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Entendendo a eletricidade: tensão, corrente, watts e outros bichos

Publicado em 10/07/2009 – 19:39
por Carlos Morimoto

Ao falar sobre fontes e baterias esbarramos sempre na terminologia básica de eletricidade, com todos os volts, amperes, corrente e potência. Como a terminologia é confusa, é muito fácil se confundir, por isso vamos a uma revisão rápida dos termos mais comuns:

ethereal-heaven-warning-electricity

Tensão: Em termos técnicos, a tensão é "a diferença de potencial elétrico entre dois pontos", medido em volts. Quanto mais volts, mais energia pode fluir, mesmo que a intensidade da corrente (medida em amperes) seja a mesma.

Uma analogia simples poderia ser feita em relação a uma estrada: duplicando o número de vias, é possível duplicar o tráfego de veículos, mesmo que a velocidade continue sendo a mesma. Outra analogia poderia ser feita em relação a um encanamento. Quanto maior é a tensão, maior é "a largura do cano", permitindo que mais água seja transportada. Ambas as analogias não são inteiramente corretas (afinal, você não precisa duplicar a fiação ou dobrar a espessura dos fios para usar tensão de 220 em vez de 110), mas eles sevem para dar uma idéia geral da diferença entre tensão e corrente, que explico a seguir.

Cada dispositivo tem uma tensão nominal, ou seja uma "voltagem" correta de operação. Um led pode operar usando 3.6V, o motor de um HD usando 12V e um processador usando 1.2V, por exemplo. Sempre existe uma margem de tolerância, mas qualquer componente pode ser danificado se submetido a uma tensão mais alta que a das especificações.

Voltagem: Termo leigo para se referir à tensão. Em vez de dizer "12 volts de voltagem", você pode dizer "tensão de 12 volts".

Corrente: Dentro da analogia, você pode imaginar que a tensão (ou seja, a "voltagem") equivale à espessura do cano e a corrente (ou "amperagem") equivale à pressão da água. Ao aumentar a tensão (ou seja, alargar o cano) você pode fazer com que mais energia flua mantendo a mesma corrente e vice-versa.

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A tensão e a corrente podem ser usadas para calcular o consumo máximo de diferentes dispositivos quando ele não for informado. Um exaustor de 120 mm que usa 12V e 0.4 ampere, por exemplo, tem um consumo máximo de 4.8 watts, atingido quando ele gira na rotação máxima. Caso ele esteja ligado a um circuito de controle de rotação (como é o caso da maioria dos exaustores de 120 mm usados em fontes) então o consumo será variável, oscilando junto com a velocidade de rotação.

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Um chuveiro com potência de 5000 watts, pode trabalhar com uma corrente de apenas 20 amperes, já que está ligado no 220, enquanto um processador pode precisar de 50 ou até mesmo 100 amperes para fazer o seu trabalho, já que utiliza uma tensão muito mais baixa.

Para um eletricista que está acostumado a lidar com chuveiros e torradeiras, a idéia de um processador usando 100 amperes pode soar absurda, mas este é apenas mais um exemplo de quanta tecnologia vai na produção de um PC atual. É justamente por precisarem fornecer uma corrente tão elevada que as placas-mãe atuais precisam de reguladores de tensão tão caros e sofisticados, com 8, 16 ou até mesmo 24 fases.

asus2_voltage_regulators

Amperagem: É o termo leigo para se referir à corrente, considerado incorreto pelos mais pedantes chatos. Em resumo, você pode dizer "amperagem" quando estiver conversando com alguém e quiser explicar as coisas de maneira simples, mas diga "corrente" quando precisar respeitar o jargão técnico. Em vez de dizer "amperagem de 30 amperes", você pode dizer "30 amperes de corrente". Outra opção é usar o "amperagem" entre aspas, indicando que você está usando o termo "incorreto" para simplificar a explicação.

Uma curiosidade é que a distinção entre os termos "corrente" e "amperagem" é uma peculiaridade do português. No inglês (língua na qual os primeiros manuais sobre eletricidade foram escritos), o termo mais usado para descrever a corrente é "amperage", que poderia ser traduzido literalmente para "amperagem".

Quando os primeiros manuais técnicos chegaram ao Brasil, o termo "amperage" foi traduzido como "corrente", termo que acabou entrando para o jargão técnico e se tornou arraigado a ponto do termo "amperagem" ser considerado incorreto, muito embora seja a palavra mais parecida com o termo original.

Watt: É uma medida de potência, que é calculada multiplicando a tensão pela corrente. Com 12 volts e 30 amperes temos 360 watts, por exemplo. Um chuveiro elétrico de 8000 watts é mais mais potente que um de 5000 watts, o que permite esquentar mais água. Uma fonte de 600 watts é mais potente que uma de 400, o que permite alimentar um PC mais parrudo e assim por diante.

Um processador que trabalha usando 1.2V de tensão e uma corrente de 50 amperes, por exemplo, usa 60 watts. Por outro lado, um HD que usa quase que exclusivamente a saída de 12V da fonte, poderia usar 12 watts com uma corrente de apenas 1 ampere e o PC inteiro (com processador e tudo) poderia fazer se trabalho com também 1 ampere, mas nesse caso com a tensão de 127 volts da tomada (1 ampere x 127 volts = 127 watts).

Como pode ver, componentes que utilizam tensões mais baixas, precisam de uma "amperagem" muito maior para obter a mesma quantidade de energia, o que exige circuitos de alimentação mais elaborados.

Watts-hora: É uma medida de consumo, que indica a quantidade de energia gasta. Um watt-hora equivale ao volume de energia que um dispositivo qualquer com uma potência de 1 watt consome ao longo de uma hora.

Um PC ligado a uma tomada de 127V, que "puxa" 1 ampere, trabalha com uma potência de 127 watts e, consequentemente, consome 127 watts-hora de energia (a cada hora). Em 20 horas ele consumiria 2.54 kWh (um kWh corresponde a 1000 watts-hora), que corresponderiam a pouco mais de um real na sua conta de luz.

O mesmo se aplica a chuveiros, lâmpadas e outros dispositivos elétricos. Os "100W" na caixa de uma lâmpada incandescente indicam ao mesmo tempo que ela tem uma potência de 100 watts, e que ela consome 100 watts-hora de energia por hora quando ligada, o que torna simples calcular o consumo mensal.

Coloquialmente, é muito comum dizer "o PC consome 100 watts", indicando que ele consome 100 watts-hora ao longo de uma hora de funcionamento. Não existe nada de errado nisso (as pessoas vão provavelmente te entender melhor do que se você dissesse "o PC consome 100 watts-hora por hora"), mas os mais chatos vão protestar.

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Revisando, a diferença entre "watt" e "watt-hora" é que watt é uma taxa, enquanto o watt-hora é uma medida de quantidade. Dentro da analogia, os watts seriam como a taxa de vazão da água no cano (que pode ser de 100 ml por segundo, por exemplo) e os watts-hora seriam a quantidade de água que é consumida (360 litros, por exemplo).

mAh: Abreviação de "miliamperes-hora". É uma medida de capacidade tipicamente usada em baterias. Para saber a capacidade em watts, basta multiplicar a capacidade em mAh pela tensão em volts e dividir por mil. Uma bateria de notebook com 11.4V e 4400 mAh armazena 50.1 watts, que são suficientes para alimentar um notebook que consome 25 watts/hora por duas horas. Uma pilha de 1.2V e 2600 mAh por sua vez, armazena apenas 3.1 watts.

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Corrente elétrica e energia elétrica: Embora estes dois termos sejam muitas vezes usados como sinônimos, eles descrevem duas coisas diferentes. A corrente elétrica corresponde ao movimento dos elétrons que pulam de um átomo ao outro, enquanto a energia elétrica é a energia produzida por esse movimento, que é o que realmente alimenta os equipamentos.

