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Um mini-guia do Arch Linux

Publicado em 29/04/2009 – 17:59
por Carlos Morimoto

O Arch Linux é uma distribuição voltada para usuários avançados, que é bastante personalizável e oferece um desempenho muito bom, com pacotes otimizados para processadores de 64 bits ou para processadores i686. Toda a configuração do sistema é feita diretamente nos arquivos de configuração, sem direito a scripts ou muito menos um painel de controle. Em troca, ele utiliza uma configuração bastante simplificada, com uma configuração legível e arquivos bem comentados.

Embora o Arch seja similar ao Slackware em muitos aspectos, ele é uma distribuição independente, que utiliza um repositório próprio e possui diversas peculiaridades. A página oficial é a http://www.archlinux.org e temos também uma comunidade nacional no http://www.archlinux-br.org.

Em vez de utilizar um sistema de versões, como na maioria das outras distribuições, o Arch é baseado em um sistema "rolling release", onde o sistema é atualizado continuamente você obtém acesso às novas versões simplesmente mantendo o sistema atualizado através do gerenciador de pacotes. Os releases disponibilizados para download nada mais são do que snapshots do repositório, que passam por um período adicional de testes.

A idéia dos rolling releases é bastante similar ao sistema de desenvolvimento utilizado no Debian Sid (o Unstable), que é também atualizado continuamente. A idéia tem seus pontos positivos, já que permite que você tenha acesso às versões mais recentes de todos os softwares sem precisar utilizar uma versão instável ou de desenvolvimento mas, por outro, faz com que (por mais que os desenvolvedores possam dizer o contrário) as atualizações do sistema apresentem mais problemas, já que não é possível testar adequadamente cada uma das atualizações em relação a diversas configurações diferentes.

Embora seja bastante rápido e otimizado, o Arch não é um sistema para máquinas antigas, já que a opção pelo uso da arquitetura 686 deixa de fora máquinas antigas, com processadores Pentium, K6 ou Crusoe. Ele também não é uma distribuição indicada para quem não utiliza uma conexão rápida, já que todo o funcionamento do sistema é baseado em baixar longas listas de pacotes e atualizações. Além disso, ele também não é indicado se você não tem pelo menos um ou dois dias para instalar, configurar e entender o sistema, já que ele é um animal muito peculiar, diferente de outras distribuições.

É praticamente impossível utilizar o Arch sem ler a documentação, já que você precisa no mínimo consultar os nomes dos pacotes e as opções básicas de configuração antes de começar a se achar dentro do sistema. Não deixe de consultar o Wiki, disponível no http://wiki.archlinux.org/.

Em resumo, o Arch apresenta uma combinação de fatores que agradam a muitos usuários mais antigos (que sabem corrigir os pequenos problemas por contra própria) e também a alguns novos usuários, que gostam da possibilidade de poderem entender melhor o sistema e aprender durante o processo contínuo de atualizações e solução de problemas. Por outro lado, são estes os mesmos fatores que fazem com que o Arch fique restrito a uma base de usuários relativamente pequena.

Ao fazer download, estão disponíveis versões para gravação em pendrives (as com extensão ".img"), complementando as tradicionais imagens para gravação em CD, que recebem a extensão .iso. As versões "FTP" (as menores), são imagens de instalação via rede, que baixam as versões mais atualizadas dos pacotes durante a instalação, enquanto as versões "Core" são imagens maiores, que permitem a instalação em modo offline.

A vantagem de instalar a partir da imagem FTP é que você já instala o sistema com todos os pacotes atualizados, diferente da versão Core, que é um snapshot do repositório, quase sempre vários meses desatualizado. Como de praxe, a melhor opção para a instalação via rede é usar uma conexão compartilhada via NAT, onde o PC possa simplesmente obter a configuração da rede via DHCP.

As imagens .iso podem ser gravadas normalmente, usando o K3B ou outro aplicativo de gravação, enquanto as imagens .img podem ser gravadas no pendrive usando o dd, como em:

# dd if=archlinux-2009.02-core-x86_64.img of=/dev/sdd
# sync

O Arch utiliza um prompt inicial muito similar ao do Slackware, onde você cai em um terminal de texto puro, onde precisa se logar como "root" (sem senha) e executar o comando "/arch/setup" para iniciar a instalação. É possível também ajustar o layout do teclado antes de instalar o usando o comando "km".

