Netbooks: Entendendo os modelos do Eee PC
Publicado em 04/06/2009 – 18:45por Carlos Morimoto
Em 2005 a Intel anunciou o Classmate, que acabou se tornando o antecessor direto dos netbooks atuais. A idéia do Classmate era oferecer um notebook de baixo custo para uso em escolas de primeiro e segundo grau, construído usando componentes da Intel.
O Classmate propriamente dito nunca chegou a ser produzido em volume, o que fez com que o preço de venda ficasse bem acima dos US$ 200 propostos e ele acabasse sendo usado apenas em alguns projetos piloto em escolas (com resultados variados). Entretanto, a decisão de permitir que os fabricantes desenvolvessem versões modificadas acabou se revelando decisiva, dando origem aos inúmeros de modelos de netbooks que invadiram o mercado.
O primeiro deles foi o Eee PC 701, que todos conhecemos. Ele surgiu como uma versão "de consumo" do Classmate, um mini-notebook de baixo custo (inicialmente se falava em um preço final abaixo dos US$ 200), leve e fácil de transportar.
Embora tenha chegado ao mercado com um atraso de mais de 3 meses e bem mais caro que o esperado, o Eee PC acabou se tornando um sucesso instantâneo. A versão original utilizava uma versão customizada do Xandros Linux, que oferecia uma interface simplificada, com acesso fácil às funções:

O SDD era dividido em duas partições, com uma maior, de 2.6 GB, reservada à imagem do sistema e outra de apenas 1.4 GB para arquivos e configurações. as duas partições eram montadas usando o UnionFS, que permitia que todas as alterações fossem salvas diretamente na partição de dados, sem modificar os arquivos na partição principal. A vantagem desse sistema era que você podia reverter o sistema ao estado original em caso de problemas (bastava pressionar F9 na tela de boot e usar o "Restore Factory Settings"), eliminando a necessidade de reinstalar o sistema em caso de problemas.
Embora o sistema fosse fácil de usar e a idéia do sistema de restauração fosse muito boa, o índice de rejeição foi relativamente alto (como seria de se esperar, já já que muitos precisavam rodar aplicativos Windows diversos, ou simplesmente não gostavam da interface), o que levou ao aparecimento de versões com o Windows XP.
Assim como no Classmate, o Eee era baseado no Celeron ULV, que era o processador de baixo consumo mais barato dentro da linha da Intel. Ele era ultrapassado mesmo para os padrões da época, baseado no core Dothan e ainda produzido usando a técnica de 0.09 micron, mas oferecia um desempenho razoável (em grande parte devido ao cache L2 de 512 KB).
Pouco depois, foi lançado o Eee PC 900, que manteve o mesmo formato básico, mas se tornou um pouco maior, acomodando uma tela de 8.9" de 1024×600 e um touchpad mais confortável, que corrigiram duas das principais limitações do Eee original.
Outra mudança foi a inclusão de um segundo SSD de 8 GB (na versão com o Windows XP) ou 16 GB (na versão com Linux, complementando o SSD primário de 4 GB. A divisão permitiu que a Asus utilizasse chips de memória Flash mais lentos (porém mais baratos) no segundo SSD, reduzindo os custos.
Este segundo SSD é instalado no slot Express Mini dentro do compartimento do módulo de memória, o que permite que ele seja substituído. Entretanto, como SSDs nesse formato são muito raros, é mais comum usar um cartão de memória.
Assim como em um HD com duas partições, a idéia era que o SSD de 4 GB fosse usado para instalar o sistema e o outro fosse usado exclusivamente para armazenar arquivos, tarefa onde a baixa velocidade de gravação não atrapalhasse muito.
Outra diferença entre os dois modelos era o clock do processador. Ambos eram baseados no mesmo Celeron ULV de 900 MHz, mas no Eee 701 ele era underclocado para 630 MHz (devido ao dissipador subdimensionado), o que comprometia o desempenho. É possível fazer "overclock" do Celeron no Eee 701, aumentando ligeiramente a frequência, mas o aumento na dissipação faz com que ele se torne instável.
