Por que "Linux nos desktops" deixou de ser um tema relevante
Publicado em 17/12/2008 – 18:30por Carlos Morimoto
Muito se fala sobre a população do Linux e, com o crescimento do Ubuntu e de outras distribuições, parece que 2009 será finalmente o "ano do Linux" nos desktops, algo que vem sendo profetizado há muito tempo. Entretanto, uma análise mais cuidadosa revela que esta pode ser na verdade uma batalha perdida. Talvez isso soe estranho vindo de alguém que desenvolveu uma distribuição Linux ao longo de quase 4 anos, por isso deixe-me explicar melhor.
De certa forma, o Linux está "pronto para o desktop" desde 1994, quando foi feito o port inicial do Xfree86 e o sistema ganhou suporte a aplicativos gráficos. A partir daí, a questão passou a ser como atrair os desenvolvedores e os fabricantes de hardware para o sistema, de forma que ele fosse capaz de rodar os softwares populares e tivesse suporte a todos os componentes de hardware usados.
Entretanto, como bem sabemos, a adoção do sistema nos desktops foi muito mais lenta do que se esperava e em pleno final de 2008, a percentagem de desktops rodando alguma distribuição Linux ainda está abaixo dos 5% na maioria dos países. Este número deve crescer ao longo dos próximos anos, mas é improvável que o percentual ultrapasse os 10% antes do final de 2010.
Os números são muito diferentes do que temos nos servidores e nos dispositivos embarcados, onde o Linux supera o Windows em utilização em diversas áreas. Os servidores Linux são maioria entre os servidores de hospedagem e nos clusters, por exemplo. Com a popularização do cloud computing, a utilização do Linux nos servidores deve aumentar ainda mais nos próximos anos, aplicando uma pressão cada vez maior sobre o Windows Server.
No caso dos desktops que são o tema deste artigo, a batalha pode ser dividida em duas fases. A primeira fase foi a batalha pelos aplicativos, onde o que importavam eram aplicativos rodando localmente, como o Office, Photoshop, Corel, etc.
Esta primeira batalha acabou sendo vencida pelo Windows, que, como bem sabemos, conseguiu manter uma percentagem de uso nos desktops acima dos 90%, apesar da pressão exercida pelas diferentes distribuições Linux.
Embora existam muitos aplicativos de boa qualidade para Linux, como o Gimp e o OpenOffice, a maioria dos usuários acabavam sempre sentindo falta de alguns recursos ou aplicativos específicos e a maioria acabava voltando para o Windows. Sempre existia a possibilidade de rodar aplicativos e jogos através do Wine e do Cedega, mas quase sempre os aplicativos rodavam com perda de desempenho ou com falhas, o que fazia com que eles fossem utilizáveis apenas em casos específicos.
A batalha pelos aplicativos continuou até por volta de 2006, quando deu lugar ao segundo ato: a era da web. Nessa segunda batalha, os aplicativos desktop passaram a ser secundários e as atividades da maioria dos usuários passaram a ser centradas no uso do navegador, aplicativos online e comunidades. Aplicativos como o Office e o Corel deram lugar ao Gmail, Orkut, Flickr, etc. Um exemplo emblemático disso é o lançamento do Photoshop Express, que funciona via navegador.
Curiosamente, foi justamente a partir daí que o Linux passou a ganhar mais espaço nos desktops. A resistência passou a ser menor, simplesmente por que as pessoas passaram a usar menos aplicativos locais e acessar mais serviços através do navegador. As dúvidas mais comuns deixaram de ser sobre como encontrar aplicativos que substituem os disponíveis para o Windows ou sobre como rodar jogos no Wine e passaram a ser centradas em como configurar placas wireless ou modems 3G, ou como acessar determinados sites usando o Firefox.
Em última análise, para a maioria dos usuários hoje em dia, o sistema operacional tem uma importância relativamente pequena. Desde que consigam conectar na web, instalar o suporte a flash no Firefox e encontrem um programa de IM fácil de usar, estão felizes. A função do sistema operacional passou a ser de um mero coadjuvante e a atração principal passou a ser o navegador, que se tornou a plataforma onde rodam os aplicativos.
É bem provável que o uso do Linux nos desktops continue crescendo, possivelmente até superando o Windows em algum ponto (provavelmente na forma de algum sistema simplificado, que venha pré-instalado e permita executar tarefas comuns de forma simples), mas em última análise isso não tem mais tanta importância, pois os desktops estão condenados a se tornarem meros terminais de acesso à web. A verdadeira batalha está agora nos servidores e nos aplicativos via web, que são onde os dados são armazenados e onde os ciclos de processamento são realmente usados para coisas importantes.
Pode ser que uma antecipação deste cenário tenha sido o que levou a Red Hat a descontinuar o Red Hat Desktop em 2003, concentrando os esforços em torno do RHEL e nas soluções destinadas a empresas. Talvez estivessem certos afinal, já que a Red Hat já ultrapassou a marca dos US$ 500 milhões de lucro líquido em 2008, enquanto empresas como a Mandriva, que apostaram nos desktops, lutam para sobreviver.
Estudar Linux continua sendo importante para o desenvolvimento pessoal e profissional, pois hoje em dia o sistema é usado em quase tudo, de servidores de hospedagem, a centrais de VoIP com Asterisk, passando por todo tipo de roteador, servidores de arquivos, sistemas embarcados em geral, e assim por diante. É nessas áreas que o sistema realmente irá fazer a diferença daqui em diante. O uso nos destkops é apenas uma consequência.
Leia também: Uma breve história do Linux



162 respostas para “Por que "Linux nos desktops" deixou de ser um tema relevante”
O sistema operacional sempre será necessário, e acredito que o Linux vai crescer um pouco mais quando os computadores começarem a vir com o Linux pré-instalado, não como o sistema padrão, mas como já vem sendo divulgado: um sistema para acesso à internet sem necessitar instalar qualquer sistema operacional, ou mesmo ter disco rígido.
Migrar todo o desktop para a "nuvem" não é uma boa idéia, se localmente os aplicativos já não são seguros imagine remotamente! E quando não se tem acesso à internet? E quando se tem velocidade baixa?
Faltam responder muitas perguntas antes de tudo passar para a "nuvem".
Bom, ao que me parece esse é o desabafo de alguém que já luta há muito tempo, mas eu realmente compreendo o que você diz, o fato é que eu acredito que o linux vai deslanchar mais em dispositivos onde realmente o sistema operacional é irrelevante, e o mais engraçado é que as pessoas que depois de muito esforço eu consegui convencer a experimentar o linux sempre me fazem a mesma pergunta: mas porque ele não deslancha? A melhor resposta acho que quem deu foi um colunista de um fórum muito respeitado, onde ele contava a história do sistema operacional da IBM, o linux só não morre porque felizmente por ter o código aberto e ser muito usado em servidores, sempre que existir um jedi disposto a encarar o desafio ele vai estar lá.
Eu sou um iniciante no mundo Linux (uso o Kurumin 7 aqui em casa e na minha tendinha) e posso dar a minha opinião sobre o que leva alguém com Desktop a migrar para o Linux.
Saber que o usuário comum não usa nem o Windows nem o Linux é importante e vem em primeiro lugar, mostrar isto para os amigos. Segundo: não confiar nos tais "tecnicos" que não conhecem nem o Windows nem o Linux e só sabem resolver problemas formatando o HD e instalando Windows pirata -- aí surge um ponto interessante: se a M$ resolver implementar a detonação de todos os XP piratas, haverá uma porta imensa para o Linux e eles não fazem isto, porque sabem que perderam um mercado imenso e de uma hora para outra.
Atualmente o Windows ainda é a tal "Gilete" ou o "Bombril" dos computadores, a grande maioria usa o Windows porque dizem que é melhor e pode ser reparado (formatação do HD) pelos "tecnicos". Para ganhar mercado o Linux deve promover cursos como há para o Windows, deve fazer acerto com a Telemar (nome fantasia de Oi fixo) para dar suporte ao Linux (já ví propaganda da Oi fixo no site do Guia do Hardware e se você falar que usa Linux o pessoal da Telemar fica arrepiado!), o pessoal do Linux deve ser mais atuante com os "montadores de PCs" e conseguir embarcar mais Linux nos PCs novos (a minha esposa recebeu da Prefeitura do Rio um Notebook da Itautec com Windows e Office 2007, deveria ser com Linux, pois ficaria mais barato e não dependeria de nenhum gringo, mas …).
Mas um ponto eu gosto de comentar (mesmo sendo usuário de Linux) sem a M$ nós não teríamos os PCs que temos hoje, sempre foi fonte de avanço para o hardware as necessidades de recursos dos programas da M$.
Prezados, não podemos esquecer o grande filão dos games, não joguinhos de pingüins fofinhos ou de tabuleiros, mas jogos hardcore que, querendo ou não, são "For Windows". Os defensores do Linux podem até falar de alguns games bons para a plataforma, mas serão sempre alguns, apenas alguns. Nao podemos esquecer que boa parte dos gamers são usuários com um certo conhecimento/exclarecimento e com dinheiro para investir concientemente na plataforma. Gente para quem, ser gratuito, não importa muito. Como o Morimoto descreveu, faço parte dos que usam o Linux para servidores e aplicações em rede, e só para isso, e raramente rodando uma GUI. Já desktop é Windows. E ainda não há o que me converça do contrário, "em ambos os casos"…
Sobre a opiniao Morimoto: Concordo que a maioria da população está preocupada é em consumir o que está na internet. Essa imensa maioria está encantada com a nova "TV" interatica que acha que é o que compraram e é a mesma que não consegue nem mesmo usar uma única linha de comando e não sabem o que fazer quando ela aparece. "Os newbies sempre os tereis convosco, rodeados por windows". Se descartá-los (70% do público em geral) o linux então volta a ter muita importância sim: Para quem quer mais do que uma mesa decorada com botões mágicos à sua frente.
Sobre a opinião Rodrigo, concordo com vc.
Sobre a opinião Phiron: aqui em casa todo mundo usa linux normalmente e não vê dificuldade alguma, ninguém precisa ser "jedi".
José Antônio: concordo com vc mas se a M$ não tivesse existido talvez tivessemos computadores muito mais simples e mais baratos e a internet seria muito mais útil.
Por fim, André: compre logo um playstation que é muito melhor.
Gostei de todas as opiniões e gostaria de expor a minha:
Espero que, apesar de tudo o que já passamos, tanto o Windows quanto o Linux continuem existindo. Assim como os Macs e BSD's. Pois eu ficaria preocupado se apenas um sistema operacional fôsse a opção mais viável. Tem algo que espero que nunca mude: liberdade de escolha. Espero que a AMD não seja comprada pela Intel, nem a Nvidia por outro empresa, que possamos escolher entre um Playstation 3 ou Xbox 360 ou Wii.
"Sobre a opinião Phiron: aqui em casa todo mundo usa linux normalmente e não vê dificuldade alguma, ninguém precisa ser "jedi"."
Quando eu disse isso não foi em questão de uso, particularmente eu acho o linux mais fácil que o windows, o caso do jedi é em continuar com o linux! no artigo que eu citei o rapaz falou do fim do os2 da ibm, mas no linux isso não depende do número de usuários e sim do número de desenvolvedores! isso é realmente incrível, um produto que não necessita de consumidores ( claro são muuuuito bem vindos) mas ele depende mais de produtores, respeito quem como o André opinou, com a opinião dele percebemos que o que faz um sistema não é o kernel ou a GUI e sim os programas! para ele os programas para servidores estão no linux e desktop windows, sendo assim, o linux é bom para servidores e windows desktop. No meu caso, tudo o que eu preciso está no linux, editor de texto e planilha, editor de imagens, drivers para os meus dispositivos e ferramentas de desenvolvimento. Se a indústria de software passasse a desenvolver multiplataforma as coisas iriam mudar, mas é um caso difícil, é pouco utilizado não compensa criar os programas, se não tem os programas eu não utilizo… as coisas são um pouco difíceis e esse cenário só mudará quando os desenvolvedores independentes e a grande indústria mudar a postura, e atualmente essa mudança não está mais na alçada do mercado, por isso a dificuldade…
Também estou de acordo com o Carlos Morimoto.
E a tendência é o "Linux móvel (smartphones)" e o "Linux massivo (urna eletrônica)". A maioria das pessoas vai usar o Linux até mais do que o Windows no Desktop mesmo sem saber.
Linux mobile acessando serviços de outro Linux (Server)
Com o tempo teremos:
- Linux na maioria dos computadores do governo
- Linux em caixas-eletrônicos
- Linux em celulares
O Linux no Desktop acabará sendo uma conseqüência mesmo no futuro quando os programas rodarem por meio do navegador.
Ninguém vai estranhar já que o navegador será basicamente o mesmo tanto no Linux como no Windows, caso do Firefox/Opera hoje.
Aqui em casa quando vem algum parente em casa, ninguém estranha quando tem que usar o Linux, já que a primeira coisa que fazem é abrir o Firefox, ou seja, o procedimento para usar o computador é basicamente o mesmo.
Aqui em casa, após tanto apanhar das porcariaswares (virus, trojas, spywares, adwares, malwares etc.) resolvi banir o Windows XP daqui de casa. Como pessoa física, não tenho condições de licenciar o windows para 2 notebooks e 2 desktops, por isso, acabava usando os piratas. Daí, o WGA me deu uma canseira, sem contar as demais falhas dos antivirus (o AVG andou vacilando -- identificando tudo como virus) -- enfim -- cansei! Foram 16 anos de boa convivência -- admito, mas, nos últimos 6 meses, passei a achar o WinXP insuportável e o Ubuntu cada vez mais amigável. Assim, comprei 2 sony psp (um para cada um de meus 2 filhos) e instalei o Ubuntu 8.10 nos computadores deles. Estão felizes da vida, usam a internet, usam os jogos de tabuleiro, usam o OpenOffice e por aí vai. Nem sentem mais falta do Windows. Quando querem jogar, vão pro videogame e pronto!
Lamento que o Linux apesar de ser melhor e além de tudo gratuito ainda não tenha alcançado o lugar de vanguarda que merece.
Creio que o que impediu isso foi a proliferação de tantas distros, as quais cada uma com sua peculiaridade acabam confundindo o grande público e dificultando o trabalho das empresas de desenvolverem seus produtos.
Procuro sempre que posso divulgar o sistema operacional e depois de aprovarem as funcionalidades, a beleza, a rapidez e tudo o mais; geralmente o pessoal já pergunta: -- ahhh mas roda o game tal, o programa tal e por ai vai.(Claro que exitem ótimos com código aberto, mas isso outra história!)
O que as empresas estão aguardando justamente é na minha opinião uma distro se sobressair, tornando viavel economicamente os seus produtos.
Se um gamer(como exemplo)sabe que o Linux é melhor e o seu jogo roda com um excelente desempenho neste sistema operacional do que qualquer outro, consequentemente seria atraido para esta plataforma.
Eu ainda acredito que o Linux vai surpreender o mundo…
Gostaria de opinar, como usuário comum e como profissional da computação.
Durante a faculdade, antes de conhecer a fundo o sistema, sempre perguntava aos mais entusiastas: Porque vocês gostam tanto deste Linux? Não tem nada interessante… dá o maior trabalho até pra configurar uma placa de rede… a instalação é uma odisséia… os recursos são limitados… não tem Office, Word, PowerPoint, ….
Estas são as reclamações da maioria dos usuários que ainda têm algum preconceito/aversão ao sistema de código aberto aqui discutido.
Como profissional da computação, posso afirmar e enumerar diversas vantagens técnicas do pinguim em relação ao Windows. Sei das qualidades do sistema, e tiro proveito delas no meu dia-a-dia. Também sei que nos bastidores (servidores, infra-estrutura) o sistema arrasa. É a melhor escolha. Mas num mundo já tão atribulado, agitado, corrido, as pessoas querem simplicidade. Querem uma interface extremamente amigável… querem que o sistema se vire para extrair o máximo desempenho do hardware. Querem que o sistema encontre e disponibilize a melhor rede sem fio, sem complicações, sem linhas de comando, sem apt-get´s, etc.
Enquanto nós, profissionais da computação, continuarmos com esta empolgação da dificuldade, da configuração na marra, no braço, da lei do máximo esforço, o Linux continuará a ser apenas um bibelô por nós ostentado. E aí, eu como profissional da computação, volto às indagações do início desta minha fala: porque ninguém/nenhuma empresa desenvolveu uma interface/ambiente realmente amigável para o usuário final? Os pacotes de programas são bons, dão conta do recado para 85% das situações cotidianas. Mas, e os 15% restantes?
Simplesmente por uma questão de usabilidade, o Windows continua (e continuará) sendo o sistema com quase totalidade de presença nos Desktops.
"simplesmente por questão de usabilidade"? simplesmente por questão de copias ilegais não seria mais adequado. Mexeu no bolso falar em pagar em todas aquelas licenças, todo mundo corre pro linux. Leia no meu site.
"Enquanto nós, profissionais da computação, continuarmos com esta empolgação da dificuldade, da configuração na marra, no braço, da lei do máximo esforço, o Linux continuará a ser apenas um bibelô por nós ostentado. E aí, eu como profissional da computação, volto às indagações do início desta minha fala: porque ninguém/nenhuma empresa desenvolveu uma interface/ambiente realmente amigável para o usuário final? Os pacotes de programas são bons, dão conta do recado para 85% das situações cotidianas. Mas, e os 15% restantes?
Simplesmente por uma questão de usabilidade, o Windows continua (e continuará) sendo o sistema com quase totalidade de presença nos Desktops.
By Fernando Lima on dez 18, 2008 "
Sempre que eu vejo um comentário como esse eu me pergunto se eu uso a mesma versão do linux que as demais pessoas…. linha de comando para mim, só no terminal ssh.
Muito bom Morimoto, eu já pensava em algo assim à alguns anos,(com relação ao Linux) mas não podia abrir a boca para não gerar flames precisavamos que uma pessoa do seu calibre técnico para abrir os olhos da galera..
Olá para todos.
Eu gosto do linux, porém tenho ele instalado apenas como segundo sistema no meu notebook. É complicado, pois uso aplicações de engenharia (Auto Cad, softwares de programação de CLP's e alguns programas gráficos como o photoshop e o corel draw). Não existem versões destes programas para Linux. Eu posso tentar emular o windows por vmware ou usar alguma outra solução disponível, mas será na base da gambiarra e terá muitas deficiências (além do que a solução de virtualização consome um espaço em disco tremendo).
O Linux também não tem drivers específicos dos fabricantes -- a maioria disponível também é na base da gambiarra, o que acaba por detonar o desempenho de áudio e vídeo 3D (ele não consegue extrair todo o desempenho possível de hardware). Sem falar nos jogos, que, cá entre nós, joguinho de tabuleiro não dá.
Sãio estes os meus descontentamentos. Se isso fosse resolvido, com certeza o sistema se popularizaria.
Analfabetismo está em tudo?
Preguiça ou correr contra o tempo, pois não se sabe o dia de amanhã?
Gratuito ou Pirata?
Cultura ou pessimismo?
Técnico dizem: Não use Linux que ele é só para Hackers!!!
Por favor, até minha filha que vai completar 15 anos, já usa Linux Kurumin já faz 2 anos. E por sinal muito bem…
Minha esposa usava ainda o Windows devido a um scanner que me deu trabalho até no WinXP. Bom troquei o scanner Vision por um impressora HP multifucional. Confesso que ainda tenho o Winxp que preciso para fazer testes com pragas virtuais e saber como tirar depois de computadores que dou manutenção nas Prefeituras. Alias até gosto do WinXP que bem configurado e bem utilizado não pega pragas assim de um hora para outra.