O instalador é um script em texto, que oferece uma lista de passos (novamente, bastante similar ao instalador do Slackware), que você pode executar antes de iniciar a cópia dos arquivos. A lista inclui o ajuste do fuso-horário, particionamento o HD, configuração da rede e escolha do mirror de download (no caso da imagem FTP) e a seleção dos pacotes que serão instalados:

arch_html_35719812

A partir daí, temos a opção 4 (Install Packages), que faz a cópia inicial dos arquivos (e o download dos pacotes, no caso da imagem FTP) e a opção 6 (Install Bootloader), que faz a instalação do grub. A opção 5 (Configure System) é opcional, já que você pode fazer a configuração depois do primeiro boot.

Depois de reiniciar, você vai em um prompt em modo texto. Assim como no prompt inicial, você se loga como root (sem senha). Naturalmente, o primeiro passo é definir a senha de root e aproveitar para criar um usuário de sistema, como em:

# passwd
# adduser gdh

Diferente de outras distribuições, onde você pode escolher as categorias de pacotes que serão instalados (como no Mandriva ou no OpenSUSE), ou onde é instalado um desktop pré-configurado (como no caso do Ubuntu), o Arch instala apenas um sistema básico, em linha de comando, que você deve personalizar a partir daí. A vantagem dessa abordagem é que você tem inteira liberdade para adicionar apenas os pacotes que deseja usar e moldar o sistema às suas necessidades, mas, por outro lado, torna a configuração do sistema bem mais demorada e trabalhosa.

O principal arquivo de configuração do Arch é o "/etc/rc.conf", que engloba inclusive a configuração da rede. O primeiro passo depois da instalação é editar o arquivo, alterando a linguagem (use "pt_BR.utf8" para português do Brasil) e o layout do teclado ("br-abnt2" para teclados ABNT2) na seção inicial do arquivo, como em:

LOCALE="pt_BR.utf8"
HARDWARECLOCK="UTC"
USEDIRECTISA="no"
TIMEZONE="America/Sao_Paulo"
KEYMAP="br-abnt2"
CONSOLEFONT=
CONSOLEMAP=
USECOLOR="yes"

O editor de texto padrão é o nano, que apesar de espartano é relativamente simples de usar. Para editar um arquivo, basta incluí-lo diretamente na linha de comando, como em "nano /etc/rc.conf" e para salvar e sair, você pressiona "Ctrl+O" e, em seguida, "Ctrl+X".

A maioria das versões do Arch incluem um erro de configuração (o nome da máquina usado por padrão no arquivo "/etc/rc.conf" é diferente do especificado no "/etc/hosts") que bloqueia a comunicação entre os processos locais, fazendo com que os aplicativos gráficos fiquem extremamente lentos.

Para solucionar o problema, edite novamente o "/etc/rc.conf", especificando o nome da máquina na opção "HOSTNAME", como em:

HOSTNAME="gdh"

Em seguida, edite o arquivo "/etc/hosts", incluindo o mesmo nome no final da linha, como em:

127.0.0.1 localhost.localdomain localhost gdh

O Arch utiliza um gerenciador de pacotes próprio, o Pacman, que é capaz de baixar os pacotes automaticamente, calcular dependências e atualizar o sistema, de maneira similar ao Slackpkg e outros gerenciadores.

Ele é configurado através do arquivo "/etc/pacman.conf", onde são citados os repositórios. Por default ele já inclui os repositórios "core", "extra" e "community" (os três repositórios base do Arch), mas você pode editá-lo para incluir repositórios adicionais.

O primeiro passo antes de usá-lo é sincronizar as listas de pacotes, usando o:

# pacman -Syy

Os dois "y" são apenas uma precaução adicional, que faz com que ele atualize as listas mesmo que elas já pareçam atualizadas, evitando qualquer possibilidade de problemas.