O primeiro modelo da Asus com o Atom foi o Eee 900A, um modelo idêntico ao 900, mudando apenas o processador, com o Celeron dando lugar ao Atom N270. Ele foi rapidamente sucedido pelo Eee 901, que manteve o mesmo formato básico do 900, incluindo a mesma tela de 8.9" e o mesmo teclado, mas passou a utilizar um design bem diferente (os mesmos traços que deram origem à série 1000, mas em um formato menor) e um acabamento sensivelmente melhorado:

A bateria de 4 células usada nos modelos anteriores deu lugar a uma de 6 células o que, combinado com a redução no consumo do processador, elevou a autonomia para a casa das 5 horas. Outra mudança foi a troca da placa wireless B/G com chipset Atheros por uma B/G/N baseada no Ralink RT2860.
O maior problema com a mudança no formato foi o aumento no peso (que foi de 990 gramas no Eee 900 para 1.14 kg) e o ligeiro aumento no tamanho, características que foram acentuadas nos modelos seguintes.
Assim como o 900, o Eee 901 foi lançado em duas versões, uma com Linux e um SSD de 20 GB (4 + 16 GB) e outra com o XP e um SSD secundário menor, totalizando apenas 12 GB (4 + 8 GB). As duas versões eram vendidas pelo mesmo preço (a diferença no custo do SSD correspondia aproximadamente ao custo da licença do Windows), o que fez com que a versão Linux fosse de longe a mais vendida.
Entretanto, esta foi a última versão na qual a Asus fez algo similar. Vendo que perderia terreno, a Microsoft fez uma proposta irrecusável, baixando o custo das licenças para um valor não especificado e fazendo algumas concessões adicionais. A Asus continuou oferecendo versões dos modelos subsequentes do Eee com Linux, mas elas passaram a custar o mesmo preço das com Windows.
O Eee 901 acabou tendo vida curta, pois foi rapidamente substituído pelos modelos da série 1000, que incluem uma tela de 10" (1024×600) e um teclado bem mais confortável, com 92% do tamanho de um teclado regular.
Alguns se queixaram do aumento no tamanho, mas no geral a recepção aos novos modelos foi boa, o que incentivou outros fabricantes a lançarem modelos com telas de 10":

Curiosamente, o Eee 900 e o 701 continuaram sendo vendidos por mais tempo, já que eram mais baratos. O 701 chegou a ser vendido no Brasil por menos de 700 reais, acabando por cumprir (embora com atraso) a função de mini-notebook de baixo custo.
A configuração dos modelos da série 1000 continua sendo a mesma, com o Atom N270 e o 945GSM, 1 GB de RAM, rede wireless B/G/N, leitor de cartões e a tradicional webcam. Entretanto, o peso aumentou para 1.33 kg no Eee 1000 original (com SSD) e em seguida para 1.45 kg nos modelos com HD mecânico, fazendo com que eles se tornassem os netbooks mais pesados do mercado.
Por outro lado, a bateria de seis células (de 4.400 a 6600 mAh, de acordo com o modelo) oferece de 4 a 6 horas de uso moderado, uma das melhores marcas não apenas entre os netbooks, mas entre os portáteis em geral.
O número de variações dentro da série é suficiente para deixar qualquer um com o cabelo em pé, por isso vamos a uma lista rápida:
Eee 1000: O modelo original, vem com 40 GB de memória Flash (um SSD de 8 GB para o sistema e outro de 32 GB para arquivos) e Linux pré-instalado. Ele saiu rapidamente de circulação, por ser muito caro.
Eee 1000H: A versão com HD mecânico (80 GB) e Windows pré-instalado. Foi lançado juntamente com o 1000 e também foi logo substituído pelos modelos seguintes.
Eee 1000HA: Versão com HD de 160 GB. Uma pequena desvantagem em relação ao 1000H é que ele utiliza uma placa wireless B/G, sem suporte ao 802.11n.
Eee 1000HD: É uma versão de baixo custo, que utiliza o Celeron 900 no lugar do Atom e um HD de apenas 80 GB. O desempenho não é tão diferente, mas a autonomia da bateria é reduzida em quase 30%. A Asus lançou também uma versão com tela de 8.9", o 904HD.
Eee 1000HE: Esta é uma versão levemente aprimorada, que utiliza o Atom N280 (1.66 GHz), um teclado redesenhado, com teclas similares às usadas nos MacBooks e em alguns modelos da Sony e uma bateria de 8700 mAh, que oferece cerca de 8 horas de uso moderado (as especificações falam em 9.5 horas, mas como sempre a autonomia em situações reais de uso é sempre menor).