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Este é um conceito um pouco complicado de entender, mas, em uma analogia simplista, você pode imaginar que a corrente elétrica corresponde ao movimento de vai e vem de uma lixa, enquanto a energia elétrica corresponde ao calor que é gerado pela fricção. Em um sistema de corrente alternada, o sentido da corrente é revertido a cada ciclo e os elétrons vão e voltam (sem realmente saírem do lugar), enquanto a energia produzida flui dentro do circuito, alimentando os aparelhos.

Eficiência: É o percentual de energia que é realmente convertida em trabalho. Uma fonte com 90% de eficiência precisa de 334 watts da tomada para fornecer 300 watts ao equipamento, enquanto uma fonte com 70% de eficiência precisaria de 429 watts para fornecer os mesmos 300 watts. O mesmo se aplica a lâmpadas e outros dispositivos. Quando dizemos que uma lâmpada fluorescente é mais eficiente que uma incandescente, estamos nos referindo ao fato de ela precisar de menos energia para produzir a mesma quantidade de luz.

Watts x VA: Ao comprar um nobreak (ou um estabilizador, caso você ainda viva na década de 80), a capacidade é sempre informada em VA (Volt-Ampere) e não em watts. Em teoria, um nobreak de 600 VA seria capaz de suportar uma carga de 600 watts, mas na prática ele muitas vezes acaba mal conseguindo manter dois PCs que consomem 200 watts cada um. Se você adicionasse mais PCs até totalizar os 600 watts, ele desligaria devido ao excesso de carga. Esta diferença entre a capacidade em watts e VAs está relacionada ao fator de potência. Você pode ler mais sobre o tema no texto sobre PFC, que complementa o conteúdo deste:

Fontes: Entendendo o PFC

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  1. 98 respostas para “Entendendo a eletricidade: tensão, corrente, watts e outros bichos”

  2. Floriano Correa Rodrigues em 10 jul, 2009

    Excelente artigo introdutório, muito esclarecedor e bem explicado. Meus parabéns!

  3. fabiobh em 10 jul, 2009

    oi, houve um pequeno erro nesta parte abaixo quando começa a falar sobre "amperagem"

    "Amperagem: É o termo leigo para se referir à tensão", o certo deveria ser corrente,

    outra coisa também que acho esta faltando uma pequena explicação na parte "Em um sistema de corrente alternada,…, enquanto a energia produzida flui do pólo positivo para o negativo."

    O sentido(direção) da corrente flui do polo positivo para o negativo apenas no sentido convencional(o que é ensinado nos cursos, e usado por tecnicos para fazerem projetos), porém o modo real é o contrario, os eletrons se movimentam do polo negativo para o positivo.

    Se eu estiver falando bobagem por favor me corrijam, pois comecei meu curso tecnico tem pouco tempo, t+

  4. Luzemário em 10 jul, 2009

    Bom, não sou a pessoa mais indicada para tecer comentários sobre o assunto, mas segundo a definição de Ampère, que define a quantidade de cargas por segundo que "circulam" em um condutor, seria mais semelhante comparar a corrente elétrica a quantidade de água que passa pelo cano em um dado momento, deixando a tensão para a "pressão da água". Para se entender melhor, 1 Ampère equivale a 1 Coulomb (unidade que expressa a quantidade de cargas elétricas) por 1 segundo, ou seja, 1A = 1C/s.

    Se alguém com mais conhecimentos de eletrônica quiser se manifestar, gentileza me corrigir.

  5. Ricardo em 10 jul, 2009

    Parabéns!

    Coincidência ou não, iria procurar mais sobre o tema hoje, devido a problemas que tive com uma fonte.

    Obrigado

  6. Danillo Nunes em 10 jul, 2009

    "Um PC ligado a uma tomada de 127V, que "puxa" 1 ampere, consome 127 watts de energia por hora."

    Opa, acho que o correto seria dizer que ele consome 127 watts-hora por hora, não?

  7. Rogers em 10 jul, 2009

    Muito bom um artigo sobre eletricidade aqui, mas na parte da analogia com o cano d'água ficou um pouco confusa, e acredito que incorreta.

    Na realidade, é a tensão é que "funciona" como a pressão em um cano, ela é quem "empurra" o fluxo de elétrons, que é a corrente elétrica, pelo condutor (fio) que seria o cano.

  8. Thiago em 10 jul, 2009

    A analogia padrão (por Heaviside, acho) é:

    Corrente: Quantidade de água que passa por segundo por um ponto do cano.
    Tensão: Pressão de água (a energia potencial da água por quantidade de água).

  9. ThiagoLCK em 10 jul, 2009

    Ah, e só esclarecendo por que motivo "amperagem" não é um bom termo técnico em nenhuma língua…

    1- Na verdade é muito comum medir corrente em mA (miliamperes), e razoavelmente comum medi-la em outras unidades similares para aplicações especializadas. Falar "miliamperagem" ou o equivalente é MUITO bizarro e incomum, e falar "amperagem" dá uma confusão desgraçada.

    2- Não é tão comum em aplicações de engenharia, mas existem outras unidades para corrente. Da mesma forma que no caso anterior, falar "unidadedecorrentagem" é MUITO bizarro e incomum, e falar "amperagem" não faz sentido e dará confusão com certeza.

    3- "Amperagem", "voltagem", "wattagem" e "unidagem" são feios (tá essa é opinião pessoal), não correspondem ao significado físico da quantidade a que se referem e não seguem o padrão dos nomes de outras quantidades.

    Então, por que usar esse termo? Bom, antigamente porque os americanos não sabem fazer nomenclatura, atualmente porque existe uma diferença na definição de "voltage" e "potential difference" (a segunda não inclui efeitos químicos).

    Na prática, em português, acho muito melhor você dizer tensão para a primeira, diferença de potencial elétrico para a segunda, e deixar bem claro que está usando dessa forma, ou usar outro método explícito que adotar a convenção americana, que é MUITO ruim. Mas não sei o que a maioria faz…

  10. zoroden em 10 jul, 2009

    chega de amperagem… agora só vou usar correntagem!

  11. Curioso em 10 jul, 2009

    "Os caras são complicados, mesmo. Morimoto chama de "pedante", e os cara ainda vem querer "corrigir"! Mas por mim sem problemas…, desde que venha agregar conhecimento!"

  12. JunioR A. em 11 jul, 2009

    Sou técnico em eletrônica e o comentário do Luzemário está correto, houve um equívoco no artigo.

  13. Megaf em 11 jul, 2009

    Muito bom o artigo, esclarece as dúvidas de muita gente.
    Eu já me habituei a usar os termos tenão e corrente.

  14. zt em 11 jul, 2009

    eu tambem concordo que a pressao equivale a tensão, a corrente a quantidade de agua que passa e o tamanho do cano equivale a resistencia do circuito.

  15. Ephexis em 11 jul, 2009

    Texto mal escrito demais, peca nos conceitos até nao poder mais. Errou feio até na analogia. Simplismente horrivel!

  16. Megaf em 11 jul, 2009

    O texto está bem escrito sim senhor! foi isso que elogiei no meu comentário. Apenas o conhteudo que está um pouco incondizente com a Eletrica.

  17. Jayme Jarilo em 11 jul, 2009

    Seria correto utilizar água e canos para fazer analogia à eletricidade?

    Teve um cara que fez isso noutro blog, acho que era o Meio Byte e acabou linchado.

  18. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    "Texto mal escrito demais, peca nos conceitos até nao poder mais.
    Errou feio até na analogia. Simplismente horrivel!"