A lista dos mirrors disponíveis vai no arquivo "/etc/pacman.d/mirrorlist" (cada mirror inclui uma cópia completa dos três repositórios principais). Se o Pacman estiver exibindo mensagens de erro ao baixar os pacotes, experimente editar o arquivo, deixando apenas os mirrors do Brasil, ou os que pretender utilizar.

A partir daí, você pode instalar pacotes adicionais usando o "pacman -S", como em:

# pacman -S joe

É possível também especificar vários pacotes de uma vez, como em:

# pacman -S tar gzip bzip2 unzip unrar p7zip

No Arch, os serviços de sistema vão na pasta "/etc/rc.d", assim como no Slackware. A única grande diferença é que no Arch os scrips recebem diretamente o nome do serviço, como em "/etc/rc.d/sshd", em vez de começarem com "rc.". Para iniciar ou parar os serviços, basta chamá-los com os parâmetros "start", "stop" ou "restart", como em outras distribuições.

Naturalmente, para que você consiga se conectar remotamente e possa instalar os pacotes, é necessário configurar a rede. Você pode configurar uma placa cabeada rapidamente usando o "dhcpcd", como em:

# dhcpcd eth0

A configuração definitiva vai, novamente, no arquivo "/etc/rc.conf", onde você pode usar o DHCP ou especificar os endereços manualmente, como em:

eth0="eth0 192.168.1.111 netmask 255.255.255.0 broadcast 192.168.1.255"
INTERFACES=(eth0)
gateway="default gw 192.168.1.1"
ROUTES=(gateway)

Ao usar a configuração manual, não se esqueça também de definir os endereços dos servidores DNS no "/etc/resolv.conf".

Como parte da idéia de oferecer um sistema minimalista, que você possa personalizar livremente, o Arch não instala os pacotes do X.org por padrão, fazendo com que você precise começar do zero, instalando o X, configurando o vídeo e em seguida instalado o KDE ou outro ambiente de trabalho. O primeiro passo é instalar os pacotes básicos do X, utilizando o Pacman:

# pacman -S libgl
# pacman -S xorg xf86-input-evdev

Em seguida, é necessário instalar o pacote com o módulo correspondente à sua placa de vídeo (os pacotes começam com "xf86-video"). Você pode instalar de uma vez os módulos para as placas usadas atualmente com o:

# pacman -S xf86-video-ati xf86-video-intel xf86-video-nv xf86-video-openchrome \
xf86-video-sis xf86-video-vesa xf86-video-vmware

A partir daí, você pode gerar a configuração do X usando o "Xorg -configure", que salvará a configuração no arquivo "/root/xorg.conf.new":

# Xorg -configure

Depois de verificar a configuração, copie o arquivo para a localização padrão:

# cp /root/xorg.conf.new /etc/X11/xorg.conf

Antes de abrir o X, é necessário que você ative o HAL, caso contrário seu mouse e teclado USB provavelmente não serão detectados e você ficará preso dentro do X, sem poder fazer nada:

# /etc/rc.d/hal start

Aproveite para adicionar o serviço na linha "DAEMONS" do arquivo "/etc/rc.conf", para que ele passe a ser inicializado por padrão durante o boot:

DAEMONS=(syslog-ng network netfs crond hal)

Depois de tudo isso, você pode finalmente se logar com seu login de usuário e experimentar abrir o X:

# su gdh
$ startx

Para seu espanto, o único ambiente instalado por padrão no Arch é o pré-histórico TWM, com suas janelas verdes e seus três terminais. Para ter um ambiente mais agradável, você vai precisar instalar seu ambiente de trabalho preferido e configurar o Arch para utilizá-lo.

