Um lugar para o Slackware
outubro 7, 2008 – 7:12 amAs distribuições Linux são um bom exemplo de ação da lei de seleção natural. Novas distribuições surgem praticamente a cada dia, mas poucas continuam ativas por mais do que alguns meses. O motivo é bastante simples: qualquer um com conhecimentos técnicos suficientes pode criar uma nova distribuição, tomando como base alguma distribuição já existente. Entretanto, apenas as que conseguem reunir um grupo suficientemente grande de usuários e desenvolvedores conseguem sobreviver a longo prazo.
Conforme o Linux passou a ser usado por cada vez mais pessoas e a atingir usuários com cada vez menos conhecimentos técnicos, as distribuições foram se tornando também cada vez mais fáceis de usar, atendendo ao público que quer apenas usar o micro, sem perder tempo configurando o sistema ou resolvendo problemas. Desde que não exista nenhuma incompatibilidade com o hardware da máquina, ou algum outro imprevisto, muitos distribuições praticamente se instalam sozinhas.
Entretanto, se você está interessado em se aprofundar e entender como o sistema funciona por baixo da superfície, este nível de automatização acaba sendo um obstáculo. É nesse ponto que chegamos ao Slackware que, justamente por ser uma das distribuições mais espartanas, abre brecha para falar sobre muitos detalhes que passariam despercebidos por uma distribuição mais automatizada.
À primeira vista, o Slackware parece ser um sistema extremamente complicado. Ele é uma das poucas distribuições Linux que ainda não possuem instalador gráfico e toda a configuração do sistema é feita manualmente, com a ajuda de alguns poucos scripts simples de configuração. Entretanto, o Slackware oferece um estrutura de arquivos de configuração e de pacotes muito mais simples que outras distribuições, o que o torna uma distribuição ideal para entender mais profundamente como o sistema funciona.

>Se as distribuições fossem carros, o Slackware seria o Fusca. Ele não possui nenhum dos confortos encontrados em outros carros atuais, mas em compensação possui uma mecânica extremamente simples, o que também o torna fácil de modificar e de consertar. É justamente por isso que o Slackware possui tantos fans, apesar da idade avançada. Ele é complicado na superfície, porém simples e confiável no interior.
Ele é também uma distribuição interessante para uso em PCs com poucos recursos, já que usa configurações bastante otimizadas na compilação dos pacotes e mantém poucos serviços ativados por padrão. Ele é uma das poucas distribuições que ainda podem ser utilizadas sem grandes percalços em micros com apenas 128 MB de memória RAM.
O Slackware é o exemplo mais proeminente de "distribuição de um homem só". Ele foi desenvolvido desde o início por uma única pessoa, Patrick Volkerding, que esporadicamente conta coma ajuda de outros desenvolvedores. Ele se encarrega de testar e incluir novos pacotes, aperfeiçoar o instalador e outras ferramentas e, periodicamente, lança uma nova versão incluindo todo o trabalho feito até então.
A primeira versão foi disponibilizada em julho de 1993 (época em que a instalação era ainda feita usando disquetes) e novas versões vem sendo lançadas uma ou duas vezes por ano desde então. A versão 11.0 foi lançada em outubro de 2006, a 12.0 foi lançada em julho de 2007 e a 12.1 (a mais atual enquanto escrevo) foi disponibilizada em maio de 2008. Uma curiosidade dentro da história do Slackware é que as versões 5 e 6 não existiram, já que a numeração pulou do 4.0 (lançado em maio de 1999) para o 7.0 (outubro de 1999), para acompanhar os números de versão usados no Red Hat Desktop (que era na época a distribuição mais popular), evitando assim que o Slackware parecesse desatualizado.
Embora tenha uma estrutura interna relativamente simples, o Slackware intencionalmente conta com poucas ferramentas de configuração e por isso é considerado uma das distribuições mais difíceis, já que quase tudo, desde as configurações mais básicas precisam ser feitas manualmente. Ao contrário da maioria das distribuições atuais, o foco do desenvolvimento é manter o sistema fiel às suas raízes, ao invés de tentar facilitar o uso automatizando funções. Mesmo a inclusão do suporte ao hal, um recurso utilizado pelo KDE (e também pelo Gnome) para detectar a inserção de pendrives e outros dispositivos removíveis foi intencionalmente postergado durante várias versões.