    "A analogia padrão (por Heaviside, acho) é:
    Corrente: Quantidade de água que passa por segundo por um ponto do cano.
    Tensão: Pressão de água (a energia potencial da água por quantidade de água)."

    Não discuto que tecnicamente esta concepção está mais correta. entretanto, se você se colocar no lugar de um leigo, ela não faz sentido. Veja só:

    O que acontece quando você aumenta a pressão da água em um cano que não foi projetado para suportá-la? Ele estoura, certo?

    O que acontece quando você tenta usar uma corrente mais elevada ("aumentar a amperagem")? O condutor esquenta e eventualmente derrete, sintoma similar ao cano estourando.

    Qual a solução?

    No caso do cano é trocá-lo por um cano de maior diâmetro, reduzindo a pressão. No caso do condutor a solução seria aumentar a tensão ("alargar o cano" no meu exemplo) e assim reduzir a corrente (pressão).

    Mais fácil de entender na hora de explicar porque os processadores atuais puxam energia da saída de 12V da fonte, em vez de utilizarem a saída de 3.3V (que seria o mais lógico) ou porque um chuveiro usa 220 (quando o resto da casa usa 110), não concorda?

    Qualquer analogia é por natureza falha, pois tenta usar outro objeto ou conceito completamente diferente, que trabalha de maneira diferente que o primeiro. A função delas é oferecer um exemplo simples para a explicação. Se não é simples, a analogia perde sua função.

  19. lordtux em 11 jul, 2009

    Excelente artigo, gostei muito.

  20. Vandre em 11 jul, 2009

    "O sentido(direção) da corrente flui do polo positivo para o negativo apenas no sentido convencional(o que é ensinado nos cursos, e usado por tecnicos para fazerem projetos), porém o modo real é o contrario, os eletrons se movimentam do polo negativo para o positivo."

    Na realidade não tem necessidade de explicar o sentido real e o convecional. Quando se fala em direção da corrente é sempre o convencional e acabou. Em alguns casos o sentido real é o mesmo do convencional: no caso em que íons positivos se deslocam.

  21. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    Danillo Nunes
    "Opa, acho que o correto seria dizer que ele consome 127 watts-hora por hora, não?"

    Tem razão, acabei caindo no coloquialismo. Aproveitei para completar a frase com mais exemplos.

  22. Francisco Wesley em 11 jul, 2009

    Quando ví que o Morimoto estava escrevendo textos sobre filtros de linhas, fontes, etc, logo pensei: "daqui a pouco sairá sobre watts, volts, ou seja, eletrônica pura". Parece que acertei! ;-)

  23. cncnow em 11 jul, 2009

    Morimoto, não imaginava que chagaria o dia em que eu seria frontalmente contra alguma colocação sua …

    Nada mais pedante que acusar de pedantismo quem procura expressar-se corretamente, particularmente no que se refere à terminologia técnica …

    Fico muitíssimo entristecido e chocado … que tal barbaridade venha de alguém como vc, tão cuidadoso, tão correto em tudo o que faz, uma rara referência em língua portuguesa é algo além da minha compreensão …

    Se alguém me tivesse mostrado, eu jamais acreditaria que fose vc o autor de um texto tão preconceituoso e tecnicamente tão incorreto.

    Espero que vc reflita e faça um "mea culpa", aproveito para sugerir que submeta o texto à revisão de alguém … vc não merece ter essa nódoa entre seus escritos tão competentes e tão úteis …

  24. Raizend em 11 jul, 2009

    Sobre a analogia de corrente elétrica a fluxo em água, é muito coerente usar, no fundo tudo é fluxo de matéria, no caso elétrons.
    Uma vez em uma aula de circuitos elétricos, professor comentou que um tese de mestrado ou doutorado, ele era da banca avaliadora acho, que a tese era a usa o conceito de corrente elétrica em dutos de água, aplicando conceitos de Kirchoff, tese acho que na USP.

  25. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    cncnow, não considero mácula alguma tentar explicar estes conceitos de maneira simples. Ao contrário do que alguns parecem pensar, nem todo mundo tem especialização em eletricidade e nem todos têm tempo para entender todas as minúcias do tema. Sinta-se à vontade para corrigir as colocações incorretas do texto, não sou dono da verdade.

    Uma pergunta que colocaria é: porque um americano ou britânico não tem problema algum em usar o termo "amperage" quando está se referindo a uma determinada corrente em amperes, enquanto no Brasil se dá tanta importância ao uso "correto" do termo, mesmo quando a outra parte na conversa quer apenas saber quantos amperes a fonte é capaz de fornecer?

  26. Bruno em 11 jul, 2009

    Caro Morimoto creio que a escrita watt-hora ou watts por hora dá no mesmo. Quanto à analogia não vejo confusão. Observe:
    Se eu quero passar um maior quantidade de água (corrente) à pressão (tensão) constante eu aumento a espessura do cano (bitola do condutor).

    Talvez a analogia esteja incorreta desde os primórdios… eu faria assim:
    tensão = velocidade
    corrente = quantidade
    potência = pressão
    pois um fusível "estoura" quando a potência excede.

    No mais é importante ter um cuidado com a analogia pois pode (com base na simplicidade do entendimento) induzir o leitor a erro. Imagina um leito "queixudo" contra um profissional.

  27. diogo173 em 11 jul, 2009

    Sou médico. Já presenciei em minha vida acadêmica várias vezes este tipo de divergência de opiniões e sempre cheguei a conclusão que os amantes da perfeição semântica imbutem, na verdade, uma enorme vaidade.

    Meu melhor professor de física no cursinho não usava sequer unidades ao ditar os exercícios (era muito criticado por isto), mas eu ainda o achava o melhor (grande Aldo).

    Parabéns Morimoto! Você me lembrou o professor Aldo do cursinho Universitário dos anos 80. Sobre o tema em sí aprendí muito com você.

    Um grande abraço deste admirirador de longa data!

  28. Sergio em 11 jul, 2009

    Toda essa discussão entre pessoas que entendem do assunto (grupo no qual não me incluo) é muito saudável e só demonstra como esse tema é importante e difícil para as pessoas "comuns". Se o pessoal daqui, incluindo o Morimoto (que considero há algum tempo uma das maiores cabeças da área de informática), diverge tanto sobre a parte conceitual e até mesmo didática (analogias e afins), significa que o tema pode e deve ser muito mais bem explorado no futuro. E, considerando que todos nós, mesmo o mais comum e leigo dos cidadão, como eu por ex., consumimos energia em nossas casas, esse entendimento, as vezes tão difícil, tem uma relevância que transcende em muito a parte teórica.

  29. instrumentista em 11 jul, 2009

    Carlos, sou mecatrônico mais confesso que tenho alguma dificuldade de aplicar meus conhecimentos na área de computação (trabalho com outro segmento)e quero agradecer esse post super rico.
    Abraço
    Ricardo Vieira

  30. Junior em 11 jul, 2009

    Sempre leio os textos do Morimoto, sou um grande fã do seu trabalho, pra dizer a verdade só tive sucesso em usar linux depois do Kurumin e os vários textos escritos por ele sobre o assunto.
    Tive e tenho muita dificuldade em entender sobre eletricidade, fiquei contente quando vi este artigo, foi muito claro pra mim, achei que consegui entender um pouco sobre o assunto. Mas sempre leio os comentários, pra ver se alguém tem alguma coisa pra acrescentar, em geral os comentários em sua maioria são de elogios.
    Mas nesse artigo vi uma quantidade muito grande de pessoa discordando ou corrigindo as informações, o que não é comum acontecer, por isso fiquei com dúvidas (ainda mais) sobre o assunto, depois li as “explicações” do Morimoto e cheguei a conclusão que ele esta certo, as pessoas se apegam em excesso aos detalhes e acabam esquecendo a simplicidade e a clareza com que as informações devem ser passada, principalmente quando um texto tem intensão de esclarecer um assunto para um público não técnico.
    Mas não posso deixar de concordar com o comentário do Bruno:

    “No mais é importante ter um cuidado com a analogia pois pode (com base na simplicidade do entendimento) induzir o leitor a erro.”