>>>> O problema que "usuários comuns" não estão preparados para usar é (desculpa a franqueza) nada de tecnologia <<<< , pois trabalhei 23 anos com eletrônica também……. E muita gente não sabe nem manipular um controle remoto… Para ele só interessa o mudar canal, som e desligar…. Todas a outras funções são irrelevantes e quando precisam de algo além, chamam o vizinho que sabe fuçar mais um pouco ou chamam o técnico simplesmente para configurar a cor,,,,,
Meu Deus;;;; É preciso preparar as pessoas e depois jogar neles tanta tecnologia;;;;
Como disse a maioria das pessoas (90%) não sabem é nada de nada… E só interessam mesmo é usar algo especifico para que precisam trabalhar ou divertir… "Msn, Orkut, AutoCad, Alguns jogos piratas, mais outros programas piratas e aí vai". Alias estes programas eles tiram de letra. Hmm,,, O que falta mesmo???
Desenvolvedores podem fazer programas para Linux a serem pagos; eu compro não tem problema…
Bom falei e sei que falei besteira também, amanhã quem sabe eu digo coisas contrárias as estas. Afinal há dois anos atrás somente eu usava Linux Desktop aqui em minha cidade que não é grande. Hoje até perdi a conta de quantos usam e sei que os que não usam nem sabem que de alguma forma usam Linux. E sei que nem sabem manipular que realmente sub-utilizam "Seu controles remotos do dia a dia"
Felicidades a todos e que o mundo continue assim nesta luta de que será o vencedor? O sistema ou o usuário?
"Enquanto nós, profissionais da computação, continuarmos com esta empolgação da dificuldade, da configuração na marra, no braço, da lei do máximo esforço, o Linux continuará a ser apenas um bibelô por nós ostentado. E aí, eu como profissional da computação, volto às indagações do início desta minha fala: porque ninguém/nenhuma empresa desenvolveu uma interface/ambiente realmente amigável para o usuário final? Os pacotes de programas são bons, dão conta do recado para 85% das situações cotidianas. Mas, e os 15% restantes?
Simplesmente por uma questão de usabilidade, o Windows continua (e continuará) sendo o sistema com quase totalidade de presença nos Desktops."
Esse é um dos motivos que, acredito eu, que o Kurumin fez tanto sucesso entre os usuários finais, pois, o mesmo permite que o usuário configure as coisas sem tanto conhecimento técnico e de maneira fácil. E isso é claro no Windows, onde as coisas são bem mais simples e, muitas vezes bem mais fáceis de configurar…
Ah, ainda esqueci de mencionar diversos outros softwares usados profissionalmente, tais como Electronics Workbench, Pspice, E-plan, 3d-studio, inventor, softwares de dimensionamento de tubulações, cálculo estrutural, dimensionamento de válvulas, roteamento de circuitos, etc. Alguns deles, inclusive, têm incompatibilidade com o vista, ficando os usuários reféns do windows xp.
O linux para deslanchar em desktops tinha que ter suporte nativo a aplicações windows. Faltam também muitas aplicações em 64 bits também, que ainda são raras e emular softwares 32 bits em sistema de 64 traz uma perda de desempenho terrível e uma ecessiva utilização de memória.
A meu ver parece que esta discussão vai longe, muito longe.Alguns xiitas de plantão vão cair de pau mas precisamos encarar os fatos o windows domina e vai continuar dominando em desktop,concordo com o Morimoto…Sou usuario do linux a uns 4 anos já usei diversas distrôs,tantas que nem me lembro mais e uso ubuntu com xp em desktop.A maioria das pessoas querem praticidade,maior facilidade de uso diversidade de programas,a facilidade de instalação de programas (next,next e finish),vão dizer o linux tem tudo isso!!mas…não é o bastante.Um outro agravante os pacotes não são totalmente intercambiaveis entre as diversas distros.
Continuo concordando com os comentários acima. No entanto, vale ressaltar que nem por isso deve-se desistir do Linux em ambientes desktop. Pessoalmente acredito que caso continue esse ritmo de empolgação em ver o Linux no desktop, chegaremos lá, embora pense que também em um ritmo um pouco lento.
Como disse o Roberto acima: "essa discussão vai longe". E como não vai!
Independente de o Linux se tornar apenas relevante ao uso em servidores, todos nós devemos estar preparados para essas mudanças. Eu confesso que não tenho muita facilidade em mexer com Línux (linhas de comandos) apesar de ter feito curso na área ainda continuo me empenhando para alcançar mais conhecimento. Também não trabalho nessa área, encaro apenas como um Hobby, mas admito que o Linux poderia ter uma interface mais específica para usuários leigos. O gnome oferece muita facilidade, mas a visão do Linux ainda para muitas pessoas é de uma tela preta onde se digitam infinitos comandos. Minha parte eu estou fazendo divulgando o quão fácil e simples é utilizar esse sistema.
O Ubuntu pelo que parece está tentando adotar essa ideologia e tem outra questão, o usuário final não tem a obrigação de conhecer profundamente o sistema, ele quer apenas usar em tarefas cotidianas, assim como muita gente faz no Windows.
Se fala tanto em Ubuntu mas todas as distribuições partem da mesma base e o que muda são apenas peculiaridades. Eu uso em casa o Fedora, o Opensuse e também o Ubuntu e não desmereço nenhuma delas por serem mais fáceis ou mais difíceis. O que vale mesmo é transmitir o conhecimento para as outras. pessoas.
Eu trabalho com unix desde 1980 e vi o Linux nascer desde a primeira versão quando ninguém aqui nem sabia o que era isso, no começo tentei dar cursos de Linux para o SERPRO e UFC aqui no Ceará e ninguém se interessou, depois vieram os primeiros livros e curioso, hoje existe um movimento expressivo, já é um bom começo para uma quebra de paradigma, no caso do Kurumim e do Marimoto eu acompanhei desde o começo e sabia que êle ia se decepcionar como observo no artigo acima assim como eu me decepcionei, mas eu acho que novas tecnologias são saudáveis para termos um leque opções na hora de implementar um novo projeto ou de realizar novas pesquisas.Quanto a essa espectativa de desktop Linux/Windows eu acho que não é por ai, é bom conviver com os dois sistema, pois um complementa o outro, qual o problema de você ter um dualboot ?
Eu uso linux desde o kurumin 5,de uns anos pra cá a microsoft procurou copiar varias das inovações do linux(os efeitos 3d desktop do kde vieram primeiro que as do windows vista), acredito que na medida que o ubuntu vai consolidar sua liderança entre as distribuiçoes linux, algumas pequenas empresas que não puderam utilizar o windows vista(em virtude do alto investimento necessário em hardware)abraçaram o ubuntu e começam a ver a vantagem do uso do linux, mas para o usuário doméstico sente falta dos ultimos lançamentos dos jogos.
Eu sou um úsuasrio do Kurumin 7.0 desde que ele foi lançado. Sou um apaixonado por Linux e não só por ele ser gratuito, mas sim porque o desempenho da maquina no Linux é sensívelmente melhor, inclusive em aplicações Web, mas ainda assim , por não ser "técnico", tenho dificuldades em instalar alguns hardwares, como por exemplo, meu celular(Sony Ericson) e minha Webcam ( Life Cam da M$), o mais engraçado é que o comando "lsusb" detecta a cam, diz inclusive o nome da fabricante, mas não funciona co Camstream. Na minha opinião, com o olhar de usuario comum, pois é como me julgo, o que atrapalha um pouco o Linux é essa questão de distribuições ao montes. Se houvesse um sistema padrão, e este pudesse ser amplamente divulgado, ao invés dessa concorrência de distribuições fosse mais fácil de se convencer o mundo a pelo menos experimentar o Linux! Não estou defendendo o código fechado no Linux não, mas que cada modificação fosse feita e quem quiser adicioná-la ao seu Linux, beleza! Pq pra um newbie que experimenta o Ubuntu, por exemplo, e tem pouca memória RAM, passa por uma série de dificuldades e isso quando ele roda. Digo isso, pois tentei usar ele numa maquina com 128 de Memória, ele rodou, mas foi uma lentidão sem precedentes!! Botei o Kurumin no lugar na mesma hora!
Atualmente eu tenho neste meu Desktop, um dualboot de Kurumin e WinXP e estou completamente satisfeito…
Tenho criticas somente ao K3B que não tenho conseguido gravar meus CDs de forma alguma, perdi várias mídias para fuçar e ver se era alguma configuração, mas não teve jeito.
Esta é a minha opinião, desculpe as partes de usuário Leigo ainda, mas os cursos de Linux ainda estão muito caros!!!
Convencer um usuário a usar Linux em desktop não é tão simples, principalmente se o mesmo usa programas somente for Windows, pois, com isso você está se compromentendo ajudar o newuser em qualquer situação, já que ele sozinho geralmente não irá muito longe. Agora, tentar convencer o usuário a usar Linux só por causa de pirataria, acho um pouco sem graça e até meio hipócrita, pois de que adianta dizer "Use Linux, be free" sendo que se os programas do mesmo fossem proprietários e um preço exorbintante, muitos usuários Linux cairiam na pirataria. Isso é algo que todos aqui sabem muito bem!
Sou solidário ao Morimoto em todas as linhas deste artigo. Na minha opinião é totalmente sensata esta avaliação sobre Linux nos desktops.
O Linux é um super software para sistemas onde o esforço do usuário independa da plataforma ou que o usuário trabalhe com terminal burro. Ex: servidores de todos os tipos (usuário nao precisa saber se a internet do seu serviço é compartilhada via Win ou Linux), caixas de lojas ou PDVs (na Renner é Linux), caixas eletronicos, celulares, appliances, etc.
Tentar fazer do pinguim uma febre mundial é dar murro em ponta de faca.É clara a decepção do Morimoto quanto ao destino do Kurumin.
Eu já trabalhei em assistência técnica e até os notebooks que os professores de SP tinham desconto por virem com Linux eles levavam lá e simplesmente nem tentavam usar, mandava instalar XP.
Imagina vc convencer sua tia de colocar o Linux em 2 PCs da casa dela com IP fixo e num pau qualquer não dê pra mudar o IP via modo gráfico. Aí vc falar por telefone pra ela abrir o terminal, digitar a senha de root, abrir o vi e editar o IP. Nem deixar o vi em modo de edição ela vai saber e vai te xingar e mandar pôr o XP de volta.
Enfim, independente de qualquer polêmica quanto a custos de licença, desktop = Windows.
Achei interessante a conclusão do artigo. Realmente, Linux ou Windows no desktop não importa muito, pois muda apenas o sistema usado no terminal.
O que interessa mesmo são os aplicativos e esses foram para a web, rodando em servidores Linux. Ironicamente a Microsoft ganhou a batalha, mas perdeu a guerra.
Pois he…. O fututro nunca me agradou hoje eu sou saudosista da epoca que vc tinha que jampear a placa mãe, usar mirc ou irc, icq simples, napster, ahhhh que saudade do meu pentium 166 mmx 16Mb de ram…. e futuro será internet… puxa!!! quer dizer que meu pc naum vai servir pra nada somente pra acessar um server pra fazer o que eu fazia offline…
É possível sim usar o Linux como Desktop… mas uma hora ou outra esbarramos em coisas que o windows tem pronto e não tem no Linux, e isso assusta pessoas com pouco conhecimento (as vezes por comodismo)
A grande variedade de versões prejudica em muito o suporte técnico desse "produto". Nessa essas ser livre pode ser entendido como ser solitário (só vc que usa aquela distro usa aquela placa ou quer usar aquele soft)
Falando sério, usuário rico que não se importa em gastar vai pro Apple não importando se ele tem conhecimento de informática ou não. Isso significa status, poder, afinal não eh qualquer zé mané que tem um troço de custou os olhos da cara só pra acessar o Email… E tem o usuário bundão como eu que não tem $ mas que está disposto a aprender e usa LINUX porque é um sistema que da essa chance, coisa que o ruindows não permite, só servindo de pretexto para troca constante da midia desatualizada e que o sistema não permite que a reaproveite, aumentando assim a quantidade de lixo informático. carlosrobeg@gmail.com
Acho que foi descrito aqui por diversas pessoas, a usabildade e a salada de Distribuições acabam sendo um problema. Até mesmo para quem trabalha na área, poxa, é yum aqui, apt-get ali, emerge acolá. Apesar de claro, todos serem linux algum tipo de unificação seria bem vinda. Até mesmo pra quem trabalha na área é complicado. Pegue como exemplo alguns Howto´s que tem por ai, quando vocÊ instala um programa, dependendo da ditribuição os arquivos de configuração podem estar em diversos lugares diferentes. ou nem estar, precisando que você os criei. Fora aquele pacote deb, rpm, que seja pode funcionar numa vesão tua, e não daquele amigo que tem uma anterior. Convenhamos, Windows 9x, XP, 2000 é tudo igual no mesmo lugar. Só foi a Microsoft inventar uma salada de versão com o Vista que tambem se complicou, claro, dentre outros motivos tambem.
É preciso sim um pouco de conhecimento para lidar com depências de pacotes, versões de programas e atualizações, por mais amigáveis que as distribuições sejam hoje. Eu adoro o Linux e o uso, em casa, no trabalho, no notebook, e instalo como servidores samba e tudo o mais. Mas tem dias que eu não quero muita enrolação, Quero sim um "NNF" (Next, Next and Finish), porque o que importa mesmo é a praticidade, é só pegar o IPhone ocmo exemplo.
É em posts como esse que conhecemos o verdadeiro Carlos Morimoto. A cada artigo que leio aqui no GDH, me sinto mais seguro tecnicamente. É o tipo de coisa que você lê e simplesmente pensa: putz, ele tem razão.
Parabéns, Carlos.
Meus caros aprendi a custo de duras lições que para todo o tipo de pé a um chinelinho certo!
O mercado não pode ser visto de forma linear, como se todos focem iguais.
Computadores vendidos em supermercados ou padarias normalmente são destinados a pessoas que não tem a minima idéia do que estão levando para casa.
Elas não compram windows ou linux mas sim um computador magico, que as levam para o caminho encantado.
Quem utiliza o linux por alguma razão vai continuar usando por mais jogos que possam aparecer para windows, quem utiliza o Mac vai continuar editam filmes e fazendo coisas incríveis com ele.
Não perco meu sono com isso e nem fico frustado com os números de mercado quando comparando o percentual de utilização deste ou outro sistema.
OBS: “José Antonio tem razão quando critica de forma construtiva os técnico formatadores HD”!
Mas, se a linha de raciocínio do Morimoto se contretizar, acredito que esteja na hora experimentar novas distribuições… Uso o Mandriva desde o início, e recentemente eles deram um claro sinal de que vão continuar apostando pesado nos desktops, com a saída do principal mantenedor dos pacotes voltados para servidor. Participo diariamente do bugzilla, e posso dizer com toda a certeza: eles trabalham *muito* no desktop. Com essa tendência, talvez eles tenham começado a fechar as portas de vez… lamentável.
Quanto ao Kurumin, por mais que a palavra tenha sido "decepção", e que a conclusão de alguns seja "foi porquê não emplacou", os frutos do trabalho do Morimoto estão e sempre estarão vivos, como o que vemos hoje aqui no GDH. Em essência, "O Kurumin sempre estará vivo", na forma da experiência que o Morimoto acumulou, e compartilha conosco, sempre.
No caso da Mandriva a continuidade depende muito de conseguirem algum ou alguns contratos que permitam sustentar a empresa. É improvável que consigam sobreviver baseado no modelo da venda de CDs ou de assinaturas do clube, mas pode ser que consigam fechar algum contrato com algum órgão governamental ou alguma grande empresa contemplando o uso e suporte do sistema para um certo número de estações por exemplo, embora não seja fácil.
O ponto que defendo no artigo não é que o Linux não irá se popularizar no desktop (pelo contrário o uso deve continuar crescendo), mas sim que em última análise isso não tem mais muita importância, pois os desktps estão se tornando meros terminais de acesso à informação, com as tarefas importantes sendo transferidas para os servidores.
O Mandriva já pegou o que sobrou da Conectiva que foi outro projeto Brasileiro que não emplacou e juntou com o seu Mandraker para entrar no Brasil com o "pé direito", acho que foi uma igemuidade apostar num país onde a cultura é bem diferente da Europa.
concordo plenamente com colocação do luzemário e na minha opnião linux esta super preparado pra uso em desktop (Mandriva, OpenSuSE, Fedora e Ubuntu), já em relação a aplicações especificas citadas acima, pra isso mudar depende de nós, os desenvolvedores mudam também, mas infelizmente a larga maioria é dependente ou mesmo comodismo e prefere comprar quando tem condições ou usar softwares piratas ao invés de usar aplicações similares de código aberto.
Acho também desktops como terminais, acho muito longe da realidade, vejamos o nosso querido país, ainda existem crianças que andam a quilômetros pra chegar a escola, muitas estudam em baixo de arvores por falta de um prédio para a escola, municípios que só tem acesso discado (alguns com rede de telefonia do tempo da TELESP) ou via celular (sinal analógico) e tem municípios quem nem celular pega, a grande maioria dos brasileiros mal conseguem comer e quando podem comprar um PC são estes populares genéricos. Isso esta muito longe (seculos) do Brasil dos brasileiros(pobres).
Concordo com você Morimoto. Por isso que a Dona Microsoft começou a se coçar pra entrar mais forte nos servidores.
O Windows domina os desktops. Mas quanto disso gerou realmente lucros (pelo menos diretos) a Microsoft? Já que quem realmente domina os desktops são os Windows piratas. Creio que a Microsoft já nem se preocupe tanto com os desktops.
As preocupações claramente são outras hoje. Voltar-se pra Web. Não se esqueçam da tendência se confirmando de convergência entre computadores, dispositivos móveis, eletrodomésticos etc.
Trabalho com desenvolvimento de softwares. Triste sina a minha… :)
Não aconselho ninguém a optar pelo Windows Server. Por que? Qualidade? Não só isso. Custos. Primários na aquisição e secundários para mantê-lo vivo.
Mas como tenho visto nego vendendo "sistema" feito em VB6, com banco SQL Server 7.5 pirata (!) e exigindo Windows Server 64 bits pra rodar… O que esperar desse mundo cruel? :)
Só pra complementar.
Daqui a pouco qualquer Windows Vista Starter vai servir pra um desktop.
@ Rodrigo
"Já que quem realmente domina os desktops são os Windows piratas. "
Isso nos países pobres/em desenvolvimento/emergentes.
Nos países desenvolvidos, o cenário é muito, mas muito diferente.
Não vou contra os fatos…mas, vejo que o problema está no usuário… a maioria é muito burro! não quer pensar. Eu vejo isso!
Falo isso pois sou funcionário público e estamos em provesso de migração para sw livre e o escolhido foi o kurumin. O programa é excelente! mas o usuário quer ficar instalando e desinstalando um monte de baboseiras no computador, aí ele se sente "poderoso" "eu domino o xp, mas o linux não…".
Provavelmente, se fosse mais fácila ( do que já é ) instalar programas (next, next, finish), sem raciocinar em momento algum…creio que seria mais popular.
A grande verdade é que o linux é para um público mais seleto que realmente sabe e usa o computador para o fim que se destina…
Morimoto, você é o cara, seu trabalho é fantástico!
estou usando o kurumim 7 mas ainda não sou experiente. Estudei apenas alguns comando de terminal na faculdade e msm tendo algum conhecimento, nao consigo ficar se o XP.
Se for pensar em que quer apenas Office, msn, nero, CS… o linux nem entra na luta!
Rodrigo,
No Brasil há uma enorme quantidade de licenciamentos de Windows para fins corporativos (a empresa compra um server e depois um pacote de licenças para desktops, chegando a até centenas, dependendo do porte da empresa -- isso é bom pelo lado do suporte técnico da microsoft e pelas atualizações -- qualquer problema você liga e eles se dispõe a auxiliar na resolução). E para usuários domésticos, quantos não compram notebooks da dell ou hp com o windows original? Acho que no Brasil se usa sim bastante software original (pelo menos tenho visto isso bastante com o windows vista, mas nem tanto com o xp)
Eu sou tecnico em informatica, formado em ciencas da computação e estava lendo todas essas opiniões, e (desculpe se abalo com o que vou dizer) sempre me parece a mesma novela das 8 "Não use pirata" "O linux vai crescer quando os tecnicos em informatica não formatarem os HD windows para solucionar o problema". Eu acho tão engraçado quando alguem diz "MAS VC SO CONSEGUIU RESOLVER ESSE PROBLEMA FORMATANDO A MAQUINA!!??". E esta ai o ponto. Quanto custa a hora de um tecnico em windows? Se vc pegar o jornal vai achar cara que diz que resolve qualquer problema (Qualquer porblema)por R$ 25,00 a hora (eu não atendo o telefone por esse valor).
Mas vou voltar um pouco pra tras na minha propria estoria, quando um professor me disse "Você quer saber como a sua TV funciona? Ou vc quer assistir aos seus programas? Todos os usuarios são iguais mudam os focos, não interessa como fuciona pra mim e sim que funcione bem, que me atenda e que me custe pouco".
Quanto custo hoje um computador com linux ? Alguem ai vai dizer "Mais barato do que com windows". Mas não é verdade um micro com linux é um investimento inicial barato porem ele demanda TEMPO (sem duvida nenhuma a moeda mais cara de todas)tempo para aprender, para conhecer, para pesquisar, "Mas que inferno de apt-get é esse e quem é esse tal de root na minha maquina ?"
Tempo…
Minha opnião é pra defender os que formatam um HD com windows para resolver a droga de impressora da HP que não é reconhecida pelo USB porque outra impressora tb da HP ja foi instalada e desistalada mas continua aparecendo, e quando vc liga pra HP eles dizem é problema da Microsoft, ai vc liga pra microsoft e eles dizem é problema do software da HP. Não o problema é do tecnico que tem que resolver rapidamente, eficientemente e cobrando pouco. Esse problema ai em cima eu mesmo passei por ele e vou usar ele como exmplo SE eu cobraçe aqueles R$ 25,00 la de cima e encara-se esse problema pela primeira vez, perderia pelo menos uma hora com a HP (R$ 25,00)mais uma hora com a microsoft (R$ 25,00) isso porque fiquei uma hora (R$ 25,00) usando o que ja sei pra resolver o problema total 3 horas (R$ 75,00) e o problema ainda não foi resolvido. Você cobriria seu cliente ? Ou ficaria com o prejuizo?
Eu formato uma maquina retorno o backup e as configurações do cliente (em media em duas horas)e o problema acima estaria resolvido.
Não estou defendendo a pirataria, não estou defendendo picareta que não sabe o que faz por isso formata a maquina, mas estou defendendo quem trabalha a muito tempo no ramo (começei com 20, tenho 31) e quando fala pro cliente é mais barato e rapido se formatar ele diz que quem formata a maquina é porque não é tecnico, é micreiro, porque leu um ou outro artigo, ou porque algum conhecido dele "tecnico" disse isso.
Sabe quando o linux vai ganhar mercado?
Quando vc não tiver que aprender linha de comando pra instalar aquele programa novinho que apareceu no baixaki, ou quando vc ligar pra telefonica e o "tecnico" do outro lado te perguntar "qual seu sistema operacional? Descupe so damos suporte pra windows". Não sei se vcs sabem, mas ate um ano e meio atras a HP vendia micros com linux mas não tinha pessoal especializado no sistema, digo isso porque fiz um curso com uma atendente da HP.
Linux vai ganhar mercado quando, tratar usuario como se trata um cliente especial realizando tudo o que o cliente espera no menor tempo possivel e no melhor preço. Por falar em preço sabe quanto custa a hora de um tecnico em linux ?
Eu so posso dizer que eu cobre tres vezes o valor que cobro em windows. E antes que alguem me atire uma pedra: Faço minha prova de certifica em linux logo,logo
Trabalho com informática oficialmente há apenas 1 ano, e comecei a mexer com Linux fazem alguns meses. Coincidentemente estava pensando essa semana nessa questão dos Desktops, pois muita gente se empolgou com o lançamento do Ubuntu 8.10, e o anúncio de que o Vista já deve ser tirado de linha para dar lugar ao Windows 7 e por aí vai. Bem, pensei bastante a respeito e chegue a algumas conclusões. Desde o meu primeiro boot em Kernel no Kurumin, me apaixonei completamente pelo Linux. Acho (não posso afirmar nada, pois a minha opinião pode não ser a de todo mundo) que o que move muita gente a abandonar a plataforma Microsoft é a paixão. A liberdade. Sair da caverna de Platão, como dizia uma professora minha das épocas de 2º grau. O Linux te permite desvendar até o fundo do Sistema Operacional, descobrir e modificar o que tu quiser, uma liberdade não oferecida no ambiente Windows.
Mas não vou jogar pedra na Microsoft, afinal, pretendo ainda ser MCSE (antes que comecem a jogar pedras, também estou estudando a fim de ter certificação Linux). O problema é quando essa paixão que o Linux oferece se torna uma paixão cega. Nada contra quem quer banir o Windows da face da Terra, mas eu acredito de forma sincera nessa liberdade de formatar meu HD com Linux, Windows, Mac e o escambau segundo a minha preferência. A mesma liberdade que leva alguém a estudar e configurar versões mais espartanas como Slackware e Debian, é a liberdade que assegura o direito que algum usuário abraçar e defender seu XP com unhas e dentes. Vou ser bem sincero, eu gosto de trabalhar em ambiente Windows. Sejamos francos, podemos vestir a camiseta do Linux, mas não vamos ser hipócritas ao ponto de dizer que o ambiente Windows é tão hostil assim, que nada nele presta. É um ambiente fácil de trabalhar. E foi com essa promessa que Bill Gates revolucionou o mercado de Sistemas Operacionais, e nós querendo ou não, ele ainda tem o poder aquisitivo que controla esse mercado. Mesmo com o faturamento incrível da RedHat, nada se compara as cifras da Microsoft. E é esse dinheiro que garante a falta de softwares multiplataforma, e é o dinheiro que faz o que ocorreu com o Banco Estadual aqui do RS (Banrisul), que migrou para Linux há alguns anos: A Microsoft ofereceu seu sistema a preço de banana, literalmente "abraçou" o Banrisul. Os usuários finais ainda precisam do Windows. Os gastos com técnicos em Windows ainda é mais barato (até arriscaria dizer beeeem mais barato). Sou obrigado a discordar dos amigos que dizem que o Linux ainda ganhará por ser gratuito. A nível residencial, sem hipocrisia, 90% dos usuários usam Windows "Pirated Edition", como dizem alguns bootscreens disponíveis na web, então a questão do dinheiro não é tão relevante assim. Entrando já num nível mais profissional, peguemos o exemplo do usuário João, que só usa o computador por causa do word e do excel. Ele pouco se lincha se o sistema é código aberto, fechado ou seja lá o que for. Pode-se gastar muita lábia com ele, mas pra quê ele vai ter o esforço de se descobrir no Open ou BROffice se ele consegue fazer o trabalho dele no MS Office? Mesmo que o Ubuntu ou qualquer outra distro seja facílima de se trabalhar, a maioria da minha geração teve os primeiros contatos com o micro através do Paint e dos joguinhos do Win95. Somos acostumados desde pequenos ao ambiente (aparentemente) calmo e agradável do Windows. Isso influencia muito nos usuários finais, além é lógico do preconceito e da falta de conhecimento. Fui mostrar empolgado ao meu irmão a interface do Kurumin 7 (infelizmente descontinuado) e ele se impressionou, pois foi o primeiro contato dele com o Linux. Ele disse: "pá, ele tem área de trabalho igual o windows! jurava que esse tal linux era só aquela tela preta em que tudo é feito por linha de comando". E é essa visão que muitos usuários tem.
Os servidores são outra história, apesar de que as grandes empresas ainda usam WinServer, o Linux tem uma gama de oportunidade de até dominar esse mercado, pois o servidor não atinge os usuários finais diretamente, se a rede estiver rápida e funcionando, eles estão felizes. Como o Linux é bem mais estável e funcionou, é pau na Microsoft. Agora a nível de micros-cliente e usuários-finais, acho que a Microsoft vai continuar dominando, afinal a concorrência é desleal, os usuários babam diante do marketing dos incríveis gráficos e design moderno de sistemas como o Vista (muito bonito, mas tão ruim que até a Microsoft largou de mão) e do Win7. Mas assim como o usuário e o empresário tem o direito de seguir usando e confiando na plataforma da Microsoft, os apaixonados que não se conformam com o Windows continuarão vivos e lutando, pois essa briga nunca terá fim. Por isso vale a dica, principalmente a nível profissional: amigo, o negócio é ser multiplataforma. Saiba mexer muito bem em Windows e Linux. Não adianta ser como um professor de um curso de redes que fiz, que a gente tinha que ajudar ele a trabalhar no XP. Estes sistemas não morrerão, e se eles forem teu ganha-pão, é bom tu conhecer ambos como a palma da sua mão hehe
Em relação ao futuro do Mandriva:
http://warever.info/sr/blog/?p=134
Já estamos preparados e não sabemos.
Acho que a maior dificuldade no Linux hoje em dia é em questão aos Jogos. As empresas que desenvolvem jogos devem dar um foco maior ao Linux, e não simplesmente ignorar os usuários Linux, como se fosse errado usar Linux.
As pessoas precisam se acostumar ao OpenOffice. Agora que o governo esta adotando o OpenOffice, esta sendo criada uma necessidade de que as pessoas estudem OpenOffice para concursos.
Outra coisa que faz muita gente se decepcionar com Linux é o fato de não ter um cliente MSN decente. Mas isso já esta mudando, com a criação do Emesene, e futuramente o lançamento do aMSN2.
E por fim, empresas desenvolvedores de softwares específicos como Autocad. Empresas que realmente NÃO ESTÃO NEM AI. Podem e fazem o que querem com seus clientes.
Enfim, acho que com essa melhoria podemos chegar a 15% fácil. :)
O calcanhar de Aquiles para o Linux volta a ser o reconhecimento de hardware para uma conexão rápida e as distribuições Linux amadoras que ocupam máquinas baratas e veem porcamente configuradas, sem reconhecer todo hardware, não ajudam em nada.
Caro Carlos:
Quero lembrar da Lei 11419/2006 que diz:
capítulo IV
disposições gerais e finais
Art. 14. Os sistemas a serem desenvolvidos pelos órgãos do Poder Judiciário deverão usar, preferencialmente, programas com código aberto, acessíveis ininterruptamente por meio da rede mundial de computadores, priorizando-se a sua padronização.
Como também a:
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, 13.09.2007
ORIGEM: TST..
Que indicam que, no serviço público irá se intensificar a utilização dos programas de código aberto. Ouso dizer, que no Servço Público caminha para a produção de programas.
Dêem uma olhada no site do CNJ-Conselho Nacional de Justiça, do Tribunal Superior do Trabalho, do Governo Federal, que trata do Governo Eletrônico, observem o texto do site:
http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-ping-padroes-de-interoperabilidade
Em que fala sobre interopralidade… Creio que o uso do Linux irá se intensificar no Serviço Público.
Nos próximos anos, o Estado irá investir em treinamento dos seus funcionários neste sentido.
Posso aqui informar que, por exemplo, com o processo eletrônico, foi criado um Comitê de Desenvolvimento(aqui incluso uma fábrica de softwares) e um Comitê de Software Livre.
Na Justiça do Trabalho, há uma determinação para instalação das máquinas e uso do BROffice.
Vejamos o que diz um trccho do link acima citado:
"…A existência de uma infra-estrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que se preste como o alicerce para a criação dos serviços de governo eletrônico é o pré-requisito para o fornecimento de melhores serviços à sociedade, a custos mais baixos. Um governo moderno e integrado exige sistemas igualmente modernos e integrados, interoperáveis, trabalhando de forma íntegra, segura e coerente em todo o setor público.
Políticas e especificações claramente definidas para interoperabilidade e gerenciamento de informações são fundamentais para propiciar a conexão do governo, tanto no âmbito interno como no contato com a sociedade e, em maior nível de abrangência, com o resto do mundo – outros governos e empresas atuantes no mercado mundial. A e-PING é concebida como uma estrutura básica para a estratégia de governo eletrônico, aplicada inicialmente ao governo federal – Poder Executivo. Permite racionalizar investimentos em TIC, por meio do compartilhamento, reuso e intercâmbio de recursos tecnológicos.
Os recursos de informação do governo constituem valiosos ativos econômicos. Ao garantir que a informação governamental possa ser rapidamente localizada e transmitida entre os setores público e privado, mantidas as obrigações de privacidade e segurança, o governo auxilia no aproveitamento máximo deste ativo, impulsionando e estimulando a economia do país.
Governos de todo o mundo estão investindo fortemente no desenvolvimento de políticas, processos e estabelecimento de padrões em TIC, montando estruturas dedicadas para obter a interoperabilidade buscando o provimento de serviços de melhor qualidade a custos reduzidos…"
Portanto, acho queo cenário é muito promissor.
Abraços a todos.
Vejam este link também:
http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/guia-livre
O Linux Desktop está perdendo para pirataria. No Brasil o Windows é tão gratuito quanto o Linux.
Ótimo post Morimoto, parabéns!
Digo ótimo por que foi sóbrio. Eu que trabalho com computação gráfica vejo essa realidade no meu dia-a-dia. A um tempo atrás tentava levar meus colegas de profissão a uso do Linux, mas acabei parando com isso, pois percebi que é uma tarefa dificílima. O Linux é ótimo como sistema específico, para aquelas pessoas que primam mais pelo objetivo do que pela ferramenta. Não que um seja melhor que o outro, a questão aqui é o fim desejado e como na computação gráfica o mercado é regido por softwares a coisa complica.
No entanto é inegável que na computação crítica e específica o Linux está matando a pau, bombando, botando pra quebrar :)
Grande abraço!
Bem. Li o post de Morimoto acima, muito me surpreende o fato do mesmo estar decepcioanado com o linux nos Desktops, isto por que todos devem saber que a cultura que foi implantada aqui no Brasil e em outros lugares foi a do SO windows, tanto nas escolas de informatica quanto a adoção em massa nas empresas. Hora se o individuo aprende com o windows nas escolas, obviamente ele irá utlizar windows em casa. Agora imagine um cenário onde houvesse aulas de Linux e Windows nestas mesmas escolas, hora o aluno aprendia em um e depois no outro, ai sim ele poderia exercer sua liberdade de escolha. Um amigoestava com dificuldade de acessar o celular dele pelo Win XP não tinha jeito do bicho pegar ai ele levou o celular dele lá em casa e plugou no meu Fedora, e lá estava o bicho funcionando, então esta de facilidade é pura balela, dizer que o windows é mais fácil, o ubuntu é mais fácil, todos são fáceis basta não procurar no linux os mesmos nomes para aplicativos semelhantes. É assim o cara usa Word no WinXP ai ele acessa o Linux e que encontrar lá o mesmo Word em vez de procurar processador de texto. É que se convencionou dizer que todo processador de texto é Word e toda lamina de barbear e Gillete. Espero que o orimoto esteja errado em dizer que linux só vai ser importante em dispositivos embarcados e servidores, para minha felicidade eu acho que o linux vai sempre estar ai nos Desktops de alguém, mesmo sem costumes técnicos, como de uma cliente que adora o pinguin sem conhecer nada de informática.
Muito interessante e objetivo a sua reflexão, mas dizer que "os desktops estão condenados a se tornarem meros terminais de acesso à web" eu acho exagerado demais. Sei que muita gente hoje em dia diz isso mas eu acho exagero. Que escolas e empresas vão focar o uso e desenvolvimento de aplicações web para ter mais independência em relação ao sistema operacional eu concordo, mas decretar a morte do desktop e a escravidão de todos na web é um absurdo.
Eu nunca ficarei sem meu computador de mesa e meu computador portátil, por mais potente e atraente que a plataforma navegador/web possa se tornar.
A idéia de se ter tudo online e acessível o tempo todo é assustador demais para mim. Sempre deixarei os meus arquivos só no meu computador, não confiando eles a nenhuma outra rede ou máquina, e tenho certeza que muitos outros profissionais de segurança da informação são tão paranóicos quanto eu.
Eu to no Linux há 9 anos… cheguei a escrever na revista do Linux e apesar de excelentes e faceis distros terem sido criadas e vendidas pre instaladas nas maquinas, ainda me doi o coracao de ver o cara chegar em casa e mandar o tecnico zerar a maquina com um xp, vista, pirata… Eu to banindo da minha casa, no escritorio uso slackware desde o 7.0… enfim, enquanto nao houve consciencia das reais vantagens do linux (apesar q nao posso negar q a M$ andou aprendendo com o mundo livre e melhorou suas tranqueiras, alem do hardware ter se tornado "de 1.º mundo") nao existirao umeros expressivos de uso desktop, corporativo ou domestico.;.
Até que fim alguém resolveu comentar sobre esse tema. Eu acho que o que está acontecendo com o Linux é sim devido a seus usuários que ainda mantém esse sistema como sendo algo para geeks.
Porque isso? Porque não vem logo com todos os codecs, porque os desenvolvedores são tão puristas?
Outra coisa, não é todo mundo que tem internet, considere que para o Linux, internet discada não existe, só use Linux que tem ADSL pra cima, ficar dando apt-get é algo que as pessoas não vão querer dar.
Por outro lado, fiz um teste aqui em casa, o Mac OS X também foi reprovado por ser um sistema extremamente dificil de usar.
Sabe como eh, as pessoas viam o meu iMac G3, saiam correndo como se o computador fosse assim algo muito assustador, eu coloquei na sala com o sistema ligado, ninguém se aventurou a mexer, de fato, é o medo da mudança que faz as pessoas manterem com o Windows.
E outra, se troca aqueles que estão insatisfeitos mas poucos estão insatisfeitos, existe técnico ai esperando pra levar o seu desktop pra ser formatado.
E tem mais… agora eu estou fazendo um projeto para fazer que os modems 3G sejam facilmente conectáveis mas e a colaboração? Ninguém colabora, muitos reclamam? De que?
Que com dois clicks é muito fácil? Tinha que ser mais dificil?
E o meu instalador de jogos que eu tentei fazer em 2005? Na época que eu comecei a usar o Kurumin? Muitos falaram mal que o Linux não era para isso.
Agora tá ai, o Linux NUNCA sairá dos 2, 3% dos usuários, porque VOCÊS quiseram isso. Agora não reclamem xiitas.
Olá Morimoto,
Parabéns pelo site, é uma grande fonte de informação.
Eu trabalho com sistemas, também notei essa tendência que vc escreveu.