Comece instalando o zlib e o shared-mime-info, juntamente com um conjunto básico de fontes TrueType:

# pacman -S zlib shared-mime-info ttf-ms-fonts ttf-dejavu

A partir daí, você pode instalar os pacotes do ambiente desejado. Para o KDE 4, basta instalar o pacote "kde" e o "kde-l10n-pt_br", que disparam a instalação de todo o grupo de pacotes, com quase 700 MB no total:

# pacman -S kde kde-l10n-pt_br

Para o GNOME, instale também o pacote "gnome-extra", que inclui os vários add-ons que você está acostumado a ver em outras distribuições. Ele é menor que o KDE, somando pouco mais de 350 MB de downloads:

# pacman -S gnome gnome-extra

Para o XFCE, é interessante instalar também o "xfce4-goodies" e o "gtk2-themes-collection", que incluem o kit de ferramentas e temas:

# pacman -S xfce4 xfce4-goodies gtk2-themes-collection

Se preferir um ambiente leve, pode instalar o LXDE através do pacote de mesmo nome. Os pacotes do LXDE somam apenas 6 MB, o que o torna uma boa opção para quem quer algum ambiente para testar o sistema, sem precisar baixar os 700 MB do KDE:

# pacman -S lxde

Com os pacotes instalados, o próximo passo é editar editar o arquivo "/etc/rc.conf", incluindo o KDM (se tiver instalado o KDE) ou o GDM (para o GNOME ou o XFCE), o que fará com que o sistema passe a exibir o gerenciador no final do boot, permitindo que você escolha o ambiente que quer utilizar e faça login, como em outras distribuições.

É necessário ativar também o serviço "hal" (caso já não tenha ativado-o no passo anterior) e o serviço "fam", como em:

DAEMONS=(syslog-ng network netfs crond sshd hal fam kdm)

ou:

DAEMONS=(syslog-ng network netfs crond sshd hal fam gdm)

Para não precisar reiniciar, você pode executar os serviços manualmente da primeira vez, como em:

# /etc/rc.d/hal start
# /etc/rc.d/kdm start

Se não houver nenhum problema com a configuração do X, você verá a familiar tela de login, que marca o fim de sua jornada pelo VT1:

arch_html_m2cc8c7d4

Para usar placas wireless, é necessário instalar os pacotes "wireless_tools" (que inclui o comando iwconfig, usado para conectar a redes com encriptação WPA) e o "wpa_supplicant", que é necessário para se conectar a redes com encriptação via WPA ou WPA2:

# pacman -S wireless_tools wpa_supplicant ndiswrapper

Graças aos drivers incluídos no kernel e ao trabalho do HAL, que se encarrega de detectar as placas suportadas, a configuração não é diferente do que temos em outras distribuições.

Basicamente, você verifica qual foi o device atribuído à placa wireless usando o "cat /proc/net/wireless" e, em seguida, conectar ao ponto de acesso usando o wpa_supplicant, como faria em outras distribuições.

Caso você tenha uma placa com chipset Intel, é necessário instalar o pacote com o firmware referente à sua placa. Você pode instalar de uma vez toda a família usando o:

# pacman -S ipw2100-fw ipw2200-fw iwlwifi-3945-ucode iwlwifi-4965-ucode iwlwifi-5000-ucode

Nas versões atuais do Arch, o suporte às placas com chipset Atheros é prestado através do módulo "ath5k", incluído diretamente no kernel. A partir do 2.6.29 ele realmente faz um bom trabalho, substituindo o madwifi. De qualquer maneira, ele também está disponível no repositório e pode ser instalado usando o "pacman -S madwifi".

Como comentei no início, uma das características mais emblemáticas do Arch é o conceito de "rolling release", onde você simplesmente vai atualizando o sistema usando o gerenciador de pacotes, sem precisar reinstalar o sistema para ter acesso a novas versões. Para atualizar todo o sistema usamos o "pacman -Syu", onde o "y" faz com que ele abaixe as listas de pacotes e o "u" faz a atualização do sistema, como em:

# pacman -Syu

Ele exibirá um relatório da atualização, especificando os pacotes que serão atualizados e o total de downloads.

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  1. 31 respostas para “Um mini-guia do Arch Linux”

  2. Carcara em 29 abr, 2009

    Eu uso o archlinux há bastante tempo e as atualizações do sistema só me trouxeram problemas uma vez. Quando eu usava Ubuntu e Fedora isso acontecia com mais freqüência. Portanto, eu não concordo com o trecho "A idéia tem seus pontos positivos, já que permite que você tenha acesso às versões mais recentes de todos os softwares sem precisar utilizar uma versão instável ou de desenvolvimento mas, por outro, faz com que (por mais que os desenvolvedores possam dizer o contrário) as atualizações do sistema apresentem mais problemas, já que não é possível testar adequadamente cada uma das atualizações em relação a diversas configurações diferentes."