    Por isso deixo aqui meus parabéns ao Morimoto pelo texto, mas dessa vez vou ficar com uma “pulga atras da orelha”, como acho que a maioria do leitores (leigos) ficaram, alias os que leram os comentários, mas de certa forma foi bom pois me instigou a entender melhor o assunto e vou procurar mais informações sobre ele.

  31. ThiagoLCK em 11 jul, 2009

    Só lembrando que eu não falei nada a respeito dessa analogia, só disse que existe outra mais comum. Essa aí não faz muito sentido para entender como funciona a eletricidade (a comum faz algum sentido, não muito…), mas funciona melhor para explicar isso.

    Eu, pessoalmente, acho que nem vale a pena fazer analogias com água para explicar eletricidade: atualmente, a maior parte das pessoas está mais acostumada (e passou pelo menos uns 3 meses a mais estudando) com circuitos elétricos do que com circuitos hidráulicos…

    "Coloquialmente, é muito comum dizer "o PC consome 100 watts", indicando o consumo em watts-hora."

    Não faz muito sentido dizer que um sistema consome 100 watts-hora (é equivalente a dizer que alguém come 1000 calorias, quando?) e falar que algo consome 100 watts-hora por hora é muito redundante, não vejo qual o problema de falar algo assim em condições normais, e já devo ter visto umas duzentas pessoas falando isso sem qualquer reclamação.

    "Uma pergunta que colocaria é: porque um americano ou britânico não tem problema algum em usar o termo "amperage" quando está se referindo a uma determinada corrente em amperes, enquanto no Brasil se dá tanta importância ao uso "correto" do termo, mesmo quando a outra parte na conversa quer apenas saber quantos amperes a fonte é capaz de fornecer?"

    Eu nunca vi alguém se importar com "amperagem" em conversas coloquiais. Fóruns técnicos não são coloquiais, e acho que vale a pena lembrar isso, mesmo porque muita gente pode querer usar miliamperes, que como eu disse, vai dar uma tremenda confusão com esse termo…

  32. instrumentista em 11 jul, 2009

    Caros amigos, lendo o artigo na integra ele está ótimo quanto a colocação dos termos técnicos do SI (sistema internacional de medidas).Trabalho com Metrologia (ciência da medição) de longa data “ 9 anos” e treinei vários técnicos que se chegassem com essa bagagem não me dariam tanto trabalho.
    Parabéns Morimoto

  33. mitsu em 11 jul, 2009

    muito bom a linguagem, como de costume nos artigos do Morimoto.

    não sou professor, mas sempre gostei de fazer essa analogia entre eletricidade e água.

    eu prefiro fazer uma comparação um pouco diferente:

    Tensão eletrica (volts) -- No modo "água", seria o equivalente a altura da caixa d'agua. Quanto mais alta a caixa, mais "volts" ela tem e mais agua passa pelo cano. se o cano (fio) for grosso, mais facilmente a agua (eletricidade) passa.

  34. Rod em 11 jul, 2009

    Boas!

    Morimoto acho até que você foi cauteloso com os termos "não-formais".

    Parabéns pelo texto que como sempre muito explicativo.

    []s

  35. Régis em 11 jul, 2009

    Desculpa colocar mais um possível problema na roda, mas aqueles exemplos em "Eficiência" estão equivocados, não? Ou eu não entendi o funcionamento, ou não tem como dar 390W com 70% de eficiência pra ter 300W no final.

  36. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    Tinha multiplicado em vez de aplicar a regra de 3, deve ser o sono. Corrigi agora.

  37. Bruno em 11 jul, 2009

    Como fui mal educado, rsrs.

    O texto, com as resauvas, está ótimo, tira algunas confusões com as comenclaturas e indiretamente mostra para o leigo que não basta pegar o fio mais barato e ligar no chuveiro por exemplo, seria legal abordar o VA para dar uma luz ao leitor na compra dum nobreak.

  38. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    A capacidade em VA está relacionada ao fator de potência dos equipamentos ligados no nobreak/estabilizador. Falei sobre isso no tópico sobre o PFC. Agora tem o jabá no final do texto… :)
    http://www.gdhpress.com.br/blog/entendendo-pfc/

  39. Bruno em 11 jul, 2009

    @Régis

    Um cálculo que sempre faço é tipo juros no valor futuro.

    Se a efiência é de 70% (0,7 em decimal) e o consumo é 300W, faça:
    300/0,7=~430W. Lembrando um fonte com potência real deve ser usada.

  40. Maurício Pereira em 11 jul, 2009

    Excelente artigo, Morimoto. Não ligue para as asneiras (insultos) que estes caras colocam aqui :c)

  41. Régis em 11 jul, 2009

    Sim, sim. O cálculo não é nada de especial, por isso não entendi como o exemplo poderia dar certo. Mas foi um erro bobo já corrigido. =D

  42. japichin em 11 jul, 2009

    ae Morimoto, valeu pela dica, pois é um assunto sempre discutido, mas queria acrescentar que as vezes as comparações podem provocar mais confusão que ajudar a compreensão, no caso que pude reparar é que na realidade a comparação de aumento de calibre de cano para uma maior tensão fica divergente com a compreensão o que daria a entender que a bitola do fio deveria passar maior, mas que na realidade a necessidade da bitola do fio passa a ser menor, ou seja podendo ser menor o uso de fios economizando no material…

  43. Merovingio em 11 jul, 2009

    Como professor de Matemática e Física, fico triste pelas "aprovações automáticas" dos alunos. Pois o cronograma de Física da maioria das escolas de Ensino Médio (antigo 2.º grau) tem esses e muitos outros temas na sua grade.E se fosse realmente cobrado pelo "sistema", uma pessoa com ensino médio deveria saber, e não somente de cursos técnicos como vários citaram aqui…

    Ótimo texto, parabéns.

  44. Vagner em 11 jul, 2009

    Discussão com gente que entende do assunto é assim mesmo, sempre há discordâncias. Alguns conseguem ser sutis em suas colocações, já outros…

    Bom, eu acho melhor a outra forma de fazer a analogia que o pessoal citou, acho mais didática. Mas o artigo no geral está bom.

  45. cncnow em 11 jul, 2009

    "cncnow, não considero mácula alguma tentar explicar estes conceitos de maneira simples."

    Eu não me fiz entender … não é aí que está a mácula, mas no seu entendimento de que é pedante quem defenda a utilização da terminologia adequada em português, quando possível.

    Simples é uma coisa, errôneo, outra.

    "Sinta-se à vontade para corrigir as colocações incorretas do texto, não sou dono da verdade."

    Será feito.

    "Uma pergunta que colocaria é: porque um americano ou britânico não tem problema algum em usar o termo "amperage" quando está se referindo a uma determinada corrente em amperes,…"

    Parece-me óbvio que é por um simples e bom motivo: norte americanos e britânicos falam inglês …

    "enquanto no Brasil se dá tanta importância ao uso "correto" do termo,"

    Talez pq nós outros falamos português … e neste aspecto a nossa terminologia é melhor, faz muito mais sentido …

    " …mesmo quando a outra parte na conversa quer apenas saber quantos amperes a fonte é capaz de fornecer?"