A série 1000 foi sucedida pelo 1002HA, um modelo mais caro, cujo principal diferencial é o design. O plástico dos modelos anteriores foi substituído por um case de alumínio anodizado, com detalhes em cromo. Ele é quase do mesmo tamanho que o Eee 1000HA, mas é mais leve (com, 1.2 kg) e mais fino, sem o "calombo" da bateria, que foi movida para um compartimento interno:

Entretanto, a redução teve um preço. Em vez de utilizar uma bateria Li-Ion de 6 células de 7.2V e 5800 mAh, como a encontrada no Eee 900, a Asus optou por utilizar uma Li-poly de duas células, com apenas 4200 mAh, o que corresponde a uma redução de quase 28% na capacidade.
Como em outros netbooks, o Eee 1002HA utiliza um HD mecânico de 2.5" e único módulo de memória DDR2. Ele vem com 1 GB de fábrica e você pode atualizá-lo para até 2 GB, substituindo o módulo. Entretanto, os 2 GB só serão úteis ao rodar Linux ou o Vista/Windows 7, já que o XP Home que vem pré-instalado limita o uso de memória a apenas 1 GB, como parte das restrições artificiais impostas pela Microsoft.
Como de praxe, é possível encontrar lojas que já o vendem com o módulo de 2 GB, o que acaba sendo um upgrade aconselhável, considerando o pequeno acréscimo no custo.
A tela é um LCD de 10" com iluminação por LEDs, que mantém os tradicionais 1024×600 mas é levemente menor que o usado nos modelos da série 1000, que utilizam telas de 10.2". Diferente de outros notebooks, ela utiliza acabamento fosco, que é uma característica positiva nesse caso, já que elimina as reflexões.
Telas com acabamento glossy são interessantes em notebooks maiores, onde você pode ficar com a tela mais na vertical, evitando as luzes do ambiente, mas não são tão interessantes nos netbooks, onde você olha a tela em um ângulo mais longe do ideal.
O 1002 HA é também um dos primeiros modelos da série a incluir um transmissor Bluetooth 2.1 integrado (um Azureware AW-BT253), eliminando a necessidade de usar um transmissor externo. Pode parecer estranho que com tantas opções de transmissores USB baratos a maioria dos portáteis ainda venham sem Bluetooth, mas na verdade é que os transmissores Bluetooth internos são ainda bem mais caros, devido ao baixo volume de produção, chegando a custar mais de 10 dólares para os fabricantes.
Isso criou um ciclo vicioso, em que os fabricantes ficam receosos em adicionar o transmissor interno, com medo de que o aumento no preço prejudique as vendas e os compradores acabam preferindo os transmissores USB, que por serem produzidos aos milhões, são bem mais baratos.
Outro detalhe com relação aos transmissores bluetooth internos é que eles substituem o módulo do modem discado, que é ainda usado em alguns modelos (surpreendentemente, o acesso discado é ainda uma modalidade de acesso muito popular nos EUA, onde a AOL é ainda bastante popular). Existem módulos que incorporam ambas as funções, mas eles são ainda mais caros e por isso pouco usados.
Mantendo a confusão em torno dos modelos criada pela Asus, existem duas versões diferentes do 1002 HA. A mais antiga é baseada no Atom N270 e utiliza um teclado similar ao do Eee 1000 HA, enquanto a série mais recente é baseada no Atom N280 (o que garante um desempenho levemente superior) e utiliza um teclado com teclas rasas, similar ao usado no MacBook e em alguns modelos da Sony.
Concluindo, temos o 1008HA, outro modelo desenvolvido com foco no design. Ele tem um visual claramente inspirado no MacBook Air, é é um dos modelos mais leves da safra atual, com 1.13 kg. A configuração básica é a mesma dos demais modelos, com o Atom N280 e o 945GME, combinados com um HD de 160 GB, wireless B/G/N e 1 GB de memória DDR2. Ele também utiliza a mesma tela de 10" e um teclado bastante similar aos modelos anteriores:

O ponto fraco (além do custo) é a bateria, uma Li-poly não-removível de apenas 2.900 mAh, que não resiste a três horas de uso intensivo.