Em termos de configuração e detecção de componentes, o Slackware é uma espécie de denominador comum entre as distribuições: ele inclui apenas as ferramentas mais básicas, o que permite que você trace uma linha imaginária entre o que é detectado pelos serviços padrão do sistema e o que é automatizado por ferramentas específicas incluídas em outras distribuições.
Ao contrário do que se costuma ouvir, a instalação do Slackware pode ser tão simples quanto a do que a do Mandriva ou Fedora, o problema é justamente o que fazer depois da instalação. Quase nada é automático: som, impressora, montagem das partições, tudo precisa ser configurado manualmente depois. O "Slack" no nome significa "preguiçoso" no sentido de que o software não fará muita coisa por você. A proposta da distribuição é justamente lhe proporcionar problemas, para que você possa aprender pesquisando soluções para eles. Esta acaba sendo a principal limitação, mas ao mesmo tempo o diferencial que mantém a distribuição relevante.







34 Responses to “Um lugar para o Slackware”
Meu primeiro contato com o linux foi com o slackware atraves de um amigo,primeira coisa que fiz foi formatar o hd,ele atualmente é o responsavel pela mistica "que o linux é coisa de hackers e analistas de sistema", depois eu conheci outras distribuiçoes linux(kurumin 5,6 e 7,ubuntu e big linux)atualmente,estou tentando convencer a administração publica a usar o linux como sistema operacional padrao ,em virtude do fracasso do windows vista e do alto custo de aquisição de maquina parrudas para rodá-lo,mas é dificil convencer as mentes fechadas de nossos administradores publicos,e alguem do contra sempre vai falar da dificuldade do uso,porque teve contato com o slackware.
By ewerton on out 7, 2008
Usar um sistema e estudar um sistema são dois processos um pouco diferentes, daí o exemplo do fusca.
Com certeza ninguém vai querer sair viajando por aí com um fusca (a menos que tenha algum gosto pessoal por ele ou não tenha outra opção), vai preferir um carro mais confortável. Entretanto, se você está querendo estudar mecânica, a coisa muda um pouco de figura. É bem mais simples entender a estrutura de arquivos de configuração do sistema e dos scripts de inicialização no Slackware do que no Fedora, por exemplo. Isso faz com que, embora não seja muito indicado para uso em desktops, ele ainda tenha utilidade como um sistema para fins didáticos, como expressei no post.
By Carlos Morimoto on out 7, 2008
Sr. Morimoto se não me engano no inicio dos seus trabalhos com o Linux havia somente tutoriais com Slackware (encontrados nas dicas com datas mais antigas) e depois houve a migração para o Debian/Knoppix.
Se me permite perguntar porque a base do Kurumin não foi o Slackware?
By Ro3b on out 7, 2008
O Slack, hoje considerado difícil, já foi a distribuição mais fácil de instalar quando lançado e já vinha com o KDE instalado automaticamente.
Sinceramente nunca achei o Slack tão difícil de instalar assim, na época a distribuição considerada difícil era o Debian que foi lançado menos de um ano depois.
Na época o Slack tinha ferramentas modo texto para configurar a maior parte do sistema, o linuxconf por exemplo, eu acho que ele continua tendo essas ferramentas não ?
O grande problema do Slack, é não ter um sistema de pacotes eficiente. Para incluir novos aplicativos, fora do que vem no CD, tem de ser a lá Windows um por um, e é complicado fazer atualizações do sistema todo. Se não me falhe a memória ele só atualiza o sistema base e mais algumas poucas coisas.
Por isso depois de passar pelo Slack, RH e Conectiva parei no Debian, o qual pretendo permanecer fiel enquanto durar…
By Newton on out 7, 2008
Ro3b, não pretendo entrar em uma discussão dobre os méritos técnicos de uma ou outra distribuição, nem começar um flame sobre qual é melhor. Vamos apenas dizer que cada um atende bem a um propósito específico e que cada um tem liberdade para usar uma ou outra de acordo com a situação.
By Carlos Morimoto on out 7, 2008
Obrigado.