    Acho que vc tá se afastando da questão, que é a utilização do esdrúxulo e inútil anglicismo "amperagem" no lugar de intensidade da corrente, a própria corrente ou a capacidade de fornecimento de uma fonte ou o que o que é drenado por uma carga …

    Macaquear gringos não simplifica em nada a explanação dos conceitos, ao contrário, só aumenta a confusão … ajuda a confundir a grandeza com sua unidade de medida …

    Carlos, tenho sempre em mente um fragmento do Gigolô das palavas, do Luis Fernando Veríssimo :

    Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo.

    Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?

    É a sua cara.

    Vovó dizia que é bom evitar excessos …

  46. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    cncnow, desculpe a honestidade, mas acho que esta sua definição, seguida pelo discurso a respeito de "escrever certo e escrever claro" dispensa comentários adicionais:

    "intensidade da corrente, a própria corrente ou a capacidade de fornecimento de uma fonte ou o que o que é drenado por uma carga …"

    Me parece que você levou a crítica a respeito do pedantismo para o lado pessoal.

  47. Luzemário em 11 jul, 2009

    Bem, deixando de lado os temas relacionados as colocações do Morimoto, onde é dispensável dizer que ele se esforçou para tentar esclarecer uma tema "difícil" e "controverso" :), quero observar um detalhe que as vezes passa despercebido por muitos leigos: A questão de que só existe corrente elétrica quando há "circulação" de cargas elétricas. Num ciruito aberto (ou desligado) não há circulação de corrente (vejam que escrevi circulação de corrente porque só ocorrem os dois juntos), mas pode haver uma diferença de potencial elétrico entre os dois pontos (uma tensão elétrica) sem que seja necessário haver corrente.

    Nos polos de uma bateria de carro, por exemplo, existe uma diferença de potencial elétrico (tensão de 12V) sempre, mas só haverá corrente quando houver um caminho para as cargas "seguirem" de um pólo para o outro.

    Outra coisa interessante é que pode existir uma diferença de potencial mesmo onde já existem diferenças de potencial, dependendo apenas da referência.

    Por exemplo, se um fio estiver com 500V e outro com 498V, ambos em relação ao terra, é perfeitamente possível usar esses dois fios juntos para acender um LED, pois a diferença de potencial entre eles (a tensão entre os dois fios) é de apenas 2V.

    Obviamente, em relação ao terra há grandes diferenças de potencial, mas isso não impediria o LED de acender, desde que o circuito fosse bem isolado. Afinal, o LED "pensa" que está ligado em uma fonte de 2V, suficiente para ele trabalhar.

  48. Luzemário em 11 jul, 2009

    Morimoto, se você estiver pensando em escrever algum tipo de guia de eletricidade ou eletrônica voltada para informática ou para leigos, está no caminho certo. Veja a enoooorme carência que todos temos em relação a estes temas.

    Entender a máquina um pouco mais a fundo neste sentido é essencial, como mostram os inúmeros comentários neste post. E pelo que vejo, talvez este seja o post mais comentado dos últimos tempos :D

  49. Jonas S em 11 jul, 2009

    Creio que as correções, quando feitas com devida educação, sem apelos e com argumentos válidos, devem ser levadas em consideração. E pelo que noto, o senhor faz isso sempre que possível, o que é uma característica louvável.
    Vou tentar mostrar alguns pontos, que na minha opinião, estão errados. Mas, obviamente, cabe exclusivamente ao senhor decidir se o texto será, ou não, alterado.

    1- "Em termos técnicos, a tensão é "a diferença de potencial elétrico entre dois pontos", o que em linguagem simples corresponde à intensidade da corrente elétrica, medida em volts."

    Na verdade a intensidade de corrente elétrica é expressa em ampères (A). Lembrando que ampère não é unidade de corrente e sim unidade de intensidade de corrente. Isso porque corrente é um conceito (ela é o fluxo de elétrons que se "desprendem" dos átomos), mas isso é um outro assunto.

    2- Quanto à analogia, pelo menos para mim ficou claro. Confesso que quando a li, achei meio confusa (estou acostumado com a tradicional). Mas, ao ler seu comentário ( http://www.gdhpress.com.br/blog/entendendo-eletricidade/#comment-7591 ) ficou um pouco mais claro.
    No caso da analogia, a pressão da água seria a intensidade de corrente elétrica, já que não representa diretamente o conceito, não é mesmo?

    3- Quanto aos termos "amperagem", "voltagem", etc. Sou dos que condenam esses termos. "Volt" é uma unidade, ele não faz nada. Ele é apenas a unidade, não tem como atribuir uma ação à unidade. É como usar "quilometragem" no lugar de distância percorrida (em quilômetros, é claro). Não é porque a distância percorrida é dada em quilômetros que podemos denominá-la de quilometragem.

    Essa é minha opinião, não desejo insulta-lo de maneira alguma, mesmo porque, seus textos são excelentes. Espero que o senhor compreenda!

  50. Carlos Morimoto em 11 jul, 2009

    Essa definição de "intensidade" não tinha ficado boa realmente, mas não tinha achado nenhuma definição melhor, sem entrar em muitos detalhes. Mas com o seu comentário acabei achando uma analogia melhor, complementando a idéia da "largura" e "pressão" que adotei no texto. Acho que agora ficou um pouco mais apresentável:

    Em termos técnicos, a tensão é "a diferença de potencial elétrico entre dois pontos", medido em volts. Quanto mais volts, mais energia pode fluir, mesmo que a intensidade da corrente (medida em amperes) seja a mesma.

    Uma analogia simples poderia ser feita em relação a uma estrada: duplicando o número de vias, é possível duplicar o tráfego de veículos, mesmo que a velocidade continue sendo a mesma. Outra analogia poderia ser feita em relação a um encanamento. Quanto maior é a tensão, maior é "a largura do cano", permitindo que mais água seja transportada. Ambas as analogias não são inteiramente corretas (afinal, você não precisa duplicar ou dobrar a espessura do fio para usar tensão de 220 em vez de 110), mas eles sevem para dar uma idéia geral da diferença entre tensão e corrente, que explico a seguir.

    Cada dispositivo tem uma tensão nominal, ou seja uma "voltagem" correta de operação. Um led pode operar usando 3.6V, o motor de um HD usando 12V e um processador usando 1.2V, por exemplo. Sempre existe uma margem de tolerância, mas qualquer componente pode ser danificado se submetido a uma tensão mais alta que a das especificações.

  51. Jonas S em 11 jul, 2009

    Nossa, agora ficou bem mais claro, parabéns! Seria interessante também, se fosse apresentada a Lei de Ohm. Reconheço que o texto tem caráter introdutório, mas essa lei é bem simples e é muito útil. ;)

  52. Jayme Jarilo em 12 jul, 2009

    eu achei o kra que foi linchado por falar nesse assunto, vejam:
    http://meiobit.com/meio-bit/destaque/evite-meter-o-dedo-na-tomada-por-favor

  53. Eden em 12 jul, 2009

    Bem eu viajava na maionese sobre tantos termos. Amperagem, corrente, watts, voltagem. Agora eu tenho uma idéia melhor sobre o assunto e posso escolher melhor as fontes de alimentação e entendo melhor sobre consumo.

    Deixa os nerds que comem eletricidade prá lá. O artigo não foi direcionado para eles, e sim pra gente como eu.

    Missão cumprida Morimoto.