Tanto o 1002HA quanto o 1008HA vêm com o Windows XP pré-instalado. Existem versões com Linux, mas elas são produzidas em pequeno volume e custam o mesmo valor. Entretanto, diferente do que tínhamos na época do Eee 701, é muito simples instalar o Ubuntu 9.04 ou outras distribuições atuais.
Com exceção de algumas das teclas de atalho e do botão para alterar os perfis de gerenciamento de energia, tudo funciona diretamente, incluindo a rede wireless, o gerenciamento de energia do processador (o clock é reduzido para 1.0 GHz nos momentos de inatividade), a aceleração 3D e o Bluetooth. O multitapping do touchpad também funciona, com um toque de três dedos por exemplo, você obtém um clique com o botão direito.
Além de instalar sistema no HD0 (substituindo o Windows ou em dual-boot com ele), é possível também instalar o sistema em uma cartão de memória SD, sem modificar o conteúdo do HD. Nesse caso, basta escolher o cartão durante a instalação e configurar o BIOS para ar boot através dele.



23 respostas para “Netbooks: Entendendo os modelos do Eee PC”
Estou tendo a ligeira impressão de que nosso caro Carlos Morimoto vai escrever um livro sobre computadores portateis
A corrupção de sempre: mesmo preço c/ MS-Windows…
Uma coisa terrível é a pixelagem de míseros 600 verticais, devido ao MALDITO formato wide, bom p/ cinema, TV… mas nada a ver c/ computadores.
Geladeira, fogão, liquidificador e Eee PC, o PC que virou eletrodoméstico. Baixando o custo mais pessoas tem um PC para acessar a web de qualquer lugar.
A MS não deve ter gostado muito dos Netbooks ja que o WinXP não deve dar muito lucro depois dessa parceria com a ASUS…
Vale a pena comprar um EEEPc e deixá-lo ligado fazendo download (torrent)? Isso em relação a deixar um computador normal fazendo os downloads.
Em termos de consumo de energia, é vantagem?
muita vantagem, Daniel…
esses netbooks devem consumir por volta dos 20 watts de energia, em full load… imagina então se tiver só baixando da net (sem forçar processador, e com a tela desligada… deve cair pra uns 10 watts… eu acho que só os coolers que têm no meu pc (7, no total…) consomem mais que isso :-)
só pra constar: meu pc: Atlhon X2 3800+,1 GB DDR, + 160GB + 320GB + GF6200TC Fonta Dr Hank 350W(1 cooler pro processador(90mm), 1 extra no gabinete(90mm), 2 na fonte(90mm + 120mm), 1 na placa de vídeo(80mm), 1 no chipset (80mm) 1 pros hds(140mm) :-)
Mas essa palhaçada da Microsoft vai terminar logo, logo…
A ASUS já desenvolveu uma versão do Eee PC com drive de CD (não sei como, mas conseguiram). Acredito que ainda não esteja nem no mercado americano, mas provavelmente logo estará e com certeza será um sucesso. A MS está numa briga com a ASUS, pois as licenças do Windows vendidas a 5 dólares aproximadamente em netbooks provinham da idéia que a maior parte dos usuários não saberia formatar sem usar o CD, evitando que cópias piratas do Windows invadissem esse nicho do mercado.
Tomara que essa versão chegue logo, embora eu tenha de todo o jeito o trabalho de formatar pra instalar o Ubuntu hehe
Eu sei como colocaram o drive óptico: aumentando a espessura em 8 mm e colocando o drive sob a placa-mãe, igualzinho quase todo mundo faz :)
Realmente não vejo sentido em fazerem um netbook maior e mais pesado com drive óptico; seria muito mais simples (e provavelmente também mais lucrativo) lançarem algum drive ou adaptador USB que pudesse ser usado em qualquer aparelho da linha.
Enquanto os gênios não chegam a essa conclusão, dá pra usar um adaptador como esse: http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.474 fácil e barato.
Eu nao sei pra que colocar drive de cd …
e quanto ao eeepc, jah achei uma utilidade! Baixar toreent sem torrar energia ! alguém sabe de algum post sobre o consumo de energia do netbook em relação ao pc "normal"
Morimoto uma parte aqui no texto ficou "cortada":
"Telas com acabamento glossy são interessantes em notebooks maiores, (…) longe do ideal.
Isso criou um ciclo vicioso, (…) são bem mais baratos."
