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Nas nuvens: entendendo o Cloud Computing

Publicado em 28/01/2009 – 16:54
por Carlos Morimoto

Um termo de destaque nos dias de hoje é o "Cloud Computing", ou "computação em nuvem". Ele é usado em relação a todo tipo de serviços web, novas opções de planos de hospedagem e assim por diante. Muito se discute sobre se o cloud computing é ou não uma boa opção e se ele é mesmo o futuro, ou se é apenas uma moda passageira. Em meio a todo o barulho, muita gente olha para cima, e se pergunta o que tudo isso significa. Se você é um deles, vamos a uma explicação simples.

Existem várias versões para a origem do termo, mas a mais popular é que o termo surgiu em tom de brincadeira, para explicar onde os serviços estavam rodando. Em vez de rodarem em um servidor, trancado em uma sala da empresa, passaram a dizer que eles estavam rodando "nas nuvens".

A "nuvem" dentro da metáfora, nada mais é do que um conjunto de servidores, que rodam os mais diversos serviços e são conectados aos clientes através da Internet. Como os servidores estão escondidos em algum datacenter distante, e toda a manutenção, upgrades e modificações são feitas por equipes no local, sem qualquer intervenção dos clientes, o sistema todo se torna bastante impessoal, diferente de quando você cuida de um servidor real, por exemplo.

A idéia central por trás do Cloud Computing é fornecer serviços através da Internet, permitindo que você acesse arquivos, documentos, e-mail, rode aplicativos e assim por diante, a partir de qualquer PC conectado à web. Dois bons exemplos introdutórios seriam o Gmail e o Google Docs, dois serviços onde os dados são armazenados nos datacenters do Google e você simplesmente acessa as informações utilizando o navegador, seja através do próprio PC, ou de um smartphone ou qualquer outro dispositivo conectado:

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Não é preciso dizer que esta nova modalidades de serviços despertam muitos alertas com relação à segurança e à privacidade, uma vez que seus dados deixam de ficarem armazenados no seu PC e passam a fazer parte na nuvem, armazenados e replicados em diversos servidores.

Por outro lado, o sistema é muito mais simples e transparente de usar, uma vez que as informações podem ser acessadas de qualquer lugar e podem ser compartilhadas com outras pessoas rapidamente, o que é suficiente para garantir sua popularização. O usuário não precisa se preocupar em instalar o OpenOffice ou o MS Office, nem aprender como compartilhar arquivos ou fazer backups. As desvantagens, por outro lado, incluem a questão do desempenho (que fica condicionado à velocidade da conexão) e a limitação óbvia de que os aplicativos ficam indisponíveis se a conexão cai.

Com relação à hospedagem, em cada datacenter, temos algumas centenas ou milhares de servidores, configurados em um sistema de cluster, o que faz com que se comportem como se fosse um único supercomputador. As tarefas são distribuídas e os dados são armazenados de maneira descentralizada, com uma camada de redundância.

O sistema se comporta de maneira bastante transparente, permitindo que novos servidores sejam adicionados quando mais poder de processamento é necessário e que os dados não sejam perdidos em caso de defeitos em alguns dos servidores, assim como ao usar vários HDs em RAID 5 ou RAID 6.

O Cloud Computing também se aplica a serviços de hospedagem. Tradicionalmente, a hospedagem de sites se ramifica em dois tipos de planos: dedicated hosting (onde você tem um servidor dedicado e pode configurá-lo como quiser) e shared hosting, onde você tem apenas um virtual host dentro do servidor web, com espaço para hospedar o site.

Mais recentemente, tivemos a popularização dos VPS (Virtual Private Servers), que são máquinas virtuais, rodando dentro do Xen, Virtuozzo, VMware Server, ou outro software de virtualização. Como cada servidor pode hospedar um grande número de servidores virtuais, os preços dos planos acabam sendo muito mais baixos, mas, por outro lado, o compartilhamento de recursos faz com que o desempenho oscile de acordo com o nível de utilização do servidor.

Para melhorar a eficiência e reduzir os custos de manutenção, o uso de virtualização passou a ser combinado com o uso de grids computacionais, que nada mais são do que uma espécie de cluster com muitas máquinas.

Com isso, os servidores virtuais passaram a ser processados dentro do grid, migrando de um servidor a outro de acordo com os recursos disponíveis. Com isso, o problema da oscilação de desempenho foi reduzida, pois o grid pode absorver os picos de acesso de alguns servidores específicos de maneira mais eficiente do que um servidor isolado. Novos servidores podem ser adicionados de maneira transparente ao cluster, conforme mais processamento e memória RAM são necessários.

Não demorou para que as empresas de hospedagem passassem a chamar estes servidores virtuais clusterizados de "Cloud Servers", dando origem a uma nova safra de planos, onde os servidores "vão para as nuvens". A idéia básica é que você pode definir quanto poder de processamento, memória e espaço de armazenamento precisa na hora de assinar o plano, com a mensalidade variando de acordo. A empresa de hospedagem assume então um compromisso de entregar os recursos determinados, independentemente de oscilações no uso dos servidores:

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Como você pode notar, os planos não especificam quais são os recