Entendendo os nobreaks
Publicado em 24/07/2009 – 16:54por Carlos Morimoto
A função básica de qualquer nobreak é manter o PC funcionando em caso de falta de energia, permitindo que você tenha algum tempo para terminar o que está fazendo e evitando perda de dados.
Existem vários tipos de nobreaks. Os mais comuns no mercado são os offline e os line-interactive. Existem alguns nobreaks online, geralmente modelos bem mais caros, destinados a uso industrial ou em data-centers, além dos line-boost, que incorporam uma espécie de estabilizador interno.
Entre os quatro tipos, os nobreaks online (também chamados de "duble-conversion", ou conversão dupla) são os mais seguros. Neles, as baterias são carregadas de forma contínua e o inversor fica constantemente ligado, retirando energia das baterias e fornecendo aos equipamentos. Este layout faz com que os equipamentos fiquem realmente isolados da rede elétrica, com os circuitos de entrada e as baterias absorvendo todas as variações. O problema é que os nobreaks online são muito caros e, por isso, pouco comuns, reservados a servidores e aplicações industriais.
Além da questão do preço, os nobreaks online possuem uma baixa eficiência energética, devido à dupla conversão realizada. A maioria dos modelos trabalham com 70 a 80% de eficiência, o que significa que para cada 800 watts consumidos pelos equipamentos, o nobreak desperdiça pelo menos mais 200 na forma de calor. Por causa disso, os nobreaks online são quase sempre relativamente grandes (os modelos de 2000 VA são geralmente do tamanho de um PC) e utilizam exaustores para dissipar o calor. Veja que devido ao grande aumento no consumo, o custo real de manter um nobreak online (incluído o gasto com eletricidade) acaba indo muito além do custo inicial do equipamento.

Para melhorar a eficiência, muitos fabricantes utilizam layouts híbridos (chamados geralmente de "double conversion on demand"), onde um circuito monitora a corrente da tomada e chaveia rapidamente para o modo de operação online apenas quando ela apresenta variações ou um nível de ruído acima de um valor estipulado. Este modo de operação é muito comum em nobreaks para servidores, já que oferece um bom nível de proteção e desperdiça menos energia.
Em seguida temos os nobreaks offline (ou standby), que são a alternativa mais antiga e barata aos online. Neles, a corrente elétrica é filtrada e entregue diretamente aos equipamentos, como faria um filtro de linha (ou um estabilizador, caso o fabricante resolva incluir também o seletor de tensão).
Paralelamente, temos as baterias e o inversor, que assume rapidamente em caso de queda na rede. O circuito responsável pelo chaveamento demora alguns milésimos de segundo (a maioria dos modelos atuais trabalham na faixa dos 2 a 5 ms, mas alguns chegam a demorar 8 ms ou mais) para perceber a queda na rede e acionar o inversor, por isso existe uma breve interrupção no fornecimento aos equipamentos, que acaba passando despercebida graças aos circuitos da fonte de alimentação.
Os seguintes na lista são modelos line-interactive, que são uma evolução dos offline. Neles, o inversor também assume apenas quando existe falha na rede elétrica; a diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento se encarrega de monitorar a tensão e usar energia do inversor em caso de queda na tensão.
Caso ocorra um brownout e a tensão caia em 10%, por exemplo, o circuito repõe os mesmos 10% usando energia do inversor, de forma que os aparelhos recebem sempre uma tensão de 115V. Os nobreaks line-interactive utilizam as baterias de uma forma muito mais ágil que os offline e são mais confiáveis. O problema é que eles também desperdiçam mais energia, já que o inversor precisa ficar continuamente acionado.