Nos meus clientes sempre instalo um servidor linux com samba, postfix, bind, apache, ssh, nx, firebird, php, joomla, etc.
Nos terminais eles podem usar o que quiser, os mais espertos já estão tentando o linux.
Faz poucos dias em conversa com um novo cliente, uma pequena indústria, ele mesmo sugeriu utilizar o linux em todos os terminais, o que pra mim foi surpreendente.
No meu caso a solução tem funcionado muito bem, e aos poucos, com a melhoria do nível dos usuários, e da própria evolução do sistema, o linux conquistará o seu espaço.
Abraço a todos.
Minha vez de falar agora hehehe. Sistemas operacionais que já usei: SCO, BSD's (com predominância no Freebsd), QNX, Linux (Acho q já usei distros que iniciam com A, B, C.. o alfabeto inteiro) e o Windows (desde o 3.11 for workgroups até os dias atuais). Creio que a maioria dos leitores de blogs/fóruns como este são profissionais/estudantes/entusiastas da área de TI e congêneres, enquanto que eu sou apenas um curioso e nada tenho a ver com tal área (sou advogado), a não ser pelo fato de ter tido oportunidade de conhecer diversos produtos. Em verdade, a maioria dos SO's que experimentei instalei sempre em dual boot com o windows e quase nunca passei mais que 1 semana com ele instalado. Instalava, conhecia, usava e depois perdia o interesse. Esse quadro mudou um pouco pelos idos do lançamento do mandrake 6, pois nessa altura eu já tinha uma certa familiarização e, então, chegava a usar outro SO (que não o windows) por cerca de 2 meses. Mas hoje estou utilizando LINUX desde 2003, época em que migrei para o OpenSuse, sendo que há 1 ano e meio estou usando o Ubuntu e muito satisfeito. Sistemas e distribuições à parte -- não é esse o cerne da questão -- acredito que a popularidade do linux esbarra em diversos fatores, os quais com certeza já foram abordados aqui, mas gostaria de ressaltar alguns. Em primeiro lugar, a interface com usuário, embora já muito intuitiva e de fácil utilização no mundo linux, está muito longe (muito mesmo) da interface proporcionada pelo windows. Aos desavisados, quando falo em "interface" me refiro não só a aparencia do SO como também, e principalmente, o modo como executamos as mais simples tarefas. DESAFIO a todos aqui a plugar, por exemplo, uma placa de video no windows xp e em qualquer distribuição linux e verificar se é mais fácil clicar em "next, next, next…" ou digitar apt-get linhadecomandoetc (sem falar nas dependencias). Isso é um problema a ser resolvido com os fabricantes de hardware, eu sei, mas até que isso seja resolvido a "fatia do bolo" destinada ao linux será menor do que a fatia do bolo destinada ao windows. Outro ponto de entrave (acreditem: dificilmente vejo alguem falar isso como vi falar aqui) é a questão dos jogos. Me lembro que o maior atrativo que o windows 3.11 trazia aos usuários domesticos, época que Internet no Brasil inexistia, eram os jogos (mortal kombat se instalava com 10 disquetes ehehehe), que cada vez mais foram evoluindo (quem nunca jogou tomb rider?? hehehehe). Querendo ou não, o mercado de jogos impulsionou o mercado de hardware e o windows estava lá (sempre esteve) para garantir que todos nós pudéssemos usufruir desse entretenimento. Não me lembro de 1 só jogo de sucesso para Linux. NUNCA VI nenhuma "turminha" ir para alguma lan house jogar SEQUER o enemy territory (que é muito bom, eu sei). Ou seja: a fatia do linux diminuiu mais ainda. Ademais, deveriamos tirar o chapéu para o DIRECTX da Microsoft. Se o linux tivesse uma plataforma "like-directx", para fazer a comunicação entre os jogos e o hardware, a fatia do bolo com certeza aumentaria e não haveria o problema de se fazer um jogo especifico para cada hardware e cada distro linux. Quanto à popularidade do linux para plataforma web, ouso concordar com o Morimoto apenas em parte. É que na verdade os serviços web (moda agora falar em web 2.0), o conteúdo e etc, dão a entender que o SO exerce apenas um papel secundário, como bem falou Morimoto. Ocorre que no Brasil o acesso a tais conteúdos ainda é muito pequeno, de modo que ainda acho muito cedo pensar que a fatia desse bolo destinada ao linux irá aumentar. Até por que mesmo quando se trata de web, o linux ainda sofre "restrições" com relação a padrões de programação web, tais como sites que não são bem visualizados no firefox, sites que usam plugins ainda "atrasados" no linux ou até mesmo inexistentes (como o shockwave), dentre outros. Acho que o Brasil está "acordando" pra realidade do sofwtare livre, mas ainda é cedo para fazer prognósticos tão otimistas a favor do Linux, infelizmente. Gosto muito do Linux (o windows é só para jogo, e apenas quando tenho tempo), mas em certos pontos o mercado ainda é muito bem atendido pelo windows e muito voltado para ele. Sou um defensor ferrenho do software livre principalmente na administração pública, para acabar com esse carnaval de gastar muito dinheiro com software proprietário sem necessidade.
Espero que não tenha sido "chato" e desde já peço desculpas pela extensão do meu comentário.
Abraço a todos, feliz natal e um excelente ano novo!!!!
Eu realmente cansei.
Até em fóruns considerados Linux, quando queríamos expor os benefícios em relação ao Windows, muitas vezes eramos "casados".
No pode falar isto do ruindows, não pode falar aquilo.. Mas, se um tem um beneficio em relação ao outro.. orque não deixar falar?
Tem que ficar de bem com Deus e com o Diabo?
Estou falando do Fórum Guia do Hardware sim, cansei de ser banido .. por querer explicar os benefícios do Linux em relação a outro.. e ainda depois.. levar bronca da moderação.
Já usei TechLinux, RedHat desde a versão 6 até 9, o Slackware e outros. No ano passado queimou meu PC com Slack, e veio uma máquina pre-instalada com Windows. Realmente isso no pode nem ser chamado de sistema, mas para las coisas que faço hoje em dia (navegar na web) no tive nem vontade de formatar.
Com certeza o Linux é um sistema robusto, e nem se pode comparar com essa "tela de retalhos" que é o win. []s
Idem.
Só no forum guia do hardware já me inscrevi
nem lembro quantas vezes.E poucas consegui 'me conectar',afora as respostas e comentários evasivos e quase imbecis.Isto os moderadores não enxergam.Desisti dos foruns.
Só pego dicas e tutoriais.OBS:meu pc com Linux está invadido.
No meu ponto de vista o linux não deslancha principalmente por orgulho… usuários domésticos não querem esperimentar, querem usar, e saber que quando forem na visinha pq a net em casa não fungo, ainda vão sentar na máquina e se sentir um "hacker"… a prática já mostrou que ter 500 distrivuições não é vantajoso, é apenas confuso… e enquanto isso o projeto linux só tem a sua essencia vida apenas viva no kernel… é triste o tigre alimentar o pardal!!!
Esqueci de dizer:Amo o Kurumin 7,o qual comprei no site Guia do Hardware e sou fã do Morimoto.O Kurumin 7 é o máximo mesmo.Uso sempre o live-cd para 'navegar'-(minha conecção é fechada pelo lamer que me invadiu)..Mas estou conformada visto que nada posso fazer.Tentei usar o Kurumin NG mas a tela do monitor fica faltando um pedaço e aparece uma parte preta,à direita e não achei um forum referente ao NG fora do GDH , ao qual não posso entrar(minhas senhas 'somem'.O lamer que invadiu meu pc chegou a fazer um site falso do GDH,substituiu o '.net' por:'.com.br',creio que o Morimoto lembra disso. Abraço a todos.
também acredito que a realidade do sistema operacional Linux é dispositivos como celulares, roteadores, firewalls, IDS/IPS e ainda mais em servidores. O grande problema é que o SO ficou marcado como sistema operacional de geeks, que tudo é mais complicado, incompativél coisa que nos dias de hoje já não é mais verdade. Na editora onde eu trabalho chegamos a migrar mais de 70 estações de trabalho, 10 servidores e 2 firewalls para Linux, hoje temos o SO apenas nos server, firewalls e nos desktops do TI.
É, eu tambem comprei uma Playstation 2, mas não tem os jogos que eu gosto, tipo Age of Empires e afins, semana passada comprei um Asus que me custou mais de 1100 € -- daqueles que tem Express Gate :-) -- e vem com o Vista todo bonitinho, tudo funcionando, instalei o Kubuntu e nem som ele dá, to com medo de desinfetar ele de MicoSoft, vou ter algum trabalho. Mas se ficasse usando o Vista o sistema iria funcionando um pouco pior de dia pra dia, com Kubuntu o sistema instalado vai ficando sempre melhor, a frustação é só no principio e não passado 2 meses e montes de trabalho pondo tudo bonitinho como com o windows.
Acredito que um passo a mais para o mundo do software livre é o adentrar com dois pés na porta do mundo multimídia e seguindo a lógico do Morimoto, ainda estamos atrasados em "plugins" e ferramentas web para estes fins. Nesta semana mesmo me deparei com um buraco ferramental para disponibilizar "podcasts" em formato vorbis (.ogg) em blogs como blogspot e wordpress. Aplicativos web em Flash não oferecem esta função e outros players web para tal fim são difíceis de serem encontrados e de serem implementados. Acredito que enquanto estamos dependendo de flash e de aplicativos web proprietários para tudo, não estamos em um bom caminho.
Como professor (de matemática) e brasileiro acredito que tudo está na (de)educação. Vejo que o povo brasileiro (felizmente não 100%) não é totalmente honesto. Suponhamos que a M$ crie uma atualização para quem está na rede e que seja impossível removê-la e a pessoa não pudesse usar cópias piratas do win 98, xp, vista etc. Não sei, mas se ela quiser, acho que pode fazer isso. Aí o que usuários, como eu, fariam? Não posso pagar o preço da licença, e preciso de um sistema operacional…Corro para o Linux…aí as coisas seriam melhores para o nosso mundo Linux.
Se as pessoas fossem honestas em relação aos sistemas windows, todas usariam linux, pois acredito que a maioria usam copias piratas…
Como foi discutido em várias partes do GDH Linux é uma filosofia de vida também. Aí eu pergunto: Podemos dizer como uma pessoa é, pelo sistema operacional que ela usa e como o usa? Eu digo que sim…
Para mim não importa a opinião de Morimoto sobre o que ele acha sobre a usabilidade em servidores e desktops, o que importa é que o Linux é uma realidade tanto em servidores e desktops e também não importa em que proporção. É sabido que um povo se baseia por sua cultura e em termos de software, o que sempre se preocuparam em aperesentar à população foi o que trouxesse rentabilidade e isso para ambas as partes e a população sempre tendo que engolir e sem poder questionar, ou seja, comprava um software caro, que depois permitia entrada de vírus, perdiam, corrompiam e roubavam seus documentos por causa de uma péssima segurança e no final a licença não pertencia à ele, mesmo tendo pago um preço injusto. Não tenho nada contra a qualquer sistema operacional, até porque são apenas códigos e não cerébros pensantes, a minha discordia é a política utilizada onde se prolifera a monopolização na tentativa de amarrar a todo custo as mãos dos usuários e deixá-los inertes, sem poder de reação. Nos meios técnicos e de TI é notório que o Linux vai muito além de um mero sistema operacional, sendo utilizados em vários serviços, desde de urnas eletrônicas, passando por terminais de casas lotérica à até caixas eletrônicos (isso sem a maioria da população)e exencendo o seu papel social de forma satisfatória nos desktops e sem deixar a desejar em nada. O que mais me intriga e me revolta é saber que o governo está ciente de tudo isso, pratica em suas dependências e de forma tímida, diz que apóia o movimento do software livre e não procura propargar de forma concreta para a população a usabilidade do software livre, e em particular, o Linux ou outro que lhe dê a liberdade de você, enquanto usuário, pagando ou não pela licença, poder livremente manipular o que você está usando. Qual o interesse do governo me propagar de fato o uso do software livre? O que ele está ganhando com isso? …. Porque não existe escolas populares para o ensinamento da usabilidade do Linux, já que em suas dependências ele tem pessoal capacitado para prover essa demanda?
Concertando uma pergunta no post anterior:
Qual o interesse do governo em não propargar, de fato, o uso do software livre em nosso país?
A população deve ser excluída e só usar software proprietário (Windows, etc), ou seja, pagar e não
conhecer um de custo zero (Linux, etc)?
-sou novo no mundo linux
-atualmente uso ubuntu…e to axando o maximo…e facil
-uso windows há mais de 10 no meu desk e lap
mas intalei linux em dual boot…pq pretendo cair fora do M$ pq num aguento mais a neurose com anti-virus e anti-spy e anti-tudo
-pelo menos até agora num conheço ninguem que formatou o hd usando linux por causa de virus
-mas como sou novo nolinux…talvez tbem tenha uma surpreza desagradavel no futuro
-mas como é free…e não preciso de um soft piratão que já pode vir infectado…by-bye windows
Linux é excelente, o problema é quando vem aquela ajuda "entre como root e digite @#$%¨atp#$#$". As vezes peço para digitar no prompt do DOS "ipconfig" e as pessoas se enrolam todas e muitas vezes nem sabem para que serve o promt de comando. As pessoas querem algo mastigado e o linux não é assim. Quando a Microsoft lança alguma versão de windows sempre tem críticas, mas depois do "service pack 23", o sistema fica bom. Acompanho essa ladaínha desde o windows 95. O linux tinha que ser simples para o usuário que não entende absolutamente nada. O windows, apesar de críticas ainda é e sempre vai ser o sistema operacional que qualquer primata consegue mexer.
O Márcio afirma que o Linux é excelente e depois se contradiz dizendo que o SO da microsoft é bem mastigadinho para o usuário final. Afinal o Linux é ou não excelente, já que ele não é mastigadinho. Meu caro amigo, como exemplo, use o ubuntu e veja a qualidade de um SO para o usuário final, o quanto ele é amigável. Agora se vc não tem a coragem de explorá-lo e ao mesmo se disponibilizar a ensinar as pessoas a sua usabilidade, aí é outra coisa…
Eu já discordo em muita coisa que o nosso amigo Marcio citou. Em primeiro lugar, é importante destacar qual a distribuição que o usuário se arrisca a usar. Como o balboabr46 citou, há distribuições excelentes que também podemos dizer que qualquer primata consegue usar para tarefas básicas, tal como acontece no Windows, já que o Windows tem também a sua parte desconhecidade de muitos, nocaso, vai depender da distribuição usada e também da ajuda que o user irá receber.
Estou usando o Ubuntu 8.10 e estou gostando muito, só que nem tudo é maravilha, por exemplo tive que dar boot no windows para entrar na internet wireless, porque no linux ela só conecta quando quer.
Algumas coisas que eu amo no Linux (entre outras):
- apt-get install (mais fácil instalar um programa assim do que no Windows);
- É gratuito;
- É livre;
- Não precisa se preocupar com vírus;
Quem lida com informática ama a linha de comando, mas imagina um usuario comum tendo que dar os comandos de autenticação pppoe para discar pro seu provedor de internet!
No windows é só abrir o assistente de conexão e em poucos segundos ele tá conectado;
Essas coisinhas que os desenvolvedores de Linux pra Desktop tem que pensar.
É Realmente uma pena que ele não rode a maioria de jogos bons e conhecidos! Aí sim é que veríamos o ruWindows.
Seria importante desenvolver alguma coisa para rodar games direto no Linux como rodam no windows, e não usando o Cedega ou Wine. Alguém já pensou nisso?
"É Realmente uma pena que ele não rode a maioria de jogos bons e conhecidos! Aí sim é que veríamos o ruWindows."
é pessoas assim que falam "ruWindows" que acabam afastando mais e mais usuários para o Linux.
Bom galera, eu sou uma das pessoas que não sabem escrever uma única linha de comando, mas gosto muito de computadores e gosto muito do linux. Em 1996 conheci o linux numa reportagem de jornal e só consegui utiliza-lo (e utilizo até hj, alias estou usando enquanto escrevo) graças ao Kurumin 7, obrigado Morimoto.
Eu também acho meio inseguro migrar para a "nuvem", mas acho que isso vai pegar por causa do preço, vc tem apenas um SO pré instalado que pode ser numa memória flash, com menos aplicativos a serem instalados e com o uso de um disco virtual para armazenar documentos a máquina não precisaria de disco rígido local, isso já garantiria um aumento de velocidade na máquina com queda de custo. Sem instalar programas a máquina só teria custo de manutenção com hardware, o software pode ser resetado como num smartphone.
Em alguns anos máquinas com HDs serão apenas para profissionais, para usuários comuns "acessadores de web" serão o suficiente. Considerando esse quadro acho que o linux pode virar o jogo, se apenas será necessário acessar a Web, então não haverá diferenças entre os SOs para o usuário comum, e as empresas seguirão a lógica: lucro é igual preço de venda menos o custo, então baixemos o custo, pagaremos pelo SO ou usaremos um gratuito???
Esse quadro se encaixa na convergência digital entre desktop, celular e televisão, quantas pessoas vcs conhecem que fizeram cursos para usarem o celular?
Alguns comentários me lembram 1995 qdo a MS lançou o Win95, os programadores diziam ser "windows para leigos", que seja, pq um advogado, um médico, ou qq outro profissional que não seja de TI seria obrigado a estudar programação? O próprio linux passou a tomar corpo depois de distribuiçoes que exigiam menos conhecimento para sua instalação.
Caros amigos,
Compartilhando minha experiência com vocês, quero adiantar que a computação em nuvem vai fazer o linux crescer.
Tenho uma empresa, e aqui desenvolvemos aplicativos, que rodam na nuvem, para rodar o nosso sistema, basta ter flash instalado.
Modificamos todo modelo de negócio, para prestarmos serviços de suporte ao software de gestão na nuvem, e suporte em todos os terminais que irão rodar distribuições linux. Infelizmente, onde fica a ECF e o TEF ainda vai rodar windows por um tempo, culpa da Visanet e da Redecard.
Gente Linux e apenas um Kernel de um sistema base Unix!
Unix não foi feito parta ser fácil, mas sim eficiente, computadores com uma centena de clientes logados e executando seus programas.
Se o usuário quer um determinada facilidade e acha que programas livres não podem resolver, bem então pague pela solução de mercado e não reclame.
Vários programas estão disponíveis com a licença “GNU “ para o Linux, e este conjunto de programas faz do Linux o que ele é.
Um verdadeiro Unix de fácil utilização que abriu o mercado para uma nova realidade de consumidores que desejam hardware compatível com o sistema.
Conhecimento técnico sobre Unix,servidores e afins , que pessoas como eu não teriam a minima chance de estudar se não foce o Linux GNU.
OBSERVAÇÃO: eu já tinha escrito algo sobre técnicos formatadores de HD “compulsivos”, porque medico não salva vida de paciente cometendo Eutanásia.