    No mais o texto está bem fiel à realidade.

  3. Aureliano em 29 abr, 2009

    Já ouvi falar do n-ubuntu… uma distribuição que esta concorrendo com o Backtrack…

    Estou satisfeito com o Ubuntu e com o Debian 5

  4. C1R4N em 29 abr, 2009

    Como usuário fiel do Slackware, e devido as semelhanças, sempre tive(tenho)vontade instalar o Arch, assim começando praticamente do zero.Mas ainda não tive um tempo dedicado pra ficar por conta e ir até o fim. Mas confesso que muito em breve estarei testando.

  5. Ricardo em 29 abr, 2009

    Comecei a usar Arch há praticamente dois anos. Depois nunca mais deu vontade de usar nenhuma outra distribuição. =D
    .
    Tem praticamente pacote para tudo nele. Se você não achar o programa nos repositórios ordinários, possivelmente existe no AUR para baixar.
    .
    Além do mais, é possível personalizar ou compilar facilmente o pacote com os PKGBUILDS.
    .
    Enfim, existem inúmeras vantagens e facilidades no Arch.

  6. Cesar em 30 abr, 2009

    Também sou usuário do Arch há dois anos e na prática só "existem" problemas quando atualizações grandes acontecem, como no Xorg ou no gerenciador de janelas. Com o kernel eu nunca tive problemas. Ainda assim, geralmente as correções podem ser feitas sem grandes complicações.

    Depois do Arch, não testei nenhuma outra distribuição.

  7. Alexandre Santos em 30 abr, 2009

    Usuário do Arch a uns 6 meses mais ou menos e nunca tive problema com ele, pelo contrário!

    Era usuário fiel do slackware, mas para colocar no Desktop o Arch Linux chega muito melhor.

    O novo Xorg-server não precisa do xorg.conf não, basta você ativar o HAL e iniciar o X.

    P.S.: Depois que conheci o pacman acho todos os outros gerenciadores de pacotes sujos e desorganizados.

  8. willian firmnio em 30 abr, 2009

    instalei o Arch por curiosidade pois sou usuario do Slackware mas não fui muito feliz com a experiência, senti muita instabilidade e tive alguns problemas com pacotes novos que realmente me incomodaram, ainda acho o Slackware uma Distro mais sólida e Estável e com menos problemas que o Arch.

  9. fusca14 em 30 abr, 2009

    Eu uso o Arch há anos. Realmente é uma distro excepcional pois é leve, o seu repositório fica sempre atualizado e a ajuda obtida pela comunidade é fantástica. Quem instalá-la vai aprender bastante! RECOMENDO!

  10. tdz em 30 abr, 2009

    Uso o Arch há um bom tempo já, não consigo mais "abrir mão" do sistema, a velocidade dele é um dos pontos fortes, além do pacman que é fantástico.

    Como o Ricardo comentou, tem pacote para quase tudo nos repositórios.

    Abraços

  11. alex em 30 abr, 2009

    pelo visto 80% das pessoas aqui usam ou usavam slackware como eu
    tenho os 2 instalados

  12. Paulo Victor em 30 abr, 2009

    Eu uso o Arch já faz mais de um ano. Não troco ele por nada. O Pacman ajuda muito, O EXT4 funciona perfeitamente. Nunca dá problemas com updates de Kernel. O unico grande problema que tive foi com a atualizaçao do Xorg, onde fiquei sem conseguir logar pois o mouse e o teclado estavam parados. Um boot por Live CD resolveu tudo, me permitindo editar o xorg.conf e voltar para o Arch.

  13. corvolino em 30 abr, 2009

    Usem arch linux! :D

  14. sergiocava em 30 abr, 2009

    Até entendo o que o outor quis dizer com as desvantagens do rolling releases, mas a comunidade do arch dedica muita atenção com os pacotes mais complexos como xorg, kernel, gnome, etc…, colocando-os antes em um repositório de testes e liberando-os depois. Ainda assim acontecem alguns probleminhas, é verdade, mas pode apostar que a solução do problema é publicada antes mesmo que o defeito seja percebido pelo usuário.