Atualmente, existe uma quarta categoria, que são os nobreaks line-boost, que são uma versão popular dos line-interactive. Em vez de manterem o inversor continuamente ativo, a postos para compensar variações na rede elétrica, eles utilizam um transformador auxiliar, que aumenta a tensão em um valor fixo (geralmente 12%) quando usado. Se a tensão cai de 127V para 106V, por exemplo, o transformador entra em cena, aumentando a tensão em 12%, atenuando a redução e fazendo com que os equipamentos recebam 119V. A função desse sistema é evitar que o nobreak precise chavear para as baterias durante brownouts, preservando a carga para quando elas forem realmente necessárias.
Caso a tensão caia abaixo de um certo limite, o inversor é acionado e finalmente passam a ser usadas as baterias. Muitos modelos utilizam transformadores com vários estágios (2, 3, ou até mesmo 4), oferecendo atenuações bem mais suaves.

A tecnologia line-boost é muito mais barata que a line-interactive, por isso os fabricantes passaram a usá-la na maioria dos modelos. Embora eles também sejam chamados de "line-interactive", "interativo" ou até mesmo de "nobreak com regulação online" (note o jogo de palavras, com o uso da palavra "regulação" combinada com o termo "online" para dar a entender de que se trata de um nobreak online), eles são diferentes dos online ou line-interactive "de verdade".
Atualmente, quase todos os modelos de nobreaks baratos, destinados ao mercado doméstico, são line-boost ou offline. O uso de microprocessadores e melhorias nos projetos fizeram com que eles se tornassem bem mais confiáveis que os modelos antigos, reduzindo muito a diferença na prática.
O acionamento do inversor se tornou mais rápido (menos de 1 ms em alguns modelos, o que é bem pouco, considerando que rede elétrica no Brasil trabalha a uma frequência de 60 Hz, o que corresponde a 16.6 ms por ciclo) e o uso de capacitores e outros circuitos reduzem o tempo de queda na energia a quase zero.
A eficiência também melhorou bastante. Muitos modelos atuais trabalham com 95% de eficiência (ou seja, para cada 300 watts de carga, o nobreak desperdiça apenas 16). Isso faz com que hoje em dia a escolha sobre qual nobreak comprar recaia mais sobre a marca, modelo e qualidade geral e não sobre a tecnologia usada.
Embora qualquer bom nobreak inclua também um conjunto básico de componentes de proteção, ele não é mais eficiente na tarefa de proteger o PC do que um bom filtro de linha ou DPS. A função primária do nobreak não é proteger o PC, mas sim servir como uma bateria de backup, mantendo o PC ligado por algum tempo durante as quedas de luz, para que você tenha chance de salvar seus trabalhos. Se você mora em uma região onde as quedas são frequentes, ou se o PC é usado para trabalhos importantes, então o nobreak é um acessório mais do que recomendável; caso contrário, você pode perfeitamente passar sem ele.
Mais recentemente, tivemos o aparecimento de alguns modelos de nobreaks de baixo custo, com capacidades a partir de 300 VA, que combinam as funções de filtro de linha, com uma pequena bateria de backup, que oferece uma autonomia de poucos minutos. Eles estão na base da base da pirâmide, mas são baratos e por isso não são de todo ruins se você souber lidar com as limitações.
Um bom exemplo é o APC BE350G-LM, que tem uma capacidade de 350 VA (suficiente para um PC de baixo consumo e um LCD de 17", sem muitos periféricos adicionais), com uma bateria de apenas 3 Ah (12V), que é suficiente para apenas 5 minutos com 100 watts de carga.
Ele é um nobreak offline típico, que não tenta estabilizar a tensão de saída. Embora o tempo de chaveamento seja longo e a capacidade muito baixa, ele tem uma pequena vantagem, que é o fato de desperdiçar pouca energia. Isso faz com que (considerando o preço baixo) ele não seja uma opção ruim para quem quer apenas um filtro de linha com uma bateria de backup para evitar que o micro desligue com qualquer piscada de luz:

Formato de saída de onda: Outra característica importante é o formato de saída de onda do inversor. Quando o nobreak usa as baterias, o inversor precisa transformar a corrente contínua das baterias em corrente alternada. Basicamente, a corrente contínua é uma linha reta e constante, enquanto a corrente alternada é uma onda analógica que oscila 60 vezes por segundo (60 Hz).