O fato é o seguinte: Enquanto o Windows for mais fácil de usar que o Linux, ele vai continuar mandando no mercado. O usuário final(leia-se o mongol do seu vizinho) NÃO QUER usar APT-GET, não quer ler 8000 tutoriais de 6000 fóruns diferentes que ensinam ele a instalar uma impressora reescrevendo o driver no VI em hebraico. Ele quer clicar colocar o CD no drive, ligar a impressora na usb, NNF e acabou! Linux sempre foi, é e SEMPRE vai ser coisa de nerd. Não tem facilidade de uso, quem quer saber como fazer certas coisas(em sua maioria coisas resolvidas com um ou dois cliques no Windows) tem que recorrer aos orixás de "pai google", não tem padronização e não tem o principal da Microsoft(no caso de softwares originais): Suporte. É por isso que, embora o uso de Windows nos computadores do mundo todo venha caindo, quem tem ganho espaço é a Apple e o MacOS X, e não o Linux. Eu era profissional linux e evangelista de software livre em geral. Mudei pra Windows por opção e hoje estou prestando minhas provas de certificação Microsoft(sou desenvolvedor). Enquanto os desenvolvedores de software livre não pararem de fazer softwares para si próprios(from nerds -- to nerds) e não escreverem manuais(ou manuais decentes, no caso dos poucos manuais que existem), simplesmente por que "o legal é programar, escrever manuais é um saco", o software livre em geral vai continuar tomando um pau do windows. Em especial se levarmos em conta que o usurário não té nem aí para a tal "liberdade". Ele quer é facilidade.
Bruno,vc não passava de um preguiçoso do software livre, pelo que vc expôe, é notório, e por isso vc voltou a servir a bill geitada, acho que não por opção, mas por não ter capacidade de levantar a bandeira do software livre e ainda ter o descalabre de dizer que o Linux continua sendo coisa de Nerd. Meu caro amigo equivocado, trabalho numa empresa onde existe desktop com Windows e Linux e por incrível que pareça os computadores que vivem dando problema continua sendo os que tem bill geitado instalados e os setores que trabalham com esse trem tem pessoas com o nível de instrução intermediário e superior e fazem questão de ter esse remendo apesar dos pesares mesmo tendo o Linux como alternativa e que executaria os mesmos serviços que um escritório exigiria. Enquanto que em setores mais populares, onde o pessoal não liga pra essa coisa de marca, o Linux é usado sem problemas, executando todos os serviços que os setores demanda, imprimndo em rede, ainda gravando DVD, acessando a Net ( muito mais rápido), editorando fotos e por aí vai… E olha que eles não tiveram aula de usabilidade, só perguntavam algumas coisas quando tinham dúvidas e olhe que são pessoas de nível educacional baixo nível educacional e vc vem dizer que o Linux, é ainda coisa de nerd. Vc é tipo paradão e limitado, daqueles que não questiona nada, o sistema pegou vírus e vc deve fala assim: Vamos passar o anti-vírus, se não resolver vamos formatar a máquina e reinstalar o bill geitado, mais não quer usar um unix que não entra vírus de maneira alguma e que tem um kernel que desenvolve muito mais rápido do que esse trem virado do bill geitado. Meu nobre e como vc anda desatualizado, distros como o Ubuntu, Mandriva, a Debian e tantas outras dando um show de bola, em termos de usabilidade para o usuário final. Eu não encontro em mim nenhum travamento em relação a qualquer sistema, me disponho a ensinar tanto o Windows ou Linux para qualquer pessoa desde que ela queira aprender, pois, não vou obrigá-la a nada. Sou um profissional de informática e ganho mais dinheiro em informática resolvendo broncas do windows e quanto ao Linux, é muito difícil o cliente me chamar e dizer que deu algum problema, no mais, é ensiná-lo sobre algum aplicatvo ou instalá-lo. Não se contamine e nem se limite com o software proprietário, pois, um profissional de informática se ficar só nessa não vai longe…
Eu acho que o que falta no linux é marketing. Eu tenho um amigo que é doente por coca-cola. Vocês não têm idéia do que o marketing faz com as cabeças das pessoas. Eu me lembro quando lançou o Windows 98 era só elogios. Todo mundo sabia das limitações e defeitos que o sistema tinha mas até meados de 1999 usar o W98 era simplesmente ter o state-of-the-art technology. Software the código aberto não tem marketing e portanto não tem condições de ganhar espaço para o usuário final. Só mesmo no boca-a-boca ou com os que por algum motivo seja profissional ou educacional se esbarram no linux e acabam gostando dele. Você pode ver em qualquer catálogo de lojas de departamento, sites e afins a mensagem: "O fabricante X recomenda o Windows Vista" ou "Só compre computador com o Windows Original". Queriam o quê? Eu sou usuário do linux, e afirmo que ele é muito melhor que o Windows em vários aspectos como estabilidade, segurança e desempenho. E digo isso não porque o nome linux foi gravado no meu subconsciente por propaganda, mas porque tive curiosidade e aprendi gradualmente a conhecer o sistema. Uma vez que você aprende a usar uma distro linux não entende porque as pessoas acham complicado se você consegue usá-lo tranquilamente. Mas como disse, é o marketing e a maioria das pessoas não estão abertas a novas idéias.
A necessidade de desenvolver, para boa parte dos dispositivos de hardware, um drive novo a cada nova atualização do kernel, inviabiliza Linux para desktop.
É basicamente isto.
Reforçando minha colocação:
Um cliente meu teve problemas graves em sua empresa em suas placas graficas por conta de ter permitido uma atualização de Kernel 2.6.18.4-k7 para 2.6.21.2-k7 em suas maquinas.
Caros leitores, depois de 14 anos utilizando o windows no desktop/notebook pretendo reduzir pela metade o número de computadores rodando o windows na minha família já que sou o "técnico da casa", além disso estou sempre motivando os meus colegas que utilizam o windows para acessar o banco e aplicações de internet apenas (aplicações office de um modo geral). Concordo com a previsão de que em 2009 a participação do linux no desktop tenha um pequeno acréscimo, no que depender de mim, esta caminhada já começou.
Os PC´s são instrumentos de trabalho de um público muito variado. De hackers a donas de casa. Uns só querem escrever documentos, trabalhos de escola, receitas, consultar Emails e ver notícias na NET. Outros querem saber em que posição de memória foi parar aquele bit que controla tal variável do jogo. Estes últimos instalam o SO, as donas de casa não. E elas não são burras, é apenas um problema de contexto.
Ofereça para as pessoas comuns o que elas querem, que pareça e funcione do jeito que elas já sabem usar e ele vai fazer sucesso.
As pessoas não são preguiçosas em questão de tecnologia, são práticas. Se não têm no mundo da informática o seu meio de vida ou hobby, sempre procurarão resolver seus problemas com o menor esforço, no que estão certas. Não quero saber em detalhes como funciona a injeção eletrônica do meu carro, quero dar a partida e ir para o trabalho e usar ali o meu tempo e minhas habilidades.
Não há nenhum problema técnico com o Linux, o que não existe é uma estratégia de marketing concentrado, como faz a M$. Eles tem um bom SO (falo do XP) e uma estratégia de marketing agressiva, enquanto no mundo dos Desktops o Linux de maneira geral tem apenas entusiastas.
Eu uso o Linux e o XP em dual boot. Não dá para rodar certos programas como o SolidWorks no Linux em VM ou Wine, se um dia der eu deixo o XP de lado. Mas a grande massa de usuários só vai migrar para o Linux após uma demorada e agressiva campanha unificada de marketing, o que ainda está muito longe do mundo do Linux. Que ninguém se engane, de todos estes micros e Notes que vem com o Linux pré-configurados, apenas uns 5% não tê seu sistema trocado para um M$ pirata. O linux teve apenas a finalidade de baixar o custo inicial do equipamento.
Caros
Me desculpe os linuxistas , mas creio que antes de meter o pau na Microsoft , se querem que o Linux um dia seja uma opção viável no Desktop , tem que estudar um pouco de Marketing , para entender melhor a cabeça deste desconhecido " USUÀRIO" , pois é ele que vai dar o voto final , de nada adianta ficar dizendo o Linux é isto é aquilo , se não é assim percebido pelo usuário final , começa pelos próprios foruns que dão dicas e insistem em falar uma linguagem extranha e desconhecida .A história esta cheia de produtos tecnológicamente melhores , mas que perderam por não levar em conta o Mercado , cito alguns exemplos , o OS2 era muito superior ao Win95 , o Betamax era muito superior ao VHS e ai vaí , mas não conseguiram vencer o concorrente , aos linuxistas o meu conselho , procurem resposta a uma pergunta , o que leva um usuário que compra um Micro completo , configurado com Linux , redondinho , funcionando , com tudo o que teoricamente voces acham que o usuário quer , a pagar para um " NERD" tirar o linux original e colocar um XP pirata ???
O Que falta ao Linux para cair no gosto da População ??
Não adianta culpar o usuário ou a Microsoft , o linux tem sim que mudar o seu conceito , a sua forma de trabalhar , para deixar de ser um sistema para "NERDS" e passar a ser um sistema para usuários finais , e tem sim que encarar a realidade , sem software pago , fica dificil o linux ganhar espaço no desktop , quanto a solução de linux para PC e playstation para jogos , acho um grande desperdicio de dinheiro , alem do que a Jogos para PC que não existem para Playstation , ou seus concorrentes Xbox e WII , creio que o primeiro passo para a popularização do linux é conseguir que os fabricantes de software desenvolvam aplicativos para Linux .
Não faz muito sentido reclamar da "falta de marketing" com relação ao Linux (sobretudo no caso dos desktops) pois não existe uma entidade central por trás do sistema. O marketing ficaria a carga das distribuições e (em menor grau) por parte dos próprios usuários e da imprensa especializada.
O maior problema é que alguns usuários contribuem para criar uma imagem negativa, ou mesmo aversão ao sistema, tentando empurrar configurações ou distribuições inadequadas, ou adotando uma postura fanática.
Pra mim muitas críticas são na verdade apenas auto-elogios, se todos soubessem programação não haveria mais emprego para programadores, assim como se todos soubessem tudo de medicina não pagariam médicos nem planos de saúde.
O tópico se refere ao uso em massa do Linux, e não algo específico para programadores. Se estamos falando de algo para o usuário final, por que critica-lo?? Para se auto-elogiar??
Por falar em marketing, não parece uma estratégia eficiente tentar mudar o consumidor ao invés de adequar o produto.
Uma coisa é o ponto de vista de uma pessoa que possui algum conhecimento em TI e se interessa em se aperfeiçoar. Outra coisa é a maioria dos usuários finais que geralmente não entendem chongas e nem estão interessados em entenderem. Outro dia o engenheiro na Empresa em que trabalho, veio cheio de arrogância me perguntando porque haviam tirado o Office da Microsoft do micro dele e instalado o BrOffice.
Tentei argumentar inclusive usando a razão econômica e ele disse-em que havia estudado engenharia e não programação e que o seu tempo era muito escasso e caro para ficar se metendo em aventuras cibernéticas (termo usado por ele)e que não admitia que uma coisa que funciona bem há tantos anos (Windows e office)fosse de uma hora para outra trocada por devaneios tecnológicos. Quero de volta o que funciona sem empacar o meu tempo, disse-me ele. Vírus, spywares e afins não me dizem respeito, a minha obrigação é terminar as construções e com ferramentas ágeis e prontas.
Concluindo: Existe possibilidade de diálogo com uma pessoa dessas? O pior é que a maioria pensa assim
É meus amigos a questão toda se passa pela necessidade de incluir um sistema operacional à população que venha a atender as necessidades básicas de uma pessoa comum, ou seja, acessar a internet, gravar um DVD, digitar um texto, uma planilha, uma apresentação, ouvir uma música e tal, e isso muitas distros competentes faz com propriedade e a um custo zero. Falo isso em nome da inclusão digital, onde inúmeras pessoas ainda não tem um micro e sequer qualquer sitema operacional por conta de socialmente não ter condições para tal. Sabemos que é vergonhoso usar um sistema sem licença e o que isso judicialmente acarretaria para o indivíduo. Em um país quem dita os valores de um povo são seus governantes e, se eles, desejarem um dia implementar para toda a nação ou no mínimo a aplicação do Linux nas esferas municipais, estaduais e federais, como forma de viabilizar, de fato, a inclusão digital neste país com certeza a usabilidade de desktop para Linux subiria de proporções e ao ponto de várias desenvolvedoras começar a trabalhar para Linux também. Isto porque vai demandar compras de desktops pré-instalados com Linux e muito dinheiro entrando e quem vai querer ficar de fora?.. Tudo se passa meus amigos pela vontade dos governantes e eles podem em cada canto deste país abrir escolas populares e de graça para viabilizar à população a aprendizagem e a usabilidade do sistema GNU-LINUX .. É só vontade política e se isto não ocorre, o que é que está havendo já que dentro das esferas federais já se usa o Linux com desembaraço? E o povo que paga seus impostos não pode ter acesso, porque? …E quanto aos amigos que ainda não conseguiram largar o Windows porque ainda não roda o seu joguinho preferido ou porque ainda não roda aquele aplicativo profissional mesmo que todos, seja na maioria, piratas e susceptível a entrada facilmente de vírus, faço votos que continuem a usá-los e quem sabe um dia o software livre possa a vir atender suas necessidades também já que ele atendeu a uma afinidades de aplicativos bastante necessários a uma empresa, a uma pessoa, a um povo,etc; com um sistema operacional (Gnu-Linux), diversos aplicativos office (openoffice, koffice,…), queimadores de dvd e cd (K3b, Braseiro,…), plugins para tocar músicas (Amarok, kaffeine, Mplayer,…), etc… Vejo que tudo isso é uma questão de tempo porque uma cultura não se muda da noite para o dia e isso já está mudando e pena que alguns não consegue enxergar ou não querem acreditar que alguma coisa está prestes a desmoronar lentamente… e não se pode perder o trem da história…E aos desanimados do software livre não joguem a toalha no chão porque a força do software livre não se resume a um lugarzinho nos states e sim ao globo meu amigo, voltem com todo o gás, volte a escrever, desbancar àqueles que só pensam no seu umbigo e querem o mal maior.
Mudando a minha discussao sobre o Linux e sim sobre as mudancas, meus professores da faculdade sao engenheiros e eu nunca vi pessoas tao aversas a mudancas, eles NAO CONSEGUEM USAR O WINDOWS VISTA apesar do sistema ser muuuuito parecido, ficam irritados com o WGA, falando que eh frescurento, que a Microsoft so complica as coisas, que o Windows XP era tao bom… Entao porque mudar?
As pessoas nao veem necessidade de mudar nada, de fato, poucos usam Linux porque alem de estar insatisfeito com o Windows, o usuario tem que aprender algo novo.
O Linux nao eh tao dificil assim, se uma pessoa consegue aprender Ingles, Espanhol, consegue aprender a usar o Linux, alem do mais, precisamos de adaptacao. Ou voces acham que o Morimoto nasceu sabendo Linux? Se eu consegui aprender, todos conseguem… Basta querer!
Nós Brasileiros que trabalhamos feitos escravos do império antes da republica, que recebemos salários iguais a de países africanos, mas somos exigidos em desempenho como japoneses.
Temos que escolher qual é a melhor plataforma de ecodesenvolvimento humano.
Com Software livre ou Proprietário, acredito que a cultura no setor publico de “SO” e mais escolas recebendo computadores com “SO” vai contribuir para melhorar o cenário. E quem sabe abir mais portas para o Linux e outros “SO”.
Contrario da pirataria que abre as portas para o “SO” pirata e a falta de desenvolvimento do povo.
O relato do “Nelson Oliveira” ilustra bem o que acontece em muitas empresas, infelizmente já passei por isso.
Eu diria a esta pessoa para imaginar o cenário da policia entrando com um nadado na empresa de busca e apreensão atrás de “SO” pirata.
Aqui no RS já aconteceu inúmeras vezes!
Excelente ponto de vista Morimoto. Concordo com seu pensamento e realmente acredito que a tendência é que as pessoas usem mais serviços online, diminuindo relativamente a importância do sistema operacional.
Eu tenho notado que, mesmo eu, tenho utilizado mais intensamente aplicações diretas na web. Outro dia a internet falhou aqui em casa e, simplesmente, ninguém usou mais o computador pois as atividades de todos estavam na web (email, documentos, chat, etc.). Meu pai, que nada entende de computador, chegou a dizer: "Hoje o computador sem internet não serve pra nada!"
Sobre essa guerra Windows vs Linux que está dominando os comentários, quero dizer que já cansei de tentar convencer pessoas de que o linux é isso ou aquilo… elas realmente "não querem saber"! Como eu li num comentário aqui, as pessoas não querem saber como a TV funciona, querem é ver seus programas favoritos.
http://fabianopc.wordpress.com
Como definir esforço? Como definir toda essa dificuldade? A informática é tecnologia, e como toda tecnologia que é interativa, está coberta de termos, paradigmas, conceitos etc.
Quando você usa outra plataforma que não o Windows, paradigmas vão mudar, termos vão mudar… isso é fato.
O problema não é dificuldade, pois mesmo se Linux só pudesse ser configurado via modo-texto, ela não existiria. Qual a diferença de editar um arquivo texto mudando valores e clicar num campo e alterar um valor? As pessoas colocaram centenas de ícones para lembrar-se das fórmulas do Excel? Não… NOMEDAFUNÇÃO e uma descrição e só, extremamente gráfico, intuitivo e fácil, não é mesmo?
É simplesmente, com todo respeito, ignorância.
"Ah, mas Fulano não precisa saber isso", não, meu caro, Fulano precisa sim saber muita coisa para utilizar um computador, evitando assim cair em armadilhas na Internet, perder dados por não saber nem mesmo ser organizado e fazer cópias de segurança, danificar hardware por uso negligente, evitar ser ludibriado por técnicos nada confiáveis e/ou que atuam com má fé…
As pessoas adoram comparar computadores e um sistema operacional com carros, mas muitos destes colocam em jogo coisas como a fabricação e montagem, mas se esquecem que sabem cuidar do veículo e poderiam até mesmo revisar muitos componentes do mesmo, ao menos os básicos (manual do proprietário também serve para isso). Estranhamente, não comparam com motocicletas, um tipo de veículo onde é ainda mais comum essa intimidade entre o dono e o veículo. Há uma alta dificuldade nisso, ou simplesmente é uma questão de bom senso? Ou seja, essa comparação seria válida no caso de um LFS da vida, o que certamente não é o caso, mesmo com o Gentoo não seria o caso, a distribuição não é um "build kit".
Distribuições que geralmente focam em facilidade não são realmente fáceis, são ATRATIVAS, esse é o ponto. Quem sabe configurar um Windows XP bem não necessariamente saberá configurar um openSUSE bem, isso não existe, tudo é passível de mudança. E não, o Windows também não é realmente fácil, e a facilidade dele muitas vezes é uma mistura de comodismo, costume e história.
Uma outra coisa que contribui para a não popularidade do sistema é o fato de profissionais que restringem o Linux ao mesmo nicho do UNIX, só que UNIX custava dinheiro, rodava em hardware diferenciado (e geralmente caro) e não contava nem com metade das aplicações de produtividade e entretenimento que o Linux
Essa coisa do "não precisa", "não é necessário", "Windows é simples", balela pura.
Não tem Microsoft Office, alguém aqui já usou — são pagos — um ThinkFree Office ou mesmo um SoftMaker Office? Existe realmente uma FORTE necessidade de contar com versões atuais do Office? Não existe, muitas pessoas se vêem obrigadas a isso no Windows por causa da pirataria, mas a Microsoft SEMPRE disponibilizou visualizadores, o que sanaria pelo menos o problema do PowerPoint. Lembrando que problemas como esses não existiriam talvez, se o Office suportasse a criação nativa de PDFs desde a versão 2000.