No trecho "Vamos apenas dizer que cada um atende bem a um propósito específico …" já responde a minha pergunta.
By Ro3b on out 7, 2008
Atualmente USO o slackware como sistema operacional principal. Já uso linux há 10 anos, e nunca tinha testado o slackware. Com a tendência atual das distribuições mais comuns de "facilitarem" as coisas para o usuário estva tendo dificuldades em mandar no meu próprio computador; nenhuma configuração manual que eu fizesse permanescia. Finalmente instalei o slackware e achei muito fácil de instalar e arrumar. Aliás, acho bem mais fácil ter que configurar algumas coisas manualmente do que ficar desfazendo "facilidades" que me atrapalham.
Uso o slackware principalmente para meus trabalhos acadêmicos, multimídia, jogos e programação. Ele atende perfeitamente ás minhas necessidades e não perco tempo.
Acreditem! É mais rápido resolver um probleminha no slackware do que tentar se entender com programas de configuração (YAST, DrakeConf, …)
By Aline on out 7, 2008
Sem duvida o Slackware é uma ótima distro uso ele como desktop e não tenho problemas quanto ao sistemas de pacotes citado acima uso o slapt-get sem problemas, atualizo o sistema instalo novos programas etc… seria bom se o patrick olhasse para essa ferramenta que a meu ver é bem melhor que o slackpkg e a incluisse no /extra
By willian firmino on out 7, 2008
concordo com vc willian
pelo menos pra mim a unica coisa q falta é no gerenciamento de pacotes
de resto o slackware é maravilhoso!
By Alex Spenassato on out 7, 2008
Uso o Slackware já faz um tempo e essa foi a melhor distribuição que já conheci. O sistema de pacotes é rudimentar(em linha de comando somente), mas isso não quer dizer que seja pior que o de outra distro qualquer. Ele atinge seu objetivo e pessoalmente prefiro criar meus próprios pacotes quando quiser com a maior facilidade e do jeito que eu achar melhor.
A verdade é que o Slackware NÃO é recomendado pra quem NÃO gosta de se aprofundar em Linux, visto que pra dominá-lo é preciso se dedicar e estudar a distribuição. Mas pode acreditar que quando se domina, você passa a ter muito mais segurança com Linux em geral e entende melhor a essência do Linux.
Na minha máquina uso o Slack totalmente personalizado(quem vê não diz que é Slack) e o desempenho é muito superior a qualquer distribuição "automatizada". Pra vocês terem uma idéia tenho até o Compiz-fusion rodando com uma placa de vídeo on-board sem problemas, agora a pouco estava mudando a aparência do Emerald quando comecei a digitar esse texto.
By David on out 7, 2008
Eu já uso linux há muitos anos. Durante pouco mais de 1 ano usei o Slackware. Entretanto, como eu gosto de sair instalando pacotes novos para testar, estava tendo problemas com a ausência um gerenciamento eficiente. Resolvi então partir para o Debian. Usei por um tempo mas não gostei muito dos repositórios (os que tem as versões mais ou menos atuais não eram muito estáveis). Passeando pelo VOL conheci o Arch Linux. Instalei em casa, achei o sistema muito bom, um pouco mais "pelado" que o slackware, porém muito fácil de configurar. Instalei também no meu Eee PC 701, ficou muito bom. Até hoje não tive problema algum com o Pacman (gerenciador de pacotes, equivalente ao apt-get). Tudo que eu tenho funciona bem nele (wireless, bluetooth, webcam, placa de captura de video etc). Acho que não volto mais para o slackware
By Paulo Victor on out 7, 2008
Utilizo Slackware desde a versão 9.0 foi com ela que apreendi a instalar configurar a revirar todo o sistema.
Hoje ja estou na versão 12.1 com kde 4.1 instalado funcionando no meu notebook.
Ja configurei servidores com samba, iptables entre outras ferramentas.
O que eu posso dizer é que o fusquinha ensina a dirigir e a dar manutenção, depois que voce aprende a dar manutenção seu fusquinha pode ser customizado por voce mesmo até ficar igual a uma BMW.
Wagner
Ps.: Otimo site guiadohardware Parabens Morimoto.