Os nobreaks mais baratos ou antigos utilizam inversores que geram ondas quadradas (procure referências a "square wave" nas especificações), onde a tensão varia de forma abrupta. Eles são um pouco perigosos, pois podem danificar aparelhos sensíveis ou até mesmo a própria fonte de alimentação do micro se as quedas de energia (e consequentemente o uso do inversor) forem frequentes.
Os modelos baratos mais recentes utilizam ondas senoidais por aproximação (nas especificações você encontrará termos como "pseudo-sine wave", "modified square wave", "near sine wave" ou "stepped sine wave"), que são um meio termo, onde as variações são feitas em intervalos maiores (evitando as variações súbitas das ondas quadradas), oferecendo algo mais próximo a uma onda analógica.
Finalmente, temos os modelos mais caros, que geram ondas senoidais "puras" ("sine wave" ou "pure sine wave"), ou seja, virtualmente idênticas às fornecidas pela rede elétrica. Estes são naturalmente os melhores dentro do quesito.
Note que não existe uma relação direta entre a tecnologia usada (offline, online, etc.) e o formato de onda usado pelo inversor. Entretanto, como os inversores que geram ondas senoidais são mais caros, eles acabam sendo usados apenas nos modelos premium, que naturalmente utilizam tecnologias melhores. Você nunca encontraria um nobreak online para uso industrial com um inversor barato gerando ondas quadradas.
Nobreaks e estabilizadores: Uma observação é que você nunca deve usar um estabilizador entre o nobreak e o PC, pois os estabilizadores são feitos para receberem ondas senoidais. Ao receber as ondas quadradas geradas por um nobreak barato, o estabilizador vai aquecer e desperdiçar energia tentando retificar as ondas. Em casos mais extremos, ele pode até mesmo queimar e/ou danificar os equipamentos ligados a ele. Este é mais um motivo para substituir os estabilizadores por filtros de linha, já que o filtro não tem problema algum em trabalhar em conjunto com o nobreak.
É até possível usar um estabilizador em conjunto com um nobreak, desde que o estabilizador fique entre o nobreak e a tomada, e não o contrário. As duas grandes desvantagens de fazer isso é que você aumenta o desperdício de energia, (já que são somadas as perdas causadas pelo nobreak e as causadas pelo estabilizador, o que pode representar um aumento perceptível no consumo geral do equipamento) e que o nobreak passa a ser acoçado pelos picos e variações de tensão introduzidas pelo estabilizador, o que não é muito saudável.
Além disso, antes de ligar o nobreak no estabilizador, é importante checar as capacidades de fornecimento. Para usar um nobreak de 600 VA, seria necessário usar um estabilizador de 800 VA ou mais. Esta margem de segurança é necessária por dois fatores: o primeiro é que a eficiência do nobreak gira em torno de 90 a 95%, o que significa que ao fornecer 600 VA para o micro, ele vai consumir 630 ou 660 VA no total. O segundo fator é que o nobreak precisa recarregar a bateria depois que ela é usada, o que aumenta seu consumo em 15% ou mais. Se a capacidade do estabilizador for igual ou menor que a do nobreak, ele vai acabar desligando ou explodindo ao exceder a capacidade.
Devido a tudo isso, o uso de estabilizadores, módulos isoladores ou qualquer outro tipo de dispositivo ativo em conjunto com o nobreak não é recomendável. Se a ideia é proteger o nobreak, o correto é utilizar um bom filtro de linha ou DPS, que é um dispositivo passivo.
Presente de grego: Uma última observação sobre os nobreaks, esta mais uma curiosidade, é que boa parte do trabalho do nobreak consiste em transformar os 12V CC da bateria nos 115V AC que são fornecidos aos equipamentos. Este seria apenas um detalhe técnico, não fosse o fato de que a fonte de alimentação faz exatamente o trabalho inverso, convertendo de volta os 115V AC nos 12V CC que são fornecidos aos componentes!