  54. joseff em 13 jul, 2009

    Adoro estas tretas,,,,sempre aprendo com estes artigos, os comentarios também são bons e ajudam a esclarecer muito mais…..mas as tretas são legais pacas….muito divertido…

    é verdade que o kurumin acabou????/

    Brincadeira, só pra descontrair

  55. ThiagoLCK em 13 jul, 2009

    Jayme: Não li a página de comentários inteira, mas pelo menos até onde li, um dos problemas "bestas" do texto foi que ele cometeu alguns erros de nomenclatura, mas ele foi linchado mesmo porque cometeu erros técnicos "clássicos", algo que eu não vi no texto do Morimoto, pelo menos a última vez que li…

  56. marco_piracicaba em 13 jul, 2009

    O uso incorreto de unidades de medida e suas grandezas -- Quais as regras para evitá-lo?

    http://www.abee-sp.com/artigo_tecnico_ousoinc.pdf

  57. marco_piracicaba em 13 jul, 2009

    SI -- Sistema Internacional de Unidades:
    http://www.sistemafindes.org.br/rcm/formularios/si.pdf

    VIM -- Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia:
    http://www.sistemafindes.org.br/rcm/formularios/vim.pdf

    VocMetrologia Legal -- Vocabulário Internacional de Termos de Metrologia Legal:
    http://www.sistemafindes.org.br/rcm/formularios/vocmetrologialegal.pdf

  58. cncnow em 13 jul, 2009

    [i]"cncnow, desculpe a honestidade,…[/i]

    Não desculpo a honestidade, Carlos, exijo.

    [i]"Me parece que você levou a crítica a respeito do pedantismo para o lado pessoal."[/i]

    Levei sim, como vc levou, e nem poderia ser diferente. Ademais estou entre os que vc classifica como pedantes porque sustentam opinião diversa da sua … Isto é injusto e ofensivo, como seria se alguém classificasse vc e/ou seu artigo de pretencioso …

  59. Carlos Morimoto em 13 jul, 2009

    Segundo o dicionário informal:

    "O profissional pedante é aquele que vai se apegar a detalhes desnecessários e vai se esquecer do principal."

    Me parece ser exatamente o caso. Mesmo assim, se o caro amigo considera o termo tão ofensivo, substituo-o por "chato", que também se encaixa bem na situação… :)

  60. cncnow em 13 jul, 2009

    Pois é … eu não queria ser tão direto e indelicado, mas já que vc insiste, eu tenho que admitir, a definição tá perfeita, cabe como uma luva, além de pedante vc tá mesmo sendo muito chato e bem pouco profissional, meu caríssimo Carlos … ;-))

    Ao invés de se apegar ao seu pedantismo, pq não se abster dessa bobagem, pura e simplesmente ? E de quebra ainda seria menos chato … ;-))

    Ainda bem que esse seu soluço não deve ser nada grave, passa logo … água com açucar é a solução, segundo a vovó … ;-))

    Tô descendo do bonde neste ponto, mas não sem antes desejar-lhe vida longa e saudável para que continue a nos brindar com seu trabalho, tão útil a todos nós …

  61. Mecenas Sampaio em 13 jul, 2009

    "Para um eletricista que está acostumado a lidar com chuveiros e torradeiras, a idéia de um processador usando 100 amperes pode soar absurda…"

    Genial! Isso é para aqueles que gostam de criticar sem ter o conhecimento necessário :)

  62. Mecenas Sampaio em 13 jul, 2009

    Se o termo amperagem vem da homenage feita a André-Marie Ampère ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Ampere ), pq diabos alguns insistem q está errado?

  63. ThiagoLCK em 13 jul, 2009

    O termo ampere vem da homenagem feita a ele, e deve ser usado para a Unidade SI… amperagem é um termo aceitável coloquialmente para corrente, mas que não é adequado em uso técnico.

  64. ThiagoLCK em 13 jul, 2009

    E digo que não é adequado não por não estar normatizado: mas porque com certeza daria muita confusão.

  65. Jayme Jarilo em 13 jul, 2009

    marcio piracicaba, eu dei um lida nos artigos, mas não entendo por que o pessoal insiste em dizer que voltage e amperage são certos. e a analogia do morimoto com canos de água ainda é valida?

  66. japichin em 13 jul, 2009

    …o cara que não gosta de falar "amperagem" que não fale, mas não fica dizendo para os outros que nós também sabemos o correto, e é só para querer se diferenciar se achando!
    e ainda digo mais devemos é acabar adotando o termo Amperagem como o correto, pois não fizeram uma nova ortografia, e aliás, o que importa é que a outra pessoa entende o que foi explicado, e sem o pedantismo correto de termo para se destacar do principal, que é a sua compreensão…
    Parabéns Morimoto pela abertura que foi deixado para os comentários, nem sempre agradáveis…

  67. wcarmo em 13 jul, 2009

    A possibilidade de comentar os seus artigos nos torna livres. É um canal onde podemos concordar ou discordar, mas sempre com a boa e velha educação que vem de berço. Parabéns.

  68. Luzemário em 13 jul, 2009

    como dizem no radioamadorismo… cncnow, por gentileza, faça um QRT… :)

  69. ThiagoLCK em 14 jul, 2009

    "e ainda digo mais devemos é acabar adotando o termo Amperagem como o correto, pois não fizeram uma nova ortografia, e aliás, o que importa é que a outra pessoa entende o que foi explicado, e sem o pedantismo correto de termo para se destacar do principal, que é a sua compreensão…"

    Sim, e o problema desse termo é exatamente que ele apresenta problemas de clareza… por isso a norma não aceita ele, dá muita confusão, não segue o padrão e não tem muito sentido.

  70. Guto em 14 jul, 2009

    @cncnow: deixe de ser pedante. Baixe a bola.

  71. Jayme Jarilo em 14 jul, 2009

    e o que é QRT?

    tem haver com eletricidade?

  72. Teco em 14 jul, 2009

    Dificil saber o que escrever numa ocasião dessas,
    mas o que realmente sinto é que não posso ficar calado,
    me ausentar, me acovardar.
    Milito na área de eletro-elrônica há mais de 40 anos,
    mas isso pode fazer de mim apenas um técnico velho, de
    idéias imbotadas, simplesmente arraigadas no tempo.
    Tento não esquecer isso e me reciclar o mais possivel.
    Cofesso que me dói saber que existam pessoas que
    por não entenderem como a eletricidade/eletrônica realmente
    funciona possam com muita facilidade desprezar e/ou qualificar
    pejorativamente as pessoas que realmente fazem as coisas
    acontecerem e continuarem acontecendo.
    Sou professor de técnicos, recebí e recebo para estágios
    técnicos e engenheiros da área de eletricidade/eletrônica e percebo
    como é dificil para grande parte deles entenderem os fundamentos
    da eletricidade. E digo que, como está, o artigo do estimado Carlos
    E. Morimoto,"Entendendo a eletricidade: tensão, corrente, watts e
    outros bichos", mais atrapalha que ajuda a estes. Sei que essa não é,
    nunca foi, a intenção do Sr. Morimoto, mas essa é a realidade.
    Todos nós somos livres para expressar o que pensamos sobre
    qualquer assunto e ainda bem que seja assim, com isso temos a
    oportunidade de divulgar o que pensamos e de nos redimirmos,
    mudarmos de idéia, caso sejamos convencidos por algum argumento
    forte o bastante pra nos fazer mudar, usando nossa inteligência
    e arbitrio.
    Acho que no referido texto o Sr. Morimoto comete alguns
    equívocos muito sérios. A sua analogia com a hidráulica não se
    sustenta se continuar sendo aplicada em outras situações, sem
    sofrer "adaptações".
    No meu modo de ver, desprezar os "chatos" e/ou "pedantes"
    é desconhecer que são eles que mantêm a coisa progredindo, do ENIAC
    pros "netbooks" e "smartphones".
    Será que Einstein, Rhuterford, Lee de Forest, Newton, William Shockley
    e tantos outros da mesma linha eram chatos pedantes? Te respondo com
    toda a certeza que sim. O mundo precisa de detalhistas em TODAS as áreas.
    Quem seria mais responsável pela Apple existir, Steve Jobs ou
    Steve Wozniak?
    Certamente Steve Jobs a fez grande, com sua visão empresarial,
    mas pra ela nascer, precisou do gênio inventivo, tirador de leite
    de pedras de Wozniak, um chato e pedante, prestador de atenção aos
    detalhes, qualidades que, a meu ver o Steve Jobs não as tinha e não as tem.
    Isso não faz de Jobs um criminoso, tem suas qualidades e que se revelaram
    fundamentais para a Apple sobreviver e crescer no mercado capitalista.
    O Sr. Morimoto comete um outro equívoco em uma outra área, mas que
    é bastante comum se ver no jornalismo em geral. Ao se traduzir uma palavra
    de um idioma a outro é primordial se traduzir a idéia, o conceito e não o que
    é mais parecido. Só pra dar pequenos exemplos "parents" seriam "parentes" e não
    "pais" e "relatives" seria "relativos" e não "parentes".
    Os nomes das unidades de medida em eletro-eletrônica são, em sua maoria,
    homenagens, nomes de descobridores, pesquisadores etc. Em sendo homenagem
    o Brasil normatizou o tema (em 1963, salvo engano), não recomendando a corrupção
    dos nomes. (Ampère ==> amperagem, Volt ==> Voltagem). Por isso não se deve
    dizer/escrever amperagem, voltagem, wattagem etc, deve-se dizer corrente, tensão,
    potência etc. Ah! mas a imprensa em geral tá cheio disso etc. Certo, o Brasil
    não gosta muito de detalhes, é pedante ser detalhista. Continuaremos ser o 5º mundo
    enquanto isso não mudar. Precisamos de detalhistas, não que TODOS sejam
    mas alguns, pelo menos o bastante. Se forem muito poucos as coisas demoram
    demais a progredir de fato.