  15. Rodrigo em 30 abr, 2009

    Eu uso o arch linux desde o ano passado. gostei bastante dessa distribuição, e a necessidade de um desktop limpo, sem ter que baixar cds e dvds, apenas escrever a imagem no pendrive me fez migrar. mas volta e meia testo outras distribuições.

  16. leig4n em 1 mai, 2009

    essa materia vai ajudar muita gente! muito bom mesmo!

  17. Felipe em 1 mai, 2009

    Uso Arch faz dois ou três meses, e fui usuários do Slackware e Debian por anos a fio (ainda uso Debian). Mas a velocidade, o pacman, o ABS, e o controle que o arch oferece são insuperáveis para um desktop geek.
    O príncipio KISS dele (que tb é a filosofia do slack mas não a do debian)… afff fantástico e com o controle de dependência do debian. É um sonho realizado (Kiss do Slack + Dependencias do debian e ah! O portage do gentoo …)

  18. Rafael em 1 mai, 2009

    Também utilizo o arch há um ano, tanto em meu notebook quanto no desktop, o unico problema que enfrentei foi quando atualizam o driver da Nvidia, que fez o X parar d funcionar, mas nada que a reconfiguração não resolveva.

    Utilizo a versão para 64 bits, e posso dizer com certeza, é bem mais rapida do que Debian e Madriva em 64, as outras duas que ja avia testado.

    Vida longa ao Arch!!

  19. Slipkd em 2 mai, 2009

    Arch é arch, simplicidade e velocidade :)

  20. Semeion em 4 mai, 2009

    Fui usuários de diversas distros, inclusive Ubuntu, Kubuntu, Debian, etc.

    Depois que instalei o Arch confesso que foi paixão a primeira vista!

    Arch Linux + KDEMOD3 é super leve, rápido e completíssimo. Simplesmente fantástico!

  21. Marcelo - aka kalib em 5 mai, 2009

    Parabéns ao pessoal do GDH pela publicação.
    A melhor review que já vi sobre o Arch Linux até hoje. Não apenas deixo os parabéns para o GDH, mas também ao pessoal da comunidade Arch Linux Brasil que vem fazendo um excelente trabalho de divulgação da distro bem como de apoio aos novos usuários.

    Depois de passar por várias distros, dentre elas Slack, Debian, Conectiva, Ubuntu, Kubuntu, Kurumin, Fedora…, realmente percebi que me sentia em casa utilizando Linux ao conhecer o Arch Linux. Uma filosofia que faz a diferença na hora H.

    []'s

  22. Gilfran em 5 mai, 2009

    Inicialmente, parabéns pelo post…
    Realmente o Arch é um sistema muito rápido, esse é um dos motivos que me fazem adota-lo atualmente, mas ele tem outro grande diferencial que é o trabalho da comunidade.
    O Arch, além dos repositórios principais: core, community e extra (também há o testing), algumas comunidades locais (de cada país) mantém repositório próprio, como a archlinux-br. Ele possui ainda o AUR, que é um local onde você pode disponibilizar softwares que você ache interessante e queira "pacotar" para o Arch, ou até mesmo Softwares que você mesmo fez…
    O AUR possui ainda um instalador automático de pacotes que é o "yaourt".
    Enfim, é uma comunidade muito aberta e que leva a sério a questão da liberdade e um sistema MUITO poderoso e veloz!

  23. Rosbon em 6 mai, 2009

    Uso o Arch faz uns 3 anos e tive poucos problemas com ela. Claro, nao tem como ser 100% perfeito mais estou satifeito e nunca mais saio dessa distro.
    Ja testei varias e nunca me contentava…de Slackware a Ubuntu e Debian.

  24. jeffersonjbj em 14 mai, 2009

    Parabéns mais uma vez pelo excelente artigo, muito bem detalhado e fácil de entender. Para a turma que utiliza o KDE aconselho o KDEMOD, que conforme Hugo Dória "é projeto que visa fornecer uma instalação modular do KDE e otimizada para o Arch Linux".