Como pode imaginar, essa dupla conversão faz com que uma grande parte da energia das baterias seja desperdiçada, transformada em calor e não em trabalho útil. Seria bem mais eficiente se as próprias fontes de alimentação incorporassem baterias de backup (você poderia imaginar uma bateria de nobreak de 7.2 Ah incorporada diretamente à fonte, ou ligada a ela através de um cabo externo) eliminando a necessidade de usar o nobreak.
Como os 12V da bateria correspondem aos mesmos 12V que são fornecidos pelo transformador de saída (no secundário da fonte), seriam necessários poucos circuitos adicionais para monitorar a tensão da tomada e chavear para a bateria em caso de queda. Infelizmente nenhum fabricante ainda teve essa ideia, talvez esta seja uma boa oportunidade de ficar rico… :)



13 respostas para “Entendendo os nobreaks”
A idéia de colocar uma ponte de ligação entre baterias de 12V e a fonte de alimentação seria uma boa, e levaria a economia com relação aos preços dos nobreak. Essa idéia eu ja tinha imaginado a mutio tempo atrás, mais nunca tinha vista tal idéia em algum site, blog ou coisa do gênero, sem contar com esse Artigo é claro.
Essa idéia dos 12V direto na fonte não é novidade se nós considerarmos que os notebooks já fazem isso há quase duas décadas. :-) Claro, as fontes dos notes entregam uma tensão mais alta, em torno de 20V, contra os 12,6V que se consegue em uma bateria automotiva (2,1V por célula).
Lembrando os senhores que há necessidade de se ter uma fonte de corrente (e não de tensão) para recarregar baterias; se uma fonte de PC tivesse duas etapas de regulação (uma que entregasse cerca de 13,8 a 14,2V fixos para a bateria, e outra que fornecesse as tensões necessárias para a placa mãe (12V, 5V etc. com reguladores "low dropout"), seria perfeitamente possível. Claro que existe um limite, não adianta acopĺar uma bateria de caminhão em uma fonte de corrente que entregue apenas 20A… Os alternadores modernos (de uso automotivo) chegam facilmente a 80A; então para nossas atuais PSUs, duas baterias de gel (aquelas de centrais de alarme) dariam conta do recado, de repente por até 1h (obviamente no modo de baixo consumo). E com a vantagem de não liberar vapores tóxicos na recarga, coisa comum em baterias automotivas.
Nas fontes com chave seletora de tensão (127/220V) não vejo muita vantagem, mas nas automáticas (90/240V) seria a 8ª maravilha do mundo.
"Infelizmente nenhum fabricante ainda teve essa ideia, talvez esta seja uma boa oportunidade de ficar rico… :)"
Se o google não tivesse patenteado está ideia você sertamente estaria rico.
http://www.gizmodo.com.br/conteudo/google-finalmente-libera-alguns-segredos-de-design-de-servidores-chave
Pior que patentearam mesmo :o
http://www.datacenterknowledge.com/archives/2008/02/15/google-files-patent-on-ups-architecture/
Google, o grande império do mal. :)
O império do mal chegou um pouco tarde: os portáteis estão ganhando o mercado e o desktop com nobreak no futuro podem virar apenas um nicho de mercado. Com a queda dos preços e a praticidade dos portáteis e suas opções de se encaixar tudo neles na mesa (mouse, monitor maior, HD opcional…) só falta inventarem um notebook com monitor destacável para ser usado de duas formas: ou como notebook (com o monitor portátil) ou como desktop com tela maior encaixada, pois muitos ainda acham desconfortável ter dois monitores ao mesmo tempo na mesa. Essa seria uma outra ideia interessante, talvez mais do que a do nobreak na fonte.