    Vou encerrar por aqui não porque não tenha mais nada a dizer, mas porque já
    me prolonguei demais. Peço desculpas sinceras se ofendi a alguém,
    não foi esta a minha intenção.

    Embora o português seja minha primeira lingua, sei que não o tenho perfeito,
    aceito sugetões para melhorá-lo. Claro que no inglês também o mesmo se aplica.

    Antonio Barbosa de Jesus
    R. do Cajueiro, 479 -- Cajueiro Seco
    Jabotão dos Guararapes -- PE
    CEP 54330-200

    abjesus@click21.com.br
    abjesus@hotmail.com

  73. Leandro em 14 jul, 2009

    Pra mim é exatamente isso que é ser pedante. O texto do Morimoto explicou muito bem os termos básicos e de uma forma muito simples. Aí vem os pedantes/chatos/etc. e ficam insistindo em um termozinho dentro do texto, que o proprio Morimoto disse que não era certo e ficam fazendo esse escarceu, discutindo e postando textos gigantes.
    Pra eles não basta que todo mundo saiba que amperagem é errado, precisam convencer todo mundo a falar "certo" e pararem de usar o termo e ficam insistindo até conseguirem.
    Se usassem esse tempo livre todo para explicar a eletricidade pros leigos não teria tanta gente com dúvida por aí. Faça-me o favor.

  74. Marlene em 14 jul, 2009

    Muito bom mesmo. há tempos esperava uma introdução como essa, para ter uma noção de
    eletricidade.Gostei muito.

  75. Amenta em 14 jul, 2009

    Carambas!!!!! discutir o que?
    Mais claro do que isso impossìvel!!!

  76. Bremm em 18 jul, 2009

    Amperagem, wattagem e voltagem (daqui há pouco vão inventar "ohmagem" também) são reflexos de um fraco embasamento técnico, assim como usar palavras como rebootar, scanear, customizar e outros assassinatos cometidos à norma culta (esse palavreado é de técnico de fundo de quintal, ou empírico).

    Caso não tenham notado, diversos termos de elétrica são derivados da tão conhecida mecânica, tais como tensão, corrente, potência e resistência. Acredito (assim como todo bom físico) que estes são os termos corretos e que dão uma precisa noção da função de cada grandeza.

    O Morimoto citando os conceitos usados de forma errada e apontando a forma correta, só teve a acrescentar. "Estrelinha" para ele, pois fez muito bem a lição de casa. :)

    Existe uma enorme diferença em ser pedante (querer passar-se por culto/sábio) e ser correto.

  77. eloisio em 19 jul, 2009

    qual a melhor maneira de se fazer aterramento em local de praia pois o solo é areia e saloba tendo facilidade em encontrar lençol de agua

  78. Mário em 21 jul, 2009

    Tenho formação técnica na área (eletrotécnica e eletrônica) e acredito que as informações trazidas pelo Sr. Marimoto contribuem, e muito, para a bagagem técnica dos leitores.
    Trabalho com TI a algum tempo e tenho visto casos que seriam solucionados com a apropriação de conhecimentos trazidos aqui.
    É um primeiro momento. Fica claro que a formação técnica é heterogênea, não só aqui como no mercado. Desta forma vamos ter embates no caso da precisão da informação, mas é natural para um primeiro momento, onde há um desnivelamento de conhecimentos aos assuntos discutidos, entretanto, é a partir de tais divergências que será suscitada a busca pela informação mais adequada.
    Fica difícil explicar alguns "fenômenos" sem a premissa aqui exposta. O conceito de fator de potência, por exemplo, quando a impressora a laser ao ser utilizada desliga o estabilizador/nobreak, .
    Parabéns pela abordagem. As informações estão a contento, tendo em vista o público alvo. Fica a sujestão de aprofundar, mais adiante, os conceitos de fator de potência, implicação com os estabilizadores e cargas reativas, fontes com PFC ativos, etc.

  79. Ëu em 21 jul, 2009

    Não discuto o sexo dos anjos, a lingua é viva e evolui, não existe termo "certo" porque isso é apenas uma convenção e convenções mudam as coisas toda hora, repararam que Plutão não é mais planeta!

    Watt: É uma medida de potência, que é calculada multiplicando a tensão pela corrente. Com 12 volts e 30 amperes temos 360 watts, por exemplo. Um chuveiro elétrico de 8000 watts é mais mais potente que um de 5000 watts, o que permite esquentar mais água.

    Discordo disso, 8000 watts não permite esquentar mais água, permite esquentar a mesma quantidade de água mais rápido.
    Eu posso esquentar 4 litros de água em 4 tempos com 4000 W, e esquentar apenas 1 litro de água com 8000 w em 1 tempo;

    Os Lumpa-lumpas vão dizer: deixe os 8000 w por 4t e vai esquentar mais àgua; bidús, mais aí eu tenho que recorrer a outra grandeza, o tempo, tempo de atuação da potência.
    Ao meu ver de leigo pedante, houve um equivoco no texto entre trabalho (joule) e potência (Watt).

  80. Ëu em 21 jul, 2009

    errata
    onde lê-se
    Eu posso esquentar "4" litros de água em 4 tempos com 4000 W, e esquentar apenas 1 litro de água com 8000 w em 1 tempo;

    Leia-se
    Eu posso esquentar "2" litros de água em 4 tempos com 4000 W, e esquentar apenas 1 litro de água com 8000 w em 1 tempo;

  81. sling em 21 jul, 2009

    "qual a melhor maneira de se fazer aterramento em local de praia pois o solo é areia e saloba tendo facilidade em encontrar lençol de agua"

    respondendo a o eloisio
    o solo umido e salgado é ainda melhor para se fazer aterramento porque a aqua salgada condus eletricidade já a aqua pura ou a terra seca não.

    Já o artgo cunpre ao que se propõe.

  82. marco_piracicaba em 23 jul, 2009

    "eloisio em 19 Jul, 2009: qual a melhor maneira de se fazer aterramento em local de praia pois o solo é areia e saloba tendo facilidade em encontrar lençol de agua"

    Caro eloisio. Veja um passo-a-passo bem prático:

    http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/14/artigo67889-1.asp

    Observe que o condutor de proteção (PE) é interligado ao condutor neutro (N) próximo ao medidor.