Outra coisa são os nichos, AutoCAD, Photoshop, Corel Draw!, todos aplicativos CAROS, de nicho e que estão muito (botem muito nisso) distantes da maioria dos desktops e da maioria do público que é geralmente colocado como o "coitadinho" que não pode usar Linux por que a culpa é sempre de qualquer outro indivíduo mais técnico, empresa, organização, enfim, tudo, menos dele próprio.
O ano do desktop Linux é praticamente todo ano, só deixará de ser quando Linux como um todo não for excitante, nada interessante for desenvolvido e a base de usuários técnicos e que alimentam geralmente o desenvolvimento de praticamente tudo o que fez a plataforma ser o que é hoje sumirem.
E pirataria não deixa de existir em países ricos…
E não, também não estou dizendo que a MS não é importante e nem que não foi, mas os tempos mudam e o Windows não está sozinho, aliás, nunca esteve, mas derrubar concorrência com código fechado é bem diferente do que aquelas com código aberto.
Outra coisa interessante é quando falam que os usuários avançados são os culpados pela não popularização do Linux, quem desenvolveu tudo mesmo? E outra coisa, isso é falácia, inclusive, uma das pioneiras (que hoje mudou de foco), foi a Red Hat… a começar pelo seu famoso formato RPM.
E o uso de serviços online é muito relativo também, motivo simples: requer mudanças e ainda não atingiu uma real maturidade. :-)
OBS: Post longo, peço desculpas.
Li todos os comentários.!
Cada um tem a sua parcela de razão.!
Meu irmão que é médico e é fanático por Linux, entrou no site http://www.puppylinux.org/ e instalou o sistema operacional puppy ultima versão 4.1 … em computador Compaq presário 5524 com pentium 133mhz e 73 Mbytes de memória .
E deu este computador para eu aprender a "mexer " com o linux. Ele ficou meio lento.! Mas funciona.!
Ele deu o endereço deste site do Sr.Morimoto, para que eu pudesse aprender mais sobre o Linux.
Mas se o Sr. Morimoto está decepcionado e provavelmente vai jogar a toalha e desistir do Kurumim que ele criou; eu que pensava em comprar alguns dos seus livros e aprender sobre O Linux já que sou novato no assunto; penso em desistir e voltar a instalar o sistema windows na micro.
Li a respeito dos softwares que o Linux tem; que roda só em Linux. Porque vocês programadores não fazem softwares em JAVA, que roda em qualquer plataforma ?
O Kurumin terminou faz mais de um ano! Já saiu até o anuncio oficial na página avisando que o projeto foi encerrado e que outra equipe deu prosseguimento criando o Kurumin NG…
O Kurumin são águas passadas gente, foi um projeto nobre, mas acabou, bola pra frente. Eu mesmo acho que o trabalho que o morinoto está fazendo agora, com os livros e esses artigos é bem mais importante. Acho que esteja sendo mais recompensador pra ele ter essas discussões e troca de ideias em vez de um monte de chorões pedindo recursos e reclamando de problemas como ele tinha na época do kurumin.
caramba o Morimoto só levantou os fatos, nada mais, não é apenas com as distribuiçoes linux, mas as versões da microsoft tambem perderam sua importancia com desktops. O que vai imperar agora será a navegação em nuvem, (vocês ainda não perceberão?) a cada dia ganhamos mais velocidade de conexão isso mostra um novo parametro, a nova tendencia de poder fazer tudo online independente de S.O, vocês não acham isso incrivel??? essa será a realidade em breve.
Só outro cometário, o kurumin vai fazer falta, valeu Morimoto…
ou melhor, vai deixar saudades.
Meu amigo Cláudio, a internet nunca foi e nunca vai ser mesa de trabalho de profissionais responsáveis e no mínimo também, de usuário comum consciente. A internet no que ela representa no contexto atual, é maravilhoso; nela vc baixa um filme, bate-papo, edita suas fotos(em baixo nível), vê seus emails, edita textos, planilhas, vê a rua de sua moradia, vc faz compras, envia torpedos, facilitando a minha vida e a sua. Espero que o amigo tenha a consciência que o desktop não é um brinquedinho que só serve para viabilizar a febre que essa meninada tá curtindo não, o desktop é um lugar de respeito, onde pra se construir tudo isso que vc faz na internet partiu e continua partindo de várias mesas de trabalho espalhadas por esse mundo afora, através de profissionais e curiosos comprometidos diretos e indiretamente com a evolução digital. Vc acha que grandes empresas ou profissionais free vai disponibilizar seus trabalhos na construção de software ou arquivos comuns em algum servidor deste planeta? Só a tietagem fervenha dos orkuteiros, msn, youtube, sites pornôs, desistentes do software livre, usuários preguiçosos, etc, acreditam numa ilusão dessa. O desktop pode deixar de ser inviabilizado e momentâneamente, se o seu HD danificar-se por um motivo ou outro, mas vc pode espetar na USB um pendrive com um sistema pré-instalado e voltar a usá-lo normalmente e quanto à sua usabilidade, uns gostam de explorá-lo; outros preferem fingir e fugir pela internet …
Desculpem, esse post anterior não é réplica para o Cláudio e sim para o douglas…
Pessoal, se o projeto ReactOS (www.reactos.org) der certo poderemos ter um software livre quase 100% compatível com Windows. Assim como o Linux é uma implementação livre do Unix, o ReactOS pretende ser uma implementação livre do Windows. Esse projeto surgiu para implementar a "camada de baixo" do Wine, já que o Wine roda em cima do Linux e por isso não é 100%. Pena que o projeto ainda esteja no começo, mas com certeza promete.
Com todo respeito Morimoto, mas vc nao e a pessoa mais indicada para falar sobre futuro.
O Linux hoje esta tão dsitante dos desktop quando dos Servidores, vc mais que ninguem deve saber que grande parte da internet funciona com servidores Linux e Apache
Mas se o futuro for Cloud Computing, entao os servidores terao que serem FreeBSD, e nao venha com papo de usar Debian, Gentoo, RedHat ou Slackware, como disse o kernel esta muito distante da confiabilidade de um FreeBSD, poi tem que ser sistemas robustos e sem falhas de segurança
Acham que estou maluco vejam este site, a quantidade de servidores Linux atacados
http://www.zone-h.org/component/option,com_mirrorwrp/Itemid,0/id,7691148/
Considero que o Carlos Morimoto fez mesmo um desabafo. O que o Linux, o Solaris ou qualquer outro sistema operacional precisa para concorrer com o Windows é simplicidade de uso. E não é preciso inventar quase nada neste quesito. O click-and-run do velho Lindows, aproveitado em conceito pelos ícones mágicos do Kurumin facilitando a instalação de programas. Frontends para as ferramentas de modo texto são muito fáceis de fazer até para newbies com o Kommander. Muitos programas Windows precisam apenas de um instalador para rodar no Linux. Muitos jogos não rodam por este detalhe. Acontece que os "xiitas" desciam o malho no CM pelo fato do Kurumin ser simples demais. Acusavam o sistema de ter "menus poluídos", sem dar importância para quanto aquele "mastigado" dos menus era necessário para a migração de usuários Windows. Então, acho que o CM resolver ir cuidar da vida, ao invés de perder tempo rebatendo os "xiitas". A MS adora esse pessoal. Graças a eles, o problemático Windows continua vencendo a guerra contra sistemas operacionais muito superiores a ele.
Sempre fui usuário de windows, mas há uns dois anos atrás foi "evangelizado" por um colega que é técnico de TI a usar o linux. Bom, no começo eu achei interessante a idéia de software livre, coisa e tal, que acredito ser o maior apelo no linux. Os problemas começaram quando precisei usar alguns programas de nicho (sou biólogo e uso alguns programas estatísticos específicos, que pela demanda são produzidos apenas para windows). Meu colega disse: "ah, é só botar o wine que roda!" eu: "Tentei, mas travou". meu amigo: "ah, mas é só abrir o terminal e digitar sudo asdsdf….., se não funcionar, procura uma lib….". Parei por aí e voltei para com o Windows Vista Original no meu note, quem não tem me dado nenhuma dor de cabeça. Tenho muita coisa para fazer e infelizmente não posso me ater a aprender a fazer as coisas na unha. Porquê? porque não sou um profissional da computação. Eu tenho outras coisas pra fazer, e acho que é isso que muitos defensores de linux não enxergam. As pessoas têm prioridades, e OS's como o windows facilitam a vida de quem tem que se dedicar a outras coisas que não sejam programar o OS para rodar no computador. Para usuários comuns acho o linux uma ótima, mas pelo menos aqui em João Pessoa as lanhouses com XP pirated edition fazem com que as pessoas pensem que computador é windows, e quando comprem o seu com Satux ou Fenix (neste últimonem dá para configurar a placa de rede sem contratar o suporte) e instalem OS da MS. No meu caso, é melhor pagar para ter algo que se adeque às minhas necessidades, e não vejo mal nenhum em pagar pelo trabalho de alguém (embora a MS explore bastante). Abram os olhos e vejam que nem todo o mundo precisa saber programar para usar um computador. Eu torço para um dia poder usar um linux, e que este seja realmente livre, sem xiitismos exagerados, mais ergonômico, com menos linhas de comando, e sem dores de cabeça.
Cara pra mim no dia em que os desenvolvedores passarem a fazer os jogos pra linux largo o windows de vez, mas como a questão envolve $ e ai é q a M$ age sei q é difícil de acontecer…
enquanto isso windows no desktop de casa que uso pra jogar e linux no restante
Sou usuário do Linux desde 98 e o adoro como servidor, mas como desktop…
Usei o Ubuntu 8.04 com firefox e precisei do flash.Deus uma semana de trabalho para instalar porque a Adobe não dá suporte. Imaginem uma pessoa normal, ela poderia dispor deste tempo? Isto para o flash apenas. E para programas que não estão nos repositorios do apt-get? Tem que correr atrás de biblioteca (que muda de nome de distribuição para distribuição). Fora make, make install e … falta a biblioteca… No windows baixa-se o programa com todos arquivos necessários e tem um instalL ou setup e pronto. Como competir com estas facilidades? Fora em uma escola que trabalho, como pedir para substituir Autocad, Office que o mercado exige?
Parei de fazer evangeliza- ção de Linux Desktop.
(escrevendo de um Mandriva 2008)
O linux sempre será um sistema para administradores da REDE, técnicos e pesquisadores. Não acredito que os desenvolvedores queiram efetivamente "derrubar o Windows". Acredito que para o LINUX "pegar" é necessário parceria com as software houses, querendo ou não tem muita gente que não quer o gimp, mesmo ele sendo melhor o cara quer o COREL, ou até mesmo sabendo que o BLENDER é uma ótima ferramenta ainda assim quer utilizar o inventor ou o solid Works. Eu apenas gostaria de saber se algum dia foi feita uma proposta para empresas como a autodesk, adobe e até produtoras de jogos em fornecer seus softwares em linux version. O dia que isso acontecer daí já era Windows!
"Usei o Ubuntu 8.04 com firefox e precisei do flash.Deus uma semana de trabalho para instalar porque a Adobe não dá suporte."
Então o seu "Ubuntu 8.04 com Firefox" deve ser diferente do meu Ubuntu 8.04 com Firefox! No próprio site da Adobe, pode-se baixar um pacote Debian com pouco mais de 3 Mb que em segundos instala o Flash com suporte completo e total ao Firefox, sem maiores problemas.
E só existe uma razão pela qual o Linux "não deslancha" -- é a facilidade de obter cópias PIRATAS e ILEGAIS do Windows (que, como já foi comentado aqui, a M$$$ não combate duramente, apesar da sua retórica habitual, para não cair em desgraça com o "avaro e guloso Deus Mercado"). A pirataria, por sua vez, alimenta e é alimentada pela PICARETAGEM generalizada dos "técnicos" com suas soluções "geniais" favoritas -- "formatar o HD" e "trocar a placa-mãe" (como também já foi comentado aqui).
Por fim, a opção pelo Linux NÃO é uma questão meramente tecnológica, mas envolve, antes de tudo, uma proposta político-filosófica como Stallman e a Free Software Foundation sempre deixaram claro, mas a qual,francamente, penso que nem o Sr. Morimoto deu atenção (muito menos os "profissionais de informática" e os "gamers" aborrecentes)…
Eu considero que proposta político-filosófica tem mais atrapalhado do que ajudado na popularização do Linux. Essa insistência em tentar associar "software-livre" com socialismo, militância e movimentos de esquerda é um fator que causa mais aversão ao sistema do que qualquer deficiência técnica.
Eu acho que independente da política filosófica que o software livre conclama e que eu acho muito louvável por sinal (onde com ele qualquer nação sobreviveria sem problemas, trazendo mais economia para os cofres) e da política adotada do software proprietário que visa meramente lucro e nada mais (empurrando goela abaixo e tendo que se pagar caro por isso e nem ao menos vc poder dizer que é seu já que vc pagou e poder modificá-lo ao seu bel prazer), acho que não devemos pensar só no específico, em mim ou vc, devemos pensar num todo, onde sabemos que mais 50% da nação não tem acesso a um microcomputador, mesmo com essa medida tímida e mal elaborada do governo em inventar o tal "COMPUTADOR POPULAR" com distribuições Linux horrivéis e mal elaboradas onde espanta qualquer um a correr para os braços de um pirata, e paralelo a isso, a irresponsabilidade do governo em não dá suporte educacional à população para a usabilidade do sistema operacional Gnu-Linux. Então a questão toda passa na inclusão digital, a microsoft jamais vai ajudar qualquer nação a fazer inclusão digital porque pobre não tem dinheiro para comprar seu software, onde ela prefere que pirateie mesmo só para tentar não deixar o software livre cobrir essa lacuna aberta na vida digital de um país e o governo sabendo disso lava suas mãos, a não tomar uma atitude que vá de encontro aos lucros absurdos das vilâs do software proprietário em nosso país, a deixar a maioria da nação vulnerável no uso de um sistema remendado e inseguro do que adotar, com respeito e responsabilidade, não por ideologia, um sistema que realmente viabilizaria a inclusão digital de verdade nesse páis que é o GNU-LINUX. O que é necessário no mínimo, para um cidadão, uma empresa, uma repartição pública para iniacilizar seus trabalhos digitais? Seria um pacote office (texto, planilha, apresentação, banco de dados), internet, poder imprimir local e em rede, editar uma foto, ouvir uma música, etc, e isso o software livre faz com maestria e propriedade sem dever nada ao software proprietário e os governos sabem disso e só usa dentro de suas instalações, num projeto vergonhoso de tímido, apenas para viabilizar sua governabilidade e obter economia. Mas só para ele? e nós cidadãos não podemos ter esse conhecimento e essa economia, nâo? Pena que existe um grande acordo e o governo não quer ter soberania nessa área. Será que poderemos advinhar, o porque?
Morimoto você verbalizou o que venho constatando no dia-a-dia do softlivre.
Comparar Software livre com socialismo foi na veia! Essa associação é negativa mesmo, bato palmas pro Morimoto.
Esses xiitismos e excessos de críticas ao usuário comum é pura babaquice, eu ainda insisto, tem gente que tenta se auto-elogiar nas críticas em que desdenha os outros.
Eu uso o Kurumin 7 pq foi fácil instalar, é facil de usar, é facil instalar um novo programa e é eficiente.
Bla bla bla
bla bla bla, tenho de admitir na primeira vez que lí o artigo do Morimoto fiquei ansioso e se tivesse escrito naquele momento talvez tivesse feito o que alguns fizeram acima, descarregar minhas frustrações ,dizer que o Morimoto é um traidor e que o kurumin 7 deveria ter continuado no 8 e pelas mãos dele e ,que ele parar com kurumin não prejudicou em nada o linux, mas deixou milhares de brasileiros orfãos.
Na boa se eu falasse tudo isso , não mudaria em nada o fato de que ele tem razão , sistemas operacionais em desktops serão cada vez menos relevantes e isso vale para o linux para o windows e para muitos outros que estão por aí, quem não percebe isso está apenas querendo fechar os olhos para uma nova realidade, é só olhar ao longo da história da informática e ver o caminho que foi seguido até aqui,o que o Morimoto tem uma posição privilégiada para observar,pelos livros e quantidade de artigos que já escreveu.
Concluindo digo : sou seu fã Morimoto, espero que você continue seu trabalho que nos ajuda muito, e de diversas formas . Como fã espero que você em algum momento retome a dianteira do kurumin ( com todo respeito ao leandro, que tem se esforçado muito )mas essa mudança de guia me pareceu algo como reinventar a roda.
boa sorte
Desktop deixa de ser relevante para os usuários da moda, moda essa de orkut, msn, blogs, youtube, google, pornôs, etc, Mais será que o desktop só serve para isso mesmo? As pessoas não precisam de um editor de texto, planilhas, apresentações, editor de fotos e tantos outros aplicativos, não? Será que a maioria das pessoas tem que ser burras digitalmente mesmo e só puderem usar sistemas e aplicativos piratas? E se tiverem a consciência de digitalmente se incluir no contexto? Será que não podemos apostar que a maioria da população possam a vir a se incluir digitalmente sem ter que recorrer a sistemas e aplicativos piratas, já que temos o Software Livre como uma alternativa rica, viável e comprovada?. Meus caros amigos, eu acho muito engraçado quando usuários, até mesmos os que se dizem mais avançados, falam em usabilidade em Linux e vem defender a Microsoft e os nichos. Como distribuições mais avançadas em usabilidade no mundo, sabemos que o Ubuntu, o Mandriva, já não tem mais nada que provar, para o usuário comum, para uma empresa e para uma nação. Na comparação entre a versão mais avançada da Microsoft, que é o Vista, e o Ubuntu, a distro se supera em todos os aspectos desde de desempenho a aplicativos básicos necessários, como navegador, editor de texto, planilha, apresentação, bate-papos, músicas, vídeos, etc, e só não supera por completo, porque os nichos não escreve para Linux, pretendendo ainda, segurar a morte dos sistemas da Microsoft. Imaginem se os nichos resolvessem escrever para Linux. Mais os usuários não precisam de um photoshop, de um corel, de um SQL, o software livre tem similares de respeito que faz o trabalho bem direitinho e bem feito e o mais gostoso, sem pagar nada, só tendo o trabalho de aprender. Eu mesmo desenvolvo painel para ajudar na personalização de desktop para o projeto KDE e GNOME, com a ferramenta draw do broffice e recebo elogios pelo mundo afora e já são de 3000 downloads juntando todos os meus trabalhos e olhe que a ferramenta não é poderosa como inkscape, um corel, um gimp ou um photoshop. Alimentando ainda mais várias posições em dizer, que a maioria do usuário comum não quer mudar para outro sistema porque ainda não estão prontos e, acrescentando, é preciso que haja um empreendimento maior para difundir essa preparação. Tem-se que bater de frente com educação em usabilidade para Linux com os usuários atuais, na tentativa de arrastá-los, mesmo que seja em pouca proporção, mais nunca deixar de bater de frente e preparar, semear essa nova geração que tá començando no mundo digital e aqueles que estão por chegar e tudo só pode ser viável pela inclusão digital de verdade. E quem pode fazer isto? Nosso governo federal está mais do que preparado para viabilizar a inclusão digital, pois, em suas instâncias, muitas autarquias já estão com quase 100% linux em seus parques digitais trabalhando de vento em polpa, economizando e ajudando na governabilidade. O governo poderia adotar e exigir que distros como o Ubuntu, Mandriva viesse instalados no projeto do computador popular e criasse escolas populares para o ensino na usabilidade do Linux e seus aplicativos mais famosos, digo isto, porque existe órgão oficializado na esfera federal que ensina softawre livre para servidores para a usabilidade do Linux em suas instalações de origem. O governo batendo de frente com essa moda que aí está e buscando preparar os que estão por chegar, com certeza, o percentual de uso do Linux no nosso país vai subir de proporções…
¨Eu considero que proposta político-filosófica tem mais atrapalhado do que ajudado na popularização do Linux. Essa insistência em tentar associar "software-livre" com socialismo, militância e movimentos de esquerda é um fator que causa mais aversão ao sistema do que qualquer deficiência técnica.¨
Concordo com o Morimoto e acrescento:
Linux não tem nada a ver com esquerda ou socialismo. O software livre vem ajudar muito mais a concorrência no capitalismo. Afinal, o software proprietário vem demonstrando maior tendência a formação de monopólios o que vem contra o interesse da economia de livre concorrência capitalista.
