvores, é pedir para ficar sem sistema hehe.

  13. willian firmino em 13 mar, 2009

    è verdade o Kde 4.2.1 passou para a arvore principal do sistema ou seja o próximo lançamento do Slackware teremos o novo KDE

  14. The Pretender em 13 mar, 2009

    Adoro o Slack, utilizo ele no meu PC em casa desde a ver 12 (quando estava ainda em "testes")

    Agora, algo que eu nunc achei, é um soft para conerter arquivos MP3 avi e etc para outros formatos de forma rapida e transparente..

    Cansei da linha de comando para isso hehe

  15. MaxRaven em 13 mar, 2009

    "Agora, algo que eu nunc achei, é um soft para conerter arquivos MP3 avi e etc para outros formatos de forma rapida e transparente.."

    Konverter e o soudKonverter, muito embora com o primeiro, não precise do segundo.

  16. Igor Cemim em 13 mar, 2009

    Muito bom o artigo!
    Não vejo a hora de formatar minha máquina com Windows
    e instalar Linux, Slack, Debian ou qualquer outra distro.

    Desde que seja estável ta bom pramim :)

    @The Pretender:

    Nunca ouviu falar em shell script + XDialog? =)

    Abraços

  17. Phantom X em 13 mar, 2009

    Lembrando que o módulo de kcontrol do gtk-qt-engine pode ser usado somente pra mudar o tema do GTK+2, não é obrigado a usar o tema que espeta Qt. Outro muito bom é o lxappearance, é do LXDE, mas só pede o GTK+2 pra compilar.

  18. Marcos em 13 mar, 2009

    Realmente o Slackware faz com que o usuário descubra muita coisa, aprenda e se dedique, mas isso depende do gosto e do tempo de cada um, não adianta ter pressa :-). Aqui tô usando ArchLinux e cocncordo com o Alexandre, o que falta pro slack seria algo como o pacman !

    Até +.

  19. Klauss em 13 mar, 2009

    Uma dica para quem não tem (ou não quer) instalar o XFCE só para usar o xfce-mcs-manager no KDE:

    cria no seu diretório pessoal um arquivo .gtkrc-2.0 e adicione o seguinte conteúdo (apenas uma sugestão):

    include "/usr/share/themes/Clearlooks/gtk-2.0/gtkrc"

    gtk-font-name="Liberation Sans 9"
    gtk-icon-theme-name="Tango"

    gtk-icon-sizes="gtk-menu=16,16:\
    gtk-button=16,16:\
    gtk-small-toolbar=22,22:\
    gtk-large-toolbar=22,22:\
    gtk-dnd=16,16:\
    gtk-dialog=48,48"

    gtk-toolbar-style = GTK_TOOLBAR_ICONS

    Altere o 'include' para o tema GTK de sua preferência.
    Isso pode ser feito com a fonte e o tema de ícones também.
    O tema não ficará igual ao da KDE, mas melhora bastante o visual dos aplicativos GTK na KDE.
    Esse procedimento também funciona com o Fluxbox.

  20. Luiz Marins em 14 mar, 2009

    Fica claro que o público alvo do Slackware não é o usuário final desktop … tanto na documentação quanto no S.O.

  21. Guilherme em 14 mar, 2009

    Vocês lembram de uma Propaganda da IBM, que mostrava um menino branquinho sentado no meio da sala toda iluminada???… e em seguida passava um monte de gente ensinando coisas para o tal menino? …. No final do vídeo, o nome do "menino" era Linux…. mas pra mim, o nome dele é Slackware. Porque o Slack dá trabalho, mas você configura do jeito que você quer! Começei nas outras distros (Ubuntu e principalmente Kurumin7) mas Slackware é bom demais!

  22. Nelson em 15 mar, 2009

    So pra reforçar os Slackware é uma das melhores distribuições que ja vi junto com o Debian, alem de serem fieis a filosofia open source. Tudo da trabalho, mas o prazer de entender e configurar o Slackware e emocionante.

  23. The Pretender em 16 mar, 2009

    Igor.

    Sim conheço Shell e XDialog, e utilizo praticamente no dia-a-dia.. Só que quando vc passa o dia todo fora de casa trabalhando e estudando, você utiliza o PC de sua casa (infelizmente) como uma geladeira.. Abre, pega o que quer, e fecha.. Dando manutenções periódicas e fazendo algumas alterações quando tem tempo, não da para montar seus proprios programas.. (nem com meu firewall eu tenho tempo de brincar ultimamente) hehe

    Falow!!!!

  24. panCucuta em 17 mar, 2009

    Ótimo a sua descoberta, assim que ficou muito, e ficou muito bom, nessa fase, e eu achei isso legal, e ficou bem
    esse KDE, assim que o kernel está bem, e fico feliz com a dobradura e chance, desse, assim que ele parece mais feliz, e está bem. Claro que possível podem mudar um pouco a o KDE, assim que o processador pode melhorar em os processos e permuta, assim ficou legal, assim que eu pareci nesse, assim que eu usei, ele ficou legal e trabalha bem, em ótimo nível, pode se afeissoar, assim com afeição, mas isso em calibre, assim o capricho, em claro, e bom, e botanto em bastante, assim que ele parece e zela uma boa ordem. Boa, bom Slackware. Eu pareço assim em espelho a Slax,
    e ótimo a sucesso a KDE e Slackware, a Slackware é assim a mais completa, em boa, a der, a distro. Graças.

  25. igor em 12 abr, 2009

    O slackware é a mais perfeita distro existente, pois é muito leve e funcional eu sou usuario do slack e o acho simplesmente fenomenal, quanto as distro com configuração automaticas não tenho nada contra mais são mais lentas pois tem ferramenta para tudo, mais para quam quer aprender como a coisa funciona ou para quem tem aquele pc velho ou até um novo e tem coragem para ter um sistema como slack vai ver que ele roda até num 486 isso é fantastico, leveza, simplicidade e estabilidade viva o slackware.

  26. konqueror em 3 jul, 2009

    Configurei a impressora aqui no trampo com a minha VM Slack 12.2 a impressora funcionou numa boa pois ela esta em rede ainda não havia configurado impressora no Slack.A impressora é uma LexMark C912.

    abs

  27. Segundo em 14 dez, 2009

    O que se deve levar em consideração quando se fala em slackware é a sua filosofia… KISS !
    Keep it simple stupid!
    kkkk … é verdade! Mantenha isso simples estupido.
    Essa filosofia faz com que pouca coisa seja next,next, finish! Sem duvida é a distribuição mais indicada para quem realmente quer aprender sobre linux e isso talvez assuste um pouco os usuarios recem chegados do ruindows. Um sistema slackware depois de configurado corretamente é para uma vida inteira, eu que o diga! Uso o meu a 2 anos sem nunca passar uma raiva se quer! Só ir atualizando o que julgar necessario. Recomendo tanto para servidores quanto para desktops. Utilizo para ambos.


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