"Seria bem mais eficiente se as próprias fontes de alimentação incorporassem baterias de backup eliminando a necessidade de usar o nobreak."
Tive essa ideia á 4 anos atraz, agora que o Google patenteou, já era as minhas chances de ficar rico =(
Odeio o Google!!
Acho que todos nos casemoders e aspiradores a tecnologia eletronica dos computadores já pensamos em ligar uma bateria diretamente na fonte.
Seja por meio do plugue do isqueiro do carro ou uma bateria diretamente.
Essa patende do Google não é válida só no USA?
Pois então, patenteia, fica rico, e depois lembra de mim, que dei o toque, aqui.
Eu to com uma ideia de no-break aqui, um novo tipo de no-break on-line, só que com quase nada de perdas.
Eu acho que uma fonte como esta para funcionar como nobreak tinha que ter um circuito que transformasse o 12v da bateria em uma tensão negativa ou seja -12v e -5v. e outro para carregar a bateria, uma fonte normal usa varias tensões. Pois a minha placa maẽ por exemplo usa farias tensoẽs 12v, -12v, 5v, -5 e 3v , eu não sei se tem jeito de uma tensão de bateria de 12v se converter para -12v negativa, talvez a placa mãe de um computador possa funcionar sem esta tensão.
O problema de ligar diretamente na fonte do computador para usuários comuns, está no fato de que o monitor também deveria ter tal recurso, ou ele seria desligado e a máquina ficaria praticamente inutilizável. Aqui no trabalho usamos No Break com monitores LCD. As poucas vezes que precisamos usar sua bateria, foi tempo suficiente para fecharmos os trabalhos e desligarmos as máquinas. Algo em torno de 30 minutos. Mas com o computador totalmente funcional!
Vamos com calma pessoal.
A Google patenteou a "Arquitetura de UPS" deles. Não quer dizer que um fabricante não possa fazer uma fonte com redundância de energia por bateria e vender para consumidores finais.
O que não pode é fazer uma arquitetura igual a deles em data centers.
Eu duvido muito que nenhum fabricante esteja pensando e/ou pesquisando sobre isso neste momento.
E como já foi comentado, o grande problema é que grande parte do esforço em redundância de energia é aplicado a portáteis que usam baterias de lítio que são muito menores e seguram muito mais carga.
Bom, eu sei que eu compraria uma fonte com bateria de backup e manteria o monitor no No-Break, que ia segurar apenas um monitor por muito mais tempo enquanto a bateria da fonte iria segurar o computador também por muito tempo devido ao não desperdício.
De qualquer forma, agradeço pelo texto, é muito informativo.
Texto interessante e igualmente os comentários. Creio que da para para adaptar uma bateria de 12v diretamente na fonte do PC. Na fonte logo depois do transformador e do rectificador, a tensão e' de 12v. Logo a bateria pode ser ligada ai mesmo, na saida do rectificador, basta ter cuidado com a polaridade. O problema vai ver como garantir que a bateria seja recarregada. Para evitar que as variacoes no nível de tensão da bateria, pode-se usar um filtro antes de a ligar na fonte.
Clareou bastante a mente. Mas e sobre baterias comunis ligadas a nobreaks?
Em relacao ao comentario do tonio… e facil obter tensoes negativas sim.. para isso seria necessario usar dois acumuladores de 12v (por exemplo). estes ligados em serie qualquer um dira q as tensoes seriam somadas gerando 24v… isto ocorre quando o referencial adotado (terra) e o polo mais negatico do cirtuito.. sendo assim todas as tensoes serao mais positivas… mas se mudar o referencial para o ponto onde estao unidos os acumuladores (positivo de um ao negativo do outro) teremos 12v pos de um lado e 12v veg do outro. se ainda nao entendeu faca com duas pilhas em serie deixa a ponta preta na uniao das duas pilhas e com a ponta vermelha faca a medicao dos extremos das pilhas…
abs a todos
muito bom os comentarios