Capitalismo não funciona sem concorrência, logo o software livre tem muito a contribuir com o capitalismo.
Afinal, no mundo Linux o que mais temos é concorrência entre distribuições e programas, demonstrando que o modelo de software livre pode muito contribuir para o melhor funcionamento da livre concorrência na economia de mercado.
balboabr46, meu caro, para alguns aqui vc deve ser um dos xiitas , comunistas, esquerdistas e palavras associadas , mas eu te admiro pela forma apaixonada que você defende o linux, mas você está com os olhos fechados e caiu na armadilha do titulo , bem escolhido pelo Morimoto e que gerou essa polêmica, tire do titulo a palavra "LINUX" e coloque no lugar "SISTEMAS OPERACIONAIS" releia com calma. O mundo avança balboabr46 e todos , querendo ou não deixaremos de ficar exclusivamente ligados ou principalmente obrigatoriamente ligados ao sistema operacional, digo mais deixaremos de ficar presos ao desktop , o sistema e ele pode ser linux ou qualquer outro que saiba explorar isso estará em todo lugar onde exista a possibilidade de acesso, pode ser o celular, o televisor , o rádio, o carro ou mesmo a geladeira, entende …?
O LINUX não deixara de ser relevante , mas onde ele será relevante se ficarmos focando energias apenas no desktop , eventualmente mais cedo ou mais tarde iremos prevalecer , mas o que isso significará ? Imagine uma empresa que vendesse disquetes na decada de 80 mas não fosse a lider de mercado, mas seus dirigentes dissessem nós temos que dominar esse mercado porque somos os melhores , e eventualmente elea tivesse alcançado isto, qual seria a relevência disso ? Pense nestas questõs , mas pense sem paixão. O usuário comum não será excluido digitalmente ele será imerso digitalmente. Os dados dele eventualmente estarão guardados em um dispositivo físico com ele , mas as ferramentas com que ele manipula esses dados estarão cada vez mas na internet( e não falo de orkut,msn e similares) banco , editores de texto, planilhas, agenda; o trabalho colaborativo irá exigir isso , e quem irá prover suporte para este usuário? sistemas fechados como os da Microsoft ou sistemas abertos como o Linux .
Esta é a questão, do meu ponto de vista. sei que você deve discordar em muitos pontos talvez em todos , mas respeito sua opinião e se quiser replicar esteja a vontade.
Caro Nil, antes de mais nada eu poderia até me apaixonar pela Microsoft se ela fosse digna com seus usuários que compram a sua licença, se ela não usasse, a tal, para manipular, mentir e trazer prejuízos às pessoas, às empresa e até à nação, mesmo no âmbito do capital. Todas as pessoas, físicas e jurídicas, buscam qualidades em suas vidas e qualidade, creio eu, é adquirir instrumentos que viabilize a melhor forma para dar continuidade ao seu processo de existência e que esse processo seja recheado de atitudes sadias e respeito mútuo entre os envolvidos no processo. Como disse antes, não tenho nada contra ou a favor de sistemas operacionais, até porque são apenas códigos e eles não tem mentes. O que me vislumbra e a tantos outros, não importando a sociedade que se vive, é o espírito que se coloca em um trabalho voltado ao consumo, ao mercado, o que ele vai representar ao ser manipulado pelos usuários inocentes, que apostando na qualidade do serviço adquirido, espera que tudo ocorra bem e que possa se sentir satisfeito com o seu empreendimento. Eu como cidadão, mereço ter um serviço digital de qualidade, não quero vê meus trabalhos serem perdidos porque o "meu sistema" contraiu um vírus, eu não quero pagar para ter esse serviço. Eu preciso de qualidade, performance e muita segurança porque é isso que me deixa apaixonado e essa paixão poderia ser por um Mac, um Microsoft, um BSB ou pelo Linux, sendo ele pago ou a custo zero. Nenhum desktop vai deixar de ser relevante ou qualquer outra mídia que dê acesso à internet, porque sempre vou precisar deles para, digitar meu texto, minha planilha, editar minha foto, cuidar do meu negócio, vigiar minha casa e no final, salvando os resultados de minhas ações em algum servidor espalhado pelo mundo ou no meu HD e tudo isso pela rede. Se algumas pessoas preferem usar a internet e nela tentar fazer tudo de seu interesse, é muito bom, não é? E se outras, além de usar a internet para tentar fazer de tudo de seu interesse e também usar o velho desktop, o notebook, e tentar fazer de tudo também, é muito bom, não é? Eu acho que precisamos de qualidade, de boa performance e muita segurança, até para acessar esses novos serviços que deixam "irrelevantes o desktop".
Outra coisa Nil, não querendo polemizar, até porque outras pessoas gostariam de postar também, é em relação a inclusão digital. Os sistemas operacionais fechados jamais vão se preocupar em dar de graça, a sua licença, para um cidadão que tem um microcomputador que queira andar na linha e não se vê obrigado a usar um sistema pirateado, por ele não ter condições e, paralelo à essa situação, ainda existe aqueles cidadãos que sequer tem um microcomputador e sente a necessidade de se incluir digitalmente e esse dois quadro representa, meus caros leitores deste blog, mais de 50% da população de nosso país. Porque os nichos não miram esforços no combate à pirataria de seus softwares, quando vem de um usuário comum e que não teria condições de comprá-los? E porque com as empresas que passou a usar indevidamente seus produtos ou porque também ela passou a usar um aplicativo alternativo, o combate é mais presente? Caro leitor, essa lacuna existente de defasagem digital no nosso país quem vem tomando conta é a pirataria e as empresas detentoras de seus produtos mostram na mídia que estão combatendo essa ilegalidade só para dar uma satisfação à sociedade porque na prática, eles preferem que sejam assim, a deixar que alternativas comprometedoras à sua existência arrebanhe para suas bandeiras, essa legião de analfabetos digitais. Uma nação para ser honrada e reconhecida com bons olhos pela comunidade interna e internacional, precisa habilitar seu povo no que há de melhor, dando-lhes educação, saúde e trabalho dignos para fazer merecer a fama que detenta ou queira detentar e o nosso povo como tantos outros, principalmentes nações muito pobres, necessitam ter o melhor para poder alavancar o nome de sua nação e felizmente, em termos digitais, o único canal existente que pode colaborar de forma eficaz, para uma inclusão digital, é o software livre. Nos terminais das lotéricas, bancos federais e em várias repartições públicas e até nas urnas eletrônicas, o software livre, está em usabilidade, trazendo economia, governabilidade, performance e segurança, mesmo sendo contestado ou não. E porque o nosso governo não repassa toda essa gama de informação, pelo menos, para a parte da população que está desprovida digitalmente, abrindo escolas populares, em cada canto deste país, para o ensino do software livre e, paralelo à isso, abrindo linhas de créditos que viabilize à população carente adquirir um microcomputador com um sistema operacional Linux de respeito, tipo Ubuntu ou Mandriva, para fazer valer uma inclusão digital de verdade, já que usar software proprietário demandaria milhões, enquanto que o software livre demanda economia? E porque não o fazem ? O que está havendo? Será que alguns vão perder ou deixar de ganhar com a inclusão digital de verdade? Muita gente tá querendo uma resposta….
balboabr46, em outros tempos eu daria risadas , mas, atualmente, estou tentando ser mais civilizado, respeito sua opinião como disse antes. Mas depois de ler seu texto, mais de uma vez, percebí que estamos falando de coisas diferentes, eu estou falando de tecnologia e você está falando de política, então ainda que eu pudesse concordar com você em alguns pontos e não concordar em outros, esse post não me parece o melhor lugar para isso.
boa sorte com as paixões , vidas são construidas e destruidas por elas
Boa sorte também amigo Nil, com seu conceito de tecnologia.
"No meu caso, é melhor pagar para ter algo que se adeque às minhas necessidades, e não vejo mal nenhum em pagar pelo trabalho de alguém (embora a MS explore bastante). Abram os olhos e vejam que nem todo o mundo precisa saber programar para usar um computador."
———————————
Leonardo, eu tenho 3 empregos como médico, mal tenho tempo para o Linux e não sei programar NADA, nao sou nem da área da informática e já cansei de instalar vários Linux nas casas dos outros aqui na minha cidade em VINTE MINUTOS em dual boot e tudo o mais. E aí/ Linux é difícil? Dei uma cópia para uma colega, expliquei sobre particionamento rapidamente e ela saiu instalando o Big Linux no computador das amigas delas da clínica: instalou em dois computadores em mais ou menos uma hora e meia e isto porque ela nao estava acostumada e nunca havia visto um Linux antes. Agora, instalar Windows, é uma tarde toda (Windows + Antivirus + drivers + atualizações + Microsoft Office + Adobe + Winamp + Real Player + Winzip + n coisas = +/- 4h me desculpa eu me recuso a perder uma tarde para instalar o Windows se eu posso enfiar um Big Linux e conectar a pessoas à internet em apenas 4 (quatro) minutos usando o Firefox. Estou ficando espantado com a aceitação das pessoas para o Linux aqui em Patos de Minas. Eu me preocupo em ajudar aqueles que se sentem LESADOS, isto mesmo, lesados pelos produtos da Microsoft e eles me são gratos. "Jamais pensei que isto existia" é o que eu mais ouço. Eu só tomo o cuidado de comentar as linhas do sudoers para que fique mais seguro e pronto, fico com a senha de administrador, e eles usam o Linux e não sentem dificuldade para navegar. A maior dificuldade do usuário Linux é com relação aos programas para Linux que nao têm versão equivalente o Windows, como o Blender, Amarok e o Kaffeine. Nosso site atualmente está enfocando cada vez mais os programas para Linux que fazem o linux valer a pena cada vez mais. Não adianta o Windows ser "fácil fácil" e viver apavorando todo mundo com epidemias de vírus e perda de dados nos computadores. E não é evangelização, trata-se de apenas segurança de dados. Navegar com segurança, é o que as pessoas querem, e não ficar sobrecarregando a navegação com um antivírus desatualizado e pirateado que tem que ficar verificando tudo o que aparece no browser.
Kallikrates, eu também uso essa versão do linux em minha residencia, e como faço manutenção em computadores, recentemente radicalizei,não instalo windows nem se me pagar 10x o valor do serviço,instalo o big linux para o usuário, atualizo os codecs,as fontes,configuro a internet(discada inclusive) e pronto, não me aborreço mais,tinha usuário que eu tinha que formatar a cada 3meses,eram tantos virus,cavalos de tróia,e similares,erros de registro,danos irrecuperavéis,fora os cd de revista instalados pelos usuários comprometendo o sistema, em suma Viva o linux,já coloquei o linux em 2 escritórios de contabilidade a 1ano e até o momento estão satisfeitissimos ,não houve qualquer problema e os programas utilizados por eles,funcionaram via wine(precisei atualizar pra ultima versão)
Leonardo, também tenho necessitado de programas estatísticos (faço mestrado em sociologia). Quando puder, avalie o RKWard, que está disponível nos repositórios do Ubuntu. Mas existem mais opções. Fica a seu critério. Suas observações acima também são pertinentes.
Kallikrates, você sintetizou muito bem uma parte do problema. Somos muito exigentes quanto à instalação de programas no linux, bem como de sua própria instalação. E geralmente menos com o windows. Ali se instalam programas facilmente, embora com certos riscos. No meu caso, a balança começou a pender para o linux pelo fato de eu mesmo conseguir, sozinho, instalar um sistema operacional no meu micro, já em 2005 (kurumin e ubuntu). Nunca tinha conseguido isso com o windows, até então. E como disse, isso é só uma parte do problema. No fim da instalação de um ubuntu (e semelhantes) você já tem um sistema, uma suíte office, um navegador, etc. No windows a coisa continua, e tenho que ter sempre à mão (ocupando espaço em casa) cds piratas antigos ou novos com os demais programas "de nicho" (gráficos e outros, p.ex.) e baixar outros para instalar (compactadores, players e codecs, p.ex., tendo o trabalho adicional de selecionar os que são gratuitos). Além disso, se não achar, terei que procurar "aquele amigo" que tem os cds com os programas piratas que eu quero, e ver quando que ele consegue trazer eles para emprestar.
Mais agravantes para o problema: E se eu sou estudante, um desses tantos que não tem a grana pra pagar todo esse trabalho na loja de informática? (onde até já me roubaram peças do computador…) E se for fim de semana, quando a assistência é mais cara ou está fechada? Sei que o linux tem as suas dificuldades também, mas as que acabei de citar também pesam na hora de migrar para outros sistema operacionais. Pois se uma distro linux não resolve esse tipo de problema, ainda tenho outras para testar e, fora do linux, tem ainda os BSD, o Solaris, Reactos, Mac (pra quem puder pagar), entre outros. Que bom poder escolher…
Uso Linux há um ano, e depois de todas as discussões, vejo que o Windows continuará dominando os Desktops. Mas, no final, isso não fará diferença, pois afundará junto com o navio. Com a popularização dos celulares, smartphones e netbooks, não fará muita diferença para o usuário final que SO usar. O mesmo acontece com as nuvens.
Eu acho que ganhamos a "guerra", ou melhor, que nunca houve guerra nenhuma.
Concordo com C. Morimoto, o mundo é feito de eras, e acredito que o fim da era dos desktops esta começando e era de computação nas nuvens está começando. Percebi que C. Morimoto não mencionou datas, e ele esta certo em não faze-lo, acredito que essa transação vai acontecer, quanto tempo vai levar? Não sei, 10 anos, 20 anos… Com certeza precisamos de conexões muito mais velozes do que os brasileiros tem hoje, de jeito que está, não dá.
A segurança nas nuvens será melhor, creio eu, pq não estará nas mão do usuário leigo a responsabilidade de gerir a segurança como é feito hoje, a guera será nos servidores, claro que o usuário tem que saber se defender, mas as dicas que temos hoje são mais que o suficiente.
Alguém ai falou em marketing e outro falou em jogos. Quem manda no mercado é o dinheiro, os jogos das grandes empresas são lançados em plataformas que atraem mais lucros, Windows, pq tem mais usuários, só isso. Não tem nada de preconceito nisso. Simples assim. Eu quero saber como o pessoal que cria open source games vai lançar campanha publicitária? Quem tem que divulgar é a comunidade. No meu blogue eu coloquei uma lista dos TOP 25 LINUX GAMES de 2008, vc que desconhece o mundo de games para Linux vai se assustar com a qualidade deles. A diferença é só na divulgação.
Nunca deveria ter sido usado o termo de guerra entre SOs, a coexistência pacífica é muito mais interessante para todos os lados.
O mercado é hoje heterogêneo em relação a SOs em servidores, acredito que um bom perfil profissional é conhecer bem os sistemas que são mais usados.
Enquanto for usada a paixão para responder esses temas complicados, é isso que vamos ter, gente extremista para todos os lados, deveríamos usar mais a rasão. Olhe a violência nos estádios de futebol muita paixão e intolerância e pouca inteligencia e tolerância.
Minhas singelas opiniões, não são todas, mas…
Marimoto parece esta numa fase dificil como todo mundo
passa,mas esse cara prestou um grande servico aos usuarios de linux em especial no Brasil. Pois a maioria
de meus amigos nao usa linux,mas ouvirao falar do kurumim.
Sou iniciante em Linux, tenho dois computadores que vieram instalados um com o Fênix e outro com o Insigne (Não gostei de nenhum dos dois, eles tem uma postura proprietária e não consegui atualizar nem instalar nada de novo),após pesquisar bastante optei por instalar o Ubuntu, porém qdo hoje fui comprar uma revista Linux Arquivo com o sistema me deparei com o Kurumim NG, fiquei feliz com a proposta de poder atualizar de várias fontes ,etc,, comprei na confiança pois nunca tinha ouvido falar, fiz uma pesquisa rápida no google e logo neste primeiro site que eu entro recebo essa notícia do fim do projeto, pois é,,,será que vale a pena começar a usar?? Bem q eu vou gostar se esse projeto continuar, mas não é por causa de um resfriado que se mata o paciente,,fica aqui a minha sugestão de não matar esse projeto, afinal de contas porque não mante-lo no ar ???Realmente eu não entendo. A unica força que a M$ tem de verdade é que ELA É UMA SÓ,,,assim os usuários mesmo sendo tratados como idiotas não deixam de usar o M$ , eu achei fantástica a ideia do NG poder baixar programas de várias fontes, é isso é o que tem realmente de diferencial neste projeto, a meu ver, se não há pessoal e/ou estimulo dinheiro ou seja lá o que for para desenvolver,,, porque não diminuir o rítmo de desenvolvimento e deixar o projeto no ar com grande agregador. Por ex incorporando e redistribuindo fontes do proprio Ubuntu e outros compativeis, assim eu instalo o NG com a certesa de que não me faltarão fontes para atualizar enquanto houver Linux compatível com ele ,,,(e quando alguem votar a desenvolver eu instalo o que houver de novo desenvolvido no própro NG), seja porque realmente o que eu sinto falta no Linux não é falta de programas mas sim a falta de um agregador, parece que a vaidade de deixar a propria "marca" acaba fragilizando o conjunto, queridos desenvolvedores e programadores, sei o que é ter uma visão técnica das coisas eu já fui assim agente "rala" pra caramba e não se sente reconhecido (ainda mais qdo a questão é $$ )hoje após a fase técnica da minha vida e após ter cursado Administração e fazer pós em Marketing, além da minha vivência, etc eu compreendo melhor os dois lados do jogo (cabe lembrar que o próprio Bill Gates M$$$ , é um péssimo técnico e um excelente Negociador e sabe Jogar com MKT e com o Mercado…tanto é que com a porcaria de S.O que ele tem nas mãos ,ele fez o que fez..). Gostaria que vcs pensassem nisso antes de matar esse projeto, certamente ,novos surgirão e um dia cada um de vcs que desistiram vão ter no seu túmulo, aqui jaz um que desistiu???… e se for pra começar de novo eu pergunto pque desistir???
Por enquanto eu estou pensando aqui em casa. como é que eu vou explicar que talves eu não instale o Linux que estava tão empolgado ??? Meu cunhados tapados que vivem enchendo o saco dizendo que Linux é porcaria vão adorar,,
Sera que é tão difícil deixar esse projeto no ar nem que seja num primeiro momento apenas mantendo e repassando outras fontes,assim esse projeto não morre e ajuda os outros a viver…:)
Pensem nisso, e se puderem adoraria ter e receber uma resposta
Muito obrigado
Fábio A.
Fábio, este post no GDH é um resumo do que aconteceu:
http://www.guiadohardware.net/noticias/2009-01/49821F24.html
O Kurumin foi descontinuado no início de 2008. O Kurumin NG foi uma tentativa de continuação desenvolvida por outra equipe.