By Wagner on out 7, 2008
Uso Slackware desde 1999 em matéria de servidor não tem igual em Fevereiro de 2009 meu servidor faz 10 anos sem nenhuma parada uma grande distro na minha opinião eu tenho outras distros em casa e não tiro seu valores mais eu dou 1 voto pelo Slack.
By By Alfa on out 7, 2008
O Slack não é simplesmente difícil, o que falta para quem pretende experimentar em muitos casos é o treinamento básico de config do sistema Linux padrão. O reconhecimento de Hardware do Slack na minha opinião não deixa nada a desejar se comparado com outras Distros. Talvez algumas Distros renhão mais facilidades para config de WebCam ou um radio qualquer, mas daí fica uma questão que já não passou por alguma Distro destas automatísticas onde as config você faz de algum tipo não funcionam como o esperado ou tem reações estranhas? O que eu gostaria de ver acontecer com o Slack e o “Patrick Volkerding“ mudar a doutrina se posso assim denominar, para que aja alem da versão básica do Slack uma compilada para 64 bits e um gerenciador de pacotes como o Pacman , seria uma grande evolução para o Slack. Mantendo é claro as qualidades e simplicidade do sistema.
By Charles Mattioda on out 7, 2008
Comecei a usar Linux pelo Conectiva, que usei do 5 ao 10. Nesse meio tempo, como tinha espaço de armazenamento sobrando, testei sempre mais uma distro, para conhecer, tendo instalado entre outras, Suse, Mandrake, Kurumin (então com menos de 200 mb) e finalmente o Slackware, em sua versão 8.1.
O que a princípio me pareceu complicado, principalmente pela falta de um gerenciador de pacotes, em pouco tempo eu percebi que era, verdadeiramente, mais simples que as outras (kiss). A partir daí, ao invés de ter sempre na máquina o Conectiva e mais uma distro variando, passou a ser o Slackware e mais uma.
Com o aumento geométrico dos espaços de armazenamento e após ter conhecido o Archlinux (que também partilha a filosofia kiss), passei a ter sempre o Slackware, o Arch e mais uma, depois mais duas até atualmente em que eu possuo além da dupla de fé, mais três distribuições.
Todas as distribuições mais usadas no Brasil eu já instalei e usei por um certo tempo até tomar intimidade.
O que posso dizer é que minhas distros de fé continuam a ser o Slack e o Arch. Quer saber porque? porque nas duas, tudo funciona!
Basta um pouquinho de vontade, de compilação e de construção de pacotes.
By flavioml on out 7, 2008
A felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la ou deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Slackware é isso.
amor & elétrons
By ricardo on out 7, 2008
Não foi com o Slackware que eu comecei a mexer no linux, comecei pelo RedHat 7.0. Quando descobri o Slackware, não deixei mais de usa-lo.
Sinceramente, nunca achei dificil nem mesmo instala-lo, sempre que tive problemas com alguma configuração, ia até o fim para tentar solucionar o meu problema. É certo que imprimi muitas paginas de manuais, no final, sempre valia apena. Depois dele, mexo um pouquinho no Archlinux. Porem, nada melhor que o bom e velho slack.
By Teodorico N. R. Junior on out 7, 2008
O que falta é um pouco de paciência e (às vezes) inteligência por parte do usuário. O slackware é show de bola. Quero ver se se aprende mais com outra distro do que com o slack. Tomara que nunca saia de circulação, como um dia vi num fórum. É lenda já, religião.
By Filipe on out 7, 2008
Olá já instalei e usei quase todas as principais e menos conhecidas distribuições até algumas derivadas do Slack, lamentavelmente nunca consegui configurar o video na minha máquina, mesmo seguindo vários manuais, mas até acho que talvez seja o hardware de video.
By Mizael on out 7, 2008
Alguém usa o Slack no eee?
Gostaria de experimentar.
By Guilherme Yan on out 7, 2008
Slackware não é difícil. Na verdade ele é facílimo, todas as configurações estão escritas (comentadas) nos arquivos, é só ler e ajustar. Em inglês, claro, mas isso é básico pra tecnologia nos dias atuais.