  83. /.wolf3rin3.blu35 em 24 jul, 2009

    O principio da discórdia(?):

    "Idéias verdes incolores dormem furiosamente"
    by Noam Chomsky

  84. Daniel em 24 jul, 2009

    Senhores, vamos dar a César o que é de César.

    O texto do Sr.Morimoto está excelente sob o ponto de vista de uma pessoa que tem a curiosidade de saber o que significas estas grandezas e termos técnicos que são tão comuns no cotidiano.Mas claro, aposto que o Sr. Morimoto e qualquer outra pessoa que tem o mínimo de bom-senso, sabe que este texto é para o público geral e não se destina aos engenheiros eletrônicos ou outros técnicos.

    Uma vez, em um livro de Cálculo infinitesimal, um autor renomado( agora me falha o nome) logo na introdução ele falava sobre o que o livro era e o que ele não era, portanto parabenizo o Sr. Morimoto pelo excelente trabalho esclarecedor.

    Só complementando.Ao meu ver, uma das áreas mais criteriosas e formais são as ciências físicas e matemáticas, no entanto muitos deles, inclusive eu, sabemos da aptidão e do trabalho de cada, tentando sempre ensinar de uma forma clara e esclarecedora às pessoas de boa vontade em descobrir o mundo que nos cerca.

  85. Daniel em 24 jul, 2009

    Sim, Teco. Uma coisa é ser chato e outra coisa é ser arrogante. Se quiser seguir o seu estilo, então vamos adiante.

    O seu português, mesmo eu sendo da área de ciências da natureza e ciências matemáticas, sei que está fora dos padrões formais da língua portuguesa, logo, o senhor trate de fazer jus à gramática e escreva melhor.

    É bom ficar com esta reflexão:

    Todos nós somos ignorantes, mas a humildade nos faz enveredas o verdadeiro caminho do conhecimento.

  86. Nayara em 24 jul, 2009

    Galera, eu comecei o curso de eletrônica esta semana, sou a única mulher na sala, e estou um pouco perdida com tantas informações, mas o artigo é excelente e agrega bastante conhecimentos. Claro que pode sim conter erros,mas invés da galera ficar discutindo concordância, erros gramaticais, etc e tal…
    Não seria bom, pesquisar outras páginas tbm???
    Assim se vc tem dúvidas se algum tópico aqui está correto ou não, se esclareça em outra página, não é mais fácil doque ficar criando uma situação chata atoa???
    Bom galera, é isto, adorei as explicações de forma objetiva, e vou tentar entender tudo e chegar ao final do curso.
    Abç

  87. Teco em 29 jul, 2009

    Cara Nayara.
    Não entendi bem se você iniciou um curso de eletrônica formal ou se refere como curso essa série de artigos.
    Se for o caso de você estar se iniciando verdadeiramente em eletro-eletrônica e tiver interesse em dialogar a respeito contate-me pelo email abjesus@hotmail.com e tentarei ajudá-la no que eu puder.
    Quanto ao "… se esclareça em outra página, não é mais fácil doque ficar criando uma situação chata atoa???", infelizmente existem muito mais páginas com erros grosseiros do que realmente acrescentem algo de técnicamente correto. Lembre-se, técnica não é questão de opinião, não tem nada de emocional, é precisão sempre. Precisa ser possivel a repetição de sua demonstração por outrem, em outro local.
    Bem vinda ao mundo da eletrônica.

  88. japichin em 30 jul, 2009

    citação:
    # Ëu em 21 Jul, 2009

    errata
    onde lê-se
    Eu posso esquentar "4" litros de água em 4 tempos com 4000 W, e esquentar apenas 1 litro de água com 8000 w em 1 tempo;

    Leia-se
    Eu posso esquentar "2" litros de água em 4 tempos com 4000 W, e esquentar apenas 1 litro de água com 8000 w em 1 tempo;
    fim da citação

    …você está de brincadeira! né?!!

    isso sim é tecnicismo sem compreensão, e com dados as avessas…comparação distorcida sem fundamento…
    ***

    citação

    Teco em 14 Jul, 2009

    Dificil saber o que escrever …

    No meu modo de ver, desprezar os "chatos" e/ou "pedantes"
    é desconhecer que são eles que mantêm a coisa progredindo, do ENIAC
    pros "netbooks" e "smartphones".
    Será que Einstein, Rhuterford, Lee de Forest, Newton, William Shockley
    e tantos outros da mesma linha eram chatos pedantes? Te respondo com
    toda a certeza que sim. O mundo precisa de detalhistas em TODAS as áreas.
    Quem seria mais responsável pela Apple existir, Steve Jobs ou
    Steve Wozniak?
    Certamente Steve Jobs a fez grande, com sua visão empresarial,
    mas pra ela nascer, precisou do gênio inventivo, tirador de leite
    de pedras de Wozniak, um chato e pedante, prestador de atenção aos
    detalhes, qualidades que, a meu ver o Steve Jobs não as tinha e não as tem.
    Isso não faz de Jobs um criminoso, tem suas qualidades e que se revelaram
    fundamentais para a Apple sobreviver e crescer no mercado capitalista…

    fim da citação

    …nada a ver com o assunto…apenas divagações…recomendo outra leitura de neurolinguistica do Dr. Lair Ribeiro…

  89. JOÃO BOSCO ELETRICISTA em 11 ago, 2009

    A expressão AMPERAGEM tem origem no termo técnico ingles: AMPEREGE.

    A expressão VOLTAGEM tem origem também em um termo técnico, no caso VOLTAGE

    Resumindo, trata-se simplesmente de duas expressões inglesas aportuguesadas.

  90. alguem em 11 ago, 2009

    não vejo pq dar a origem inglesa as palavras, sendo que a primeira vem por causa do fisico frances Andre Marie Ampere (tem acentos no meio, se quiser saber aonde google) e a segunda por causa do tmb fisico Alessandro Volta que era italiano

  91. teccert em 20 ago, 2009

    Eu pensei que a dificuldade em entender a questão de tensão/corrente fosse só de um simples mortal como eu, mas vejo aqui que a dificuldade é geral. No entanto o Morimoto como sempre procurou atender a uma necessidade da população sibernética, o que pode ser feito é uma conciliação entre todas as observações e uma reformulação do texto se for o caso. Para mim o Moromoto continua sendo um dos mais renomados na área da informática como um todo, pelo menos é um dos que mais dedica tempo aos leigos com seus tutoriais e artigos.

  92. mauricio em 12 out, 2009

    Olá Morimoto, excelente matéria. Sou professor de matemática e gosto muito de transformar eletrodomésticos antigos "sucata" em outros aparelhos…um passatempo. Por favor, como posso alimentar um aspirador de pó (1000W) com baterias de 12V? Já viu algo parecido? Obrigado e um grande abraço. Professor Mauricio!

  93. ROSI em 14 nov, 2009

    alguém me diz como se pronuncia WATT? É vat ou uot?

  94. serfe em 17 nov, 2009

    Caro Morimoto, você escreveu eu entendi e isso é o que interessa. Enfim o objetivo é entender comportamento a respeito de eletricidade. Detalhes de comunicação é em outras instâncias.
    Parabéns. Continue.

  95. csceletronica em 29 dez, 2009

    Parabéns meu caro Carlos Morimoto, pelos exaustivos esclarecimentos. Convoco para que todos, busquemos novidades para que possamos enriquecer mais ainda os nossos conhecimentos. Entendo que é impossivel agradar a todos.
    Feliz 2010 a todos.
    Celso.

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