Acho que estava falando do bluetooth e não das telas glossy :-)
Quanto a usar um desses pra downloads, bem, eu deixava minha maquina antiga um celeron 800 daqueles Metrons antigos baixando as coisas, minha conta de luz caiu uns 35% (ou mais) deixando ele em vez da outra maquina. Para quem já tenha uma maquina dessas por ai pode ser uma boa.
Acho que, assim que o EEE Pc ganhar um drive óptico, aí sim ficarei tentado a comprar um netbook. Mesmo com todas as funções de hoje, ter que ficar dependendo de outro pc para gravar os arquivos que baixo da internet não é viável, na minha opinião.
O modelo nacional que encontramos à venda com tela de 10.1" e 160 Gb de HD é rotulado de 1000H e conta com Wi-Fi 802.11n. Estou tentado a adiquirir um e instalar um variante do ubuntu (kubuntu ou xubuntu).
"Uma coisa terrível é a pixelagem de míseros 600 verticais, devido ao MALDITO formato wide, bom p/ cinema, TV… mas nada a ver c/ computadores."
Pois é. Escrevi um artigo justamente sobre isso:
http://www.guiadohardware.net/artigos/formato3×2/
Eu posso estar MUITO enganado, mas, na minha opiniçao não faz sentido nenhuma termos um Netbook com tela maior que 10 polegadas e um peso que beire 1,5kg, bem como, com drive óptico.
Eu acredito que o modelo ideal é mesmo o EeePC 701, que tem um preço baixo, um peso baixo e está entre um tablet no estilo N800 e um Notebook.
Acima disso, eu já comprar um notebook, o custo=beneficio é muito melhor -- até porque, um EeePC da série 1000 é muito caro.
Cara não tenho a impressão ja tenho certeza
kkkkkk
ele vai sim publicar um livro sobre netbooks ou computadores portateis onde possa envolver os netbooks dentre outros a mesma coisa foi com os smartphones artigos e artigos daki a poco saiu o livro smartphones
paKSDpasdk
abraços
Eu estou escrevendo estes artigos para complementar os tpicos sobre portáteis do livro de hardware, que já estão um pouco desatualizados. Não vou escrever um novo livro sobre o tema.
Só complementando o assunto: Para usar o drive de DVD ou Cd-Rom, eu utilizo uma gaveta IDE-USB. Ela transforma o DVD IDE em USB e facilmente é possível dar boot, instalar programas e outras coisas mais. É facilmente encontrada nas lojas de informática. Abraços a todos!
Morimoto, você já viu pessoalmente o modelo T91 -- netbook e tablet ao mesmo tempo -- dos Eee PC? Vale os 680 dólares? Você conhece algum similar de outra marca com tela de 10 polegadas?
Abraço
Também não vi, conheço só pelas especificações. Mas… já existem outros tablets conversíveis no mercado e eles nunca fizeram muita diferença. As pessoas compram achando que é uma revolução, mas descobrem que o uso como tablet não é tão prático assim e acabam usando como se fosse um notebook convencional, com mouse USB e tudo.
O uso como tablet faz sentido em dispositivos pequenos, como o N800, ou em alguns MIDs, mas não me parece tão interessante em dispositivos maiores.
Qual é o melhor netbook pra usar com linux? Uma placa 802.11-n faz diferença? O linux já reconhece o padrão (embora rascunho) draft-n das redes sem fio? Ou conecta tudo a 802.11g mesmo?
tenho um eeepc 701 acho q acertei na mosca em um not leve posso levar pra qualquer lugar é um luxo enbora náo tenha muita memoria mas náo da nada
Comprei um eeePC 1005 HA com Win XP e 1 GB RAM.
Com o 1005 HA 2 GB são "vistos pelo sistema"?
Obrigado
pessoal olha eu comprei o meu net
tenho 14 anos, tenho curso de hardware
comprei meu Eee PC 1000H a um mês
no fato dele não ter o drive de CD/DVD eu comprei o meu drive LG externo na waz por 100 reais
vou ligar o drive via USB, vou usar a gaveta externa do HD pq a entrada do gravador é sata.
nesse caso quem não quer comprar outro net, ou não quer gastar muito dinheiro compre um drive externo e uma gaveta de HD externo
e seja feliz
valeu
naum instala o driver de video do eee pc 1000h