Pra mim, o fato é que o Slackware só assusta. Todos me falavam que era difícil, mas a real é que é apenas modo texto. Modo texto não é difícil, é apenas diferente do que a maioria dos usuários Windows está acostumado, e no final se torna um hábito saudável e eficiente de se usar o computador.
Atualmente, não uso mais Slackware (uso o Fedora pela performance, em processo de mudança para o CentOS), mas do fato que ele me ensinou a aprender e a me virar nas distribuições Linux e versões de Unix, só tenho a agradecer. E a brincar com ele no VMware ocasionalmente, também.
By Lucas Timm on out 7, 2008
ae Drº Carlos Morimoto mexeu na caixa de pandora é sempre assim quando o assunto é Slack isso é muito bom… o slack esta muito vivo!!!!!
By willian firmino on out 8, 2008
Concordo com muitos..
O Slackware foi o sistema, que basicamente, me fez entrar de cara no mundo Linux, a uns 3 anos.. Quando comecei a utilizar o sistema, realmente, como sistema principal.. Antes disto, ficava pulando de distro em distro, testei Debian, Fedora, Mandriva, Suse, e nenhum me apetecia.. As ferramentas de auto-configuração mais atrapalhavam do que ajudavam.. O Yast, ao meu ver, é uma porcaria, olha a "chafurda" que ele faz nos confs do Apache, por exemplo… Funcionar, ele funciona, mas a que ponto?
Utilizei um tempo (quase 1 ano) o Ubuntu, mas me sentia preso em alguns momentos.. Até que resolvi voltar ao Slackware (sistema com o qual comecei a estudar o mundo Linux), e estou com ele a 1 ano e meio, praticamente.. Instalei na epoca, o RC do slackware 12.0, e fui atualizando com Slapt-Get, tendo os repositorios oficiais (slackware brasil) e os repositorios da comunidade italiana, que traz muitos pacotes novos e estáveis..
Nunca tive muitos problemas em atualizar toda a distro (com relação a dependências e etc).. O maximo que acontece as vezes, é ter de fazer algum link simbólico para bibliotecas e etc, mas nada muito complicado…
E concordo com o que foi falado acima, o patrick poderia dar uma revisada no gerenciamento de pacotes.. Talvez incluir o slapt-get.. Sobre a falta de resolução de dependência no gerenciamento de pacotes do slackware, acho que não chega a ser um problema.. Pois assim, além do usuário aprender melhor como os softwares dependem um do outro dentro do sistema, também mostra ao usuário que qualquer aplicação pode funcionar em sua distro, basta você resolver o problema de dependências, que muitas vezes, pode ser resolvido com um simples "ln -s"..
Já utilizei diverças vezes o deb2tgz ou rpm2tgz para portar pacotes do debian e redhat/fedora para o slack, e bastava um ln -s para colocar a dependência com o nome certo e onde o software queria que o mesmo estivesse, e pronto..
Realmente, utilizo ele como Desktop, tenho somente este sistema em meu pc, e não sinto falta de outro.. Até minha noiva o utiliza, e está começando a ceder aos "encantos do pingüin", já até perguntou se eu instalaria no seu laptop, já que não da tanto pau quanto o windows e é "imune" a vírus.. hehe
Falow pessoal!!!!
By Josias D. Martins on out 8, 2008
deb2tgz???
Essa eu não conhecia!
Aqui no meu Slack não tem… Será que funciona mesmo?!
By David on out 8, 2008
Simplesmente sensacional e depois de configurado nem se fala!!
slackpkg install love_system
By Guilherme on out 8, 2008
Sou usuário desde o Slackware 8, aprendi muito com o sistema e sou muito grato ao Sr Piter Punk que inclusive faz parte aqui do meu ICQ (será que alguem ainda usa isso?)! Falar do Slackware e não mencionar esse entusiasma é como ir a Madureira e não comer pastel & caldo de cana
By ricardo on out 8, 2008
Caraca! Piter Punk & Slackware? É igual feijão & arroz…
Um completa o outro. O cara é o criador da ferramenta de atualização do Slackware brasuca. É isso mesmo o slackpkg. Pra que não sabe, quando se atualiza o sistema com ou mesmo instala algum programa estamos sobre o efeito do mestre Piter Punk.