Da minha parte continuarei usando o K7,enquanto eu, como usuário, consiga mante-lo atualizado junto ao Debian Lenny, e atualizar o kernel para a versão mais recente, talvez seja pura teimosia de minha parte, mas enfim é isto.
Acho que todo esse barulho sobre este link acima diz muito sobre o desejo de uma comunidade inteira , nada repercute tanto se não tiver valor, mas a forma como mudamos de idéia e objetivos diz muito sobre nós, para o bem e para o mal.
E para o bem sempre podemos retomar antigos projetos quando surjam oportunidades para tal, infelizmente algumas pessoas tem excelentes idéias que não conseguem capitalizar, agregar colaboradores e levar adiante, isto se chama fracasso, eventualmente o fracasso( ou desistência) de uma única pessoa leva junto milhares de outras .
Opções existem, mas e daí? Quem vai dizer a alguém que tem sede ; -- acabou a água, mas você pode tomar toda tubaína que quiser. E achar que isso resolve o problema da sede ?
Comparação tola? É sim, eu sou um tolo
Linux no desktop: entenda por que esse casamento não vingou
Publicada em 02 de fevereiro de 2009
http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/02/01/linux-no-desktop-entenda-por-que-esse-casamento-nao-vingou/
Por Pedro Marques, editor assistente do IDG Now!
PS.: Desculpe reviver o assunto, mas essa matéria é muito interessante.
Este artigo do IDG não é muito válido, pois é baseado em uma estatística incorreta.
Os números em que ele se baseia são os números de utilização nos EUA, que é um mercado bem diferente do resto do mundo. Lá a Apple tem quase 10% dos desktops e o iPhone tem 45% do mercado do mercado de smartphones, muito diferente do que temos na Europa ou no Brasil, por exemplo.
Escrever artigos baseados em estatísticas dos EUA (e presumir que elas se aplicam igualmente a outras partes do mundo) é um erro bem comum em artigos publicados em veículos da grade imprensa.
Realmente, uma boa observação. Os PCs atuais estão destinados a servirem de meros terminais de acesso ou, no máximo centrais de multimedia. Outro fato importante ao meu ver, é a questão da crise financeira mundial. Com essa onda de corte de custos pra cá, corte de custos pra lá, muito provavelmente o linux vai acabar ganhando espaço justamente para ajudar as empresas a cortarem esses temíveis custos. Bom, esta briga ainda vai longe e promete ser histórica, daquelas que viram lendas e são contadas pelos avós aos seus netinhos =D
Espero ter contribuído
dellag.projetodev.net
Vitor Enio Dellagiustina dos Santos
Bom, sei que praticamente ninguém vai ler isso, mas o que posso dizer é que realmente o Linux Kurumin fez grande diferença na informática em todo país. Comecei com o Kurumin 2 há muito tempo atrás, comprando-o em cd pelo site do gratis.com.br. Até então eu era um "mané" qualquer, fissurado em Windows (utilizava o millenium) pois eu possuia um pc que não oferecia muitos recursos; um mero K6-2 400 com 128MB de RAM. O Xp era pesado pra mim, que ainda na febre rodava jogos online. No começo o Kuruma era uma coisa diferente, eu só sabia que ao colocar o cd no drive e dar boot eu tinha um sistema completo e praticamente gratuito (paguei R$9,90 pelo cd) mas é claro que isso se comparado ao cd do windows que na época custava lá seus mil e tantos era uma beleza. Então fui me interessando pelo sistema, aprendendo cada vez mais, quebrando a cabeça configurando hardware e aprendendo com os tutoriais do Morimoto pelo site do guia do hardware (que hoje ainda é minha pagina inicial no browser). Até que me formei programador de internet, trabalhando com debian, mas fornecendo servidores de internet e arquivo em cima do Kurumin 7. Até cheguei a tentar utilizar esse Kurumin NG, que na minha opinião não passava de fogo de palha… O pessoal dos foruns até me mandava dormir pra não postar mais nada porque eu não era a favor desse novo sistema, pois fugia totalmente do projeto; era um sistema vago, um clone do Kubuntu apenas com o nome Kurumin. Testei tanto esse novo kurumin que em menos de uma semana já voltava minha instalação ao bom e velho Kurumin 7, com todos meus dados em duas partições reiserfs (que no windows seria o c: e d:) e alguns scripts que aprendi me baseando em alguns do gdh e do proprio sistema. Já tentei remasterizar a versão light do sistema, mas sem sucesso, só consegui fazer rodar em modo texto, mas nem me preocupei; apenas 2 dias perdidos; só queria simplificar as configurações que eu fazia no kuruma 7 pra virar servidor de internet. Só tenho a agradecer ao Carlos Morimoto e ao José Queiroz (que já discuti tanto com ele sobre o LTSP e abandonei a comunidade por isso) por essa incrivel iniciativa de simplificar o que parecia impossível; mostrar-nos que o Linux não é esse bicho de 7 cabeças como nos ensinam nos cursos de Windows. Hoje sexta-feira 05/06/2009 às 00:45, estou terminando uma parte de um projeto de infra-estrutura Microsoft é mole? Agora eu sei qual é a grande diferença entre usar Windows e Linux e não me arrependo nenhum pouco de ter conhecido linux pelo Kurumin de Morimoto, alias foi o que me ajudou muito em deixar de ser um simples técnico em informática para um programador de internet linux. Perdoem o desabafo, mas eu tinha que deixar meu recado pra essa grande comunidade que é o gdh que tanto me ajudou. Obrigado!
Jonathan Ricardo Lopes Ananias
jonathanlopes134@hotmail.com
comprei um notebook philco que veio com o sitema fenix instalado e comprei tambám um modem da tim" onda " que não executa nem executa nem a pau no fenix se alguem poder me ajudar fico agradecido
Concordo com o comentário do Rodrigo Zimmermann e, tenho outras questões acrescentar: Primeiro o Linux não morreu, mesmo assim ele vai ser continuado se o conceito nuvem for "definitivo". Isso a gente (pelo menos aqui) sabe disso; Já vimos que quando uma marca, empresa, fabricante restringi um produto, seja ele hardware ou software o resultado é a migração de usuários para novas fontes, tanto por menor custo e maior comunidade em torno para aperfeiçoar. Com isso eu digo que alguns vão querer funfar, personalizar, criar, modificar e manter pessoal mente armazenado, se isso não for possível graças a equipamentos que restringi com apenas uma tela cheia de funções, modem, memória, video de alta qualidade, som e blabla sem a capacidade de você fazer no equipamento em off o que você quer, isso vai gerar uma nova onda como já aconteceu; Empresas grandes ou pequenas com apenas os recursos de hardware dessa geração se manteria no Linux? melhor flexibilidade e custo do que uma rede com pacotes de serviços? Vai ter algum benefícios para desenvolver softwares com recursos necessários pelos próprios funcionários da empresa?. E com o linux hoje, seria fundamental como descrito no artigo, que dentro dos pacotes já venha tudo bonitinho (para o usuário comum) com repositórios, bibliotecas e blabla. Se possível, criar uma forma ou "força" as empresas de jogos licenciar, criar jogos capaz de rodar no linux, mesmo com código fonte fechado 'oo. E fabricantes de hardware não restringir a um só S.O.
Se o Linux não obter êxito em roda jogos, ele ganha pelo conceito nuvem, onde os jogos também vão está disponíveis virtualmente (hoje já é assim). Pq o S.O usado na maioria dos servidores é Linux, e com o Desktop virtual sem duvida o local onde está instalado vai ter o Kernel GNU/Linux. Qual o caminho de todos que desenvolve aplicativos e etc com o código fonte aberto, e as outras pega copia na cara de pau e fecha o código fonte sem responder a crime de roubo de criação intelectual? Bom o futuro as vezes parece incerto. :P
Porque o Linux não avança nos desktops?
Porque tem gente que morreria de fome se o capim mudasse de cor!
Pois é…com o sistema operacional passando de ator principal a mero coadjuvante, quem precisa pagar 300 reais na licença de um sistema operacional proprietário ?
"É bem provável que o uso do Linux nos desktops continue crescendo, possivelmente até superando o Windows em algum ponto (provavelmente na forma de algum sistema simplificado, que venha pré-instalado e permita executar tarefas comuns de forma simples)"
acho que o morimoto estava pensando no google chrome OS
Na verdade não, o artigo é bem anterior ao anúncio do Chrome OS. Talvez o pessoal do Google tenha lido e resolveram adotar minha sugestão… :)
Pois é, voltei aqui só pra comentar… Mandou bem na futurologia :)
Então, imaginem que algumas decadas atrás, apareceram os primeiros PC's que utilizavam um tal de Linux como sistema operacional.
Sistema esse rodando em 98% das máquinas no mundo todo.
Mas vejam, uns 10 anos atrás apareceu um tal de Bill Gates que criou uma empresa chamada Microsoft.
O que essa tal de microsoft faz? Sistemas Operacionais para PC's. Brincadeira, hem? Pois bem baixei ha pouco uma cópia (pirata) deste SO. Mas que merda. Nada funciona.
Sabe de uma coisa, vou voltar pro meu velho e bom Linux.
…
Post etaernum est
Bom o artigo, mas melhor ainda os comentários. Infelizmente muitos para mim ler, mas ainda assim li bastante.
Então vou fazer um comentário bem curtinho.
"Mexeu no bolso falar em pagar em todas aquelas licenças, todo mundo corre pro linux" Hahaha é mesmo. Se a pessoa realmente fosse obrigada a pagar tudo que usa no Windows (incluindo o próprio) ia ter que pagar uns (MS Office + Photoshop + Nero + Adobe não sei das quantas + etc) mil reais, no MÍNIMO! Sendo esse Windows um XP sp1, esse office um 2000 (versão estudante), photoshop versão não CS, e assim vai. O mundo do software proprietário é mesmo lamentável.
Acredito que o Windows seja mais popular que o Linux, apenas, ou senao, por questões financeiras. A Microsoft só n derruba os Windows Piratinhas, pq não quer, pq isso prejudicaria o mercado no qual ela sempre venceu, mas que agora na era internet, ela está perdendo.
Possuo um Xbox360, a maioria que é banido na Live, corre pra PSN, assim aconteceria com os sistemas operacionais, banindo o windows pirata, a microsoft irá fechar as portas do unico mercado no qual ela ainda domina.
Tambem tive uma pequena impressão de desabafo, pois o Morimoto levava o Linux e o Windows quase que de igual para igual.
<>
ahahah… infelizmente quase sempre è esse o motivo….
"Eduardo em 7 Dec, 2009
Porque o Linux não avança nos desktops?
Porque tem gente que morreria de fome se o capim mudasse de cor!"
ahahah… infelizmente quase sempre è esse o motivo….
Olha os aplicativos web(aplicativos e nuvem e tals) tem ganhado grandes destaque mas não acredito sinceramente que toda a leva de usuários confiem e migrem suas atividades para o mesmo. Acredito que a tecnologia irá crescer muito mas não a tals ponto, o uso do sistema opecional sempre se fará necessario, isso é inevitavel.
Não sei porque vou perder tempo aqui fazendo este comentário.
Porém lá vai, não aguento mais ouvir falar de Linux, um sistema que só serve para empresas gananciosas, pouparem centavos, pois ao intalar o linux os mesmos são obrigados a comprar ou fazer programas que compatibilize tudo ao Windows.Pois ninguém que precisa de produtividade usa linux. Sei lá acho que tem louco para tudo nesse mundo. O que seria do verde se não fosse o amarelo, várias frases idiotas assim existem, porém nenhuma justifica a existência do linux, um programinha que simplesmente COPIA tudo que os outros já inventaram. Só vou dar atenção para um OS quando não houver nenhum sinal de cópia ao Windows. Para encerrar, dúvido dos 10 porcento citados, acho que são numeros exclusivamente computados entre empresas.
E concordo com o Katendo, se um grupo de pessoas(a MS e o tio bill) já se trabalharam e se esforçaram tanto para produzir algo que facilite minha vida, porque diabos eu vou ficar me desgastando usando algo complicado e que não funciona?
Ficar matando um rinoceronte por dia no WINE para jogar algo que com apenas 2 cliques eu já estaria jogando, pra que?
Assim como será o Chrome OS(tendo em vista como é o chrome, pouco-configurável, mas extremamente rápido e faz tudo que é necessário sem complicar), se o google se matar de trabalhar para facilitar minha vida criando um SO rápido e que faz tudo que eu quero, porque eu não aceitaria?
Apenas por baboseiras de liberdade e pseudo-comunismo? Porque o chrome não usa licenciamento X ou Z?
Caros Linuxistas , creio que voces querem ganhar a batalha de mercado com bravatas , meu sistema é melhor , quem decide que o sistema é melhor é em ultima palavra o mercado, o grande problema do LINUX é que ele é feito por profissionais que gostam de tecnologia , e não pensão no mercado, desenvolvem o que é melhor tecnologicamente e não o que o mercado quer , resumindo falta visao de marketing ao linux , e um pouco de preocupação com facilidade de uso , por mais que o linux tente ser intuitivo , sua estrutura de configuração e instalação é muito confusa , mesmo os YUM e apt-get da vida são muito compicados e dão muitos erros , sou usuario de fedora e ubuntu , não sou um nerd , mas também não sou analfabeto de informática , já trabalhei com MS-DOS e Windows e sinceramente acho a maneira como o Windows organiza as coisas mais lógica racional e intuitiva , mesmo quando voce quer configurar as coisas manualmente acho muito mais facil , e creio também que um esforço de se construir uma base comum entre as distro linux , que permitisse a qualquer software house desenvolver um aplicativo autoinstalavel em qualquer sabor de linux , ou seja um método de instalação universal entre as distros , que garantisse que um aplicativo desenvolvido para o fedora por ex , pudesse ser instalado sem problemas em um debian , traria um grande incentivo ao linux
Caro Katendo, empresas adotam o Linux pois ele é um sistema operacional muito mais customizável que o Windows.
Sei disso pois trabalho (e uso em casa também) com ele há dois anos, e quando o usuário é experiente, torna-se muito mais fácil utilizar Linux em vez do Windows.
O Linux, diferente do Windows, não te tranca. Você tem liberdade pra fazer o que quiser na máquina, e ele mantém a segurança dos arquivos, impedindo que algum malware destrua o seu sistema. (No Windows qualquer script VB destrói seu sistema)
E sobre esse negócio de "cópia do Windows", isso é mito, pois há várias interfaces gráficas utilizadas.
O problema é que ninguém desenvolve pra esse ótimo sistema operacional.
Quem desenvolve, desenvolve porque gosta da informática, porque quer ajudar a comunidade.
Quem desenvolve pro não Windows. Só querem ganhar dinheiro, e aí tem os que não sabem procurar alternativas open-source e compram.
Hoje não consigo mais mexer no Windows, me sinto trancado.
Cadê a shell?
"Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá."
Religião a parte, vejo isso no Linux, não importa se é melhor ou pior, se vão usar software pirata ou não, creio se houvesse união nos Linux's, melhoria mais a visão para o usuário de Desktop, as diversas distros atrapalha, a aceitação do Linux em desktop melhorou muito, mas poderá melhorar ainda mais.
Sempre achei q a grande questao do Linux eh a usabilidade. Argumentos de que ele eh um sistema mais confiavel, mais rapido, etc etc etc, já sao bem conhecidos e aceitos. O mesmo vale para os defeitos da familia do tio Bill. Porem, mesmo para quem entende bem de computadores, migrar para Linux não eh facil, pois alem de mudar o paradigma de usabilidade (que tem la suas dificuldades, mas eh soh acostumar), não deixa claro este paradigma.
Acho q eh um erro perdoavel por parte dos desenvolvedores linux, pois se concentram tanto em fazer um sistema bom que acabam deixando de lado coisas q, a primeira vista, parecem triviais ou irrelevantes. Por outro lado, obviamente nao adianta focar nessas coisas e deixar a qualidade do produto de lado.
Para comparar, imaginem o maior genio do mundo, que sabe tudo, mas nao sabe ensinar. Ou a linguagem de programaçao mais poderosa, mas q eh tao dificil visualmente q eh impraticavel de programar. Ou o discurso mais lindo, verdadeiro e inteligente que alguem ja fez (a termos de conteudo), mas que escorrega em frases mal-formadas e palavras com pronuncia forçadamente errada. O que vale, no fim, é o conteudo, mas a forma também eh importante.
Eu, pessoalmente, desisti de usar Linux no momento em que tive que instalar um programa. A ideia toda era legal, mas acho o cumulo ter q digitar comandos inline para isso. Para mim não ha nada mais simples que clicar 2x em um instalador e pronto. E isso, faz toda a diferença.
Acredito entao que o ultimo passo para o Linux brotar fortemente no mercado eh aliar sua solidez e customizaçao com um pouco de sacarose para os usuários. Açúcar já seria doce demais.
Porquê queremos usuários windows que não querem aprender nada usando o nosso sistema? Pra termos nossos fóruns empanturrados dos 5000 tópicos repetidos do tipo "como faço pra ver um vídeo no youtube? o diz que não tem o flash instalado… ajude pliss" e outros tonteiras do tipo.
E quem diz que o Windows é fácil? Trabalho com manutenção num parque de mais de 200 máquinas, 190 delas com Windows. Drivers de impressoras é uma tristeza nesse sistema. Driver de placa de rede então? Nem os que vem com o CD de instalação funcionam direito. Você precisa saber muita coisa de computação se quiser manter o seu sistema por mais de seis meses no sistema do Bill Gates.
Mas eu não sei se quero que eles aprendam. Como eu vou ganhar dinheiro extra extirpando os montes de pragas virtuais que o emule e o msn despejam nas máquinas deles? Só não reinstalo Windows. Se quiser, aprenda algo de informática e instale por si próprio. Ou seja mais esperto e migre pra um sistema de verdade.
Morimoto, vc ainda sustenta a opinião? Minha questão se baseia na indisponibilidade de banda (não há nda de concreto sobre a universalizaçao da banda larga, tampouco a largura da mesma para áreas afastadas dos grandes centros) para fugir do Desktop. Como tb vemos a canonical apostando e dando certo com seu desktop, mesmo sabendo que esta não tem (nem pretende) o Desktop como fonte de renda.
A propósito, como anda a Mandriva, ainda em crise?
Miuto obrigado se puder sanar minhas dúvidas.
Olha sinceramente, eu conheço várias montadoras brasileiras que tentam empurra o Linux mas as pessoas trocam o sistema operacional para windows. Outra coisa a Microsoft dá abertura para piratear o S.O, sim é verdade. Acontece que lá fora nos USA e Inglaterra, lugares em que tive PC, isso não é motivo para as pessoas piratear o S.O nem usar o Linux, lá geralmente as pessoas usam ou Win ou Macintosh. Esse negócio de montar PC é coisa de Brasileiro, Indiano, Russo, dos emergentes, raramente Americano ou Inglês, ou se fazem é em uma empresa que irá colocar um S.O original com chave. Por quê? Existe fiscalização, o imposto é muito mais barato, o preço que vc paga é muito mais em conta do que aqui, inclusive do S.O,poder aquisitivo deles é melhor. Então o Linux só irá realmente crescer como S.O se, vejam bem se, nas escolas públicas ensinarem o Linux, isso introduzido nas disciplinas fundamentais. O linux é absoluto na ultilização em servidores e com certeza deverá ganhar mais algum espaço, principalmente no Brasil como Desktop também, talvez 10% em empresas e escolas.