  25. Jonathas em 19 mai, 2009

    Gostei do artigo.. sou usuário do Arch Linux ha 9 meses (desde Agosto de 2008), e antes usei Debian por pouco mais de 1 ano, e Slackware por um tempo..
    Não gostei de tanta comparação do Arch com o Slackware.. se falaram que é uma distro independente, e não derivada do Slackware, não vejo o porque de continuar citando Slackware todo o tempo no artigo..
    Como em: "Depois de verificar a configuração (veja as dicas de configuração manual do X no capítulo sobre o Slackware)" ou "No Arch, os serviços de sistema vão na pasta "/etc/rc.d", assim como no Slackware.".
    Talvez o título do artigo pudesse ser "Arch Linux X Slackware"? =P
    Enfim.. também não achei legal as formas apresentadas para configurar as coisas.. como "# Xorg -configure". O "#hwd -xa" é bem mais simples e prático, e já reconhece o hardware todo e gera o xorg.conf.
    E também, pra que instalar isso tudo de uma vez, como em: "# pacman -S xf86-video-ati xf86-video-intel xf86-video-nv xf86-video-openchrome \
    xf86-video-sis xf86-video-vesa xf86-video-vmware" ?
    Não é assim o Arch Way.. O sistema vem só com a base, justamente pra não instalar qualquer coisa.. ou seja, é pra vc instalar o que você vai usar, e ter uma opção de escolha. Aqui meu video é intel.. pra q eu vou instalar o sis?
    Por favor, não me levem à mal.. Sou um Archer apaixonado e gostei do artigo, apesar de achar que parece que foi escrito por um usuário de Slackware. (Nada contra, só passou essa impressão).

  26. William-Linux em 3 jun, 2009

    cara to com problemas na instalação do arch no virtual box ñão conssigo fazer subir parte grafica mesmo depois te ter configura até com vesa na hora do X tela fica preta no gdm aparece á tela mais nao fuciona nada nem teclado nem mouse nem abre outras ttlys.
    alguem pode me ajudar?????????

  27. JeanLandim em 19 jul, 2009

    http://groups.google.com/group/archlinux-br/browse_thread/thread/bff8387358c26e95?pli=1

    Para quem esta tendo problema com o mapa do teclado no X, ai esta um link que pode ajudar.

  28. rdfreitas em 20 jul, 2009

    Muito boa Distro!!!!
    eu recomendo…..e bem facil de instalar…

  29. Dop182 em 29 ago, 2009

    Não tem mistério instalar e usar o Arch !

    ABS/pacman é relativamente fácil de usar

    É tão enchuta, porque você próprio personaliza a seu gosto ! KISS

    Recomendadíssimo !

  30. Wander-Linux em 25 out, 2009

    EStou usando o Archlinux ha uma semana. Estou gostando muito. Estava usando o Ubuntu, mas sempre gostei de conciliar o modo-texto com o grafico. Achei o Archlinux perfeito para mim… Acho que vou mante-lo como minha distro oficial. Tem tudo que preciso e ja estou familiarizado com ele a tal ponto que nao sinto mais necessidade do Ubuntu.
    Parabens a todos que trabalharam no desenvolvimento desta maravilhosa distro.

  31. nene em 28 dez, 2009

    nao sei se o meu note(celeron1.4) nao e adequado ao arch, mas a instalacao testada aqui ficou muito ruim, lento, nao sei o que aconteceu, no mesmo note, tenho debian e ubuntu, nao da nem pra comparar a velocidade, ambos intalados via minimal install e somente os pacotes que eu queria bem levinho.

  32. Sedir em 3 jan, 2010

    Uso o Arch desde 2007 e nunca tive grandes problemas com ele, claro que na primeira vez vc pena um pouco pra instalar porque tem que ler bastante a documentação, mas é como andar de bicicleta, você nunca mais esquece como fazer (mais de 2 anos, no meu caso). Os problemas os quais me referi são quanto aos pacotes de terceiros (KDEMod) que nem sempre estão livre de pequenos bugs, mas nada que uma boa pesquisa nos fóruns não resolva. Afinal, qual é a graça de ter um sistema perfeito? É bom ter um problema ou outro pra distrair =p


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