Um abraço para todos(as).
By ricardo on out 8, 2008
Realmente o Slackware é a distro que ensina você a entender o funcionamento do sistema. Acredito que a única dificuldade está em resolver as dependências na instalação de programas. Ficar "catando" bibliotecas aqui e ali não agrada aos novos usuários.
Falowwwww
By Conrado on out 8, 2008
Não troco o Slack por nada.
É muito leve.
Você faz o que quiser com ele.
Já tentei conhecer outras distribuições em casa mais o Slack domina meu computador ha anos.
Have fun!
By Claudio Filho (baixotu) on out 9, 2008
Assim como temos o Ubuntu, derivado do Debian. Temos os filhos do slack - aconselho e uso a mais de 2 anos o zenwalk linux - a simplicidade do slack com um gerenciador de pacotes com dependencias "netpkg".
By Fabiano Gomes on out 9, 2008
Saudações a todos do Fórum.
É sempre bom estar de uma forma figurada na presença de pessoas como o fórum nos propicia.
E mais uma vez a minha convicção de que o Slack é a melhor escola de Linux que qualquer um de nós tem disponível. Tenho uma versão do DesktopBSD diga-se “FreeBSD” no meu micro e o Slack em outra partição, nem preciso dizer que minha escola de Linux é o Slack porque o sistema da a segurança e desenvoltura para não ficar intimidado diante de outros sistema. Não tenho a arrogância ou pretensão de alimentar vaidades do ego, que por sinal detesto sobre qualquer situação. E minha vontade de aprender que me motiva e claro um bom desafio. Esse é meu testemunho com relação ao Slack. Como a curiosidade matou o “Gato” gostaria de saber dos colegas se já esta disponível o “NetPkg” para Slack 12.1 e se é viável a instalação.
Obrigado a todos !
By Charles Mattioda on out 9, 2008
Olá, Pessoal
É um prazer estar me comunicando com vocês. Tenho um problema com o Slackware, que é a distribuição que escolhi e que uso desde 2004, quando comecei a estudar o Sistema Linux. Na realidade, meu conhecimento do Slackware veio através de outra distribuição que foi criada tendo o Slackware como base, mas infelizmente não consigo me lembrar de seu nome agora. Mas o que interessa é o meu problema: não consigo tocar uma simples sequência MIDI, usando este Sistema Operacional. Tenho três máquinas. Não são grandes máquinas, já são antigas. Em duas está instalado o Windows 98. Nestas tenho muitas sequências MIDI. Uso-as para ouvir minhas sequências, principalmente blues. Numa terceira máquina, um pouco mais atual, tenho o Windows XP e o Slackware. Já fiz tudo que posso, mas não consigo tocar uma simples sequência MIDI. Ás vezes, parece que está tocando, mas não ouço nada. Pessoal, já faz quatro anos que estou tentando. Se alguém souber o que devo fazer para me ajudar, ficarei muitíssimo agradecido.
Fernando Melo Medeiros
By Fernando Melo Medeiros on out 10, 2008
O Slack é bom, unica coisa que eu acho que devem fazer é colocar o melhor gerenciador de pacotes para linux: pacman
O pacman é o gerenciador de pacotes padrão do arch linux. Além de instalar os ultimos softwares (um exemplo, lançou o amsn 0.97.2, no dia seguinte já estava disponível nos repositórios) e continua totalmente estável, sem problema algum.
Só isso que falta no slack.
By LucianoFGS on out 10, 2008
Alguém comentou aí que transforma-se o Fusca num BMW. É exatamente isso.
O meu Fusca/BMW vai do enter no Grub ao KDE ou Fluxbox disponível em 27 segundos, montando dois HDs ide cheios de partições (a swap é hdb9).
Contam que certa vez, numa estrada em Brasília, um policial rodoviário chamou outro pelo rádio e pediu que parasse um Fusca que tinha passado a 200 Km/h. O segundo guarda achou que fosse piada. Depois de convencido, foi pra estrada esperar o bicho. Era Nelson Piquet, de Fusca :)))
E o pessoal dos carros modernos, anda a 200 Km/h ou dá boot em 27 segundos?
By Elias Zoby on out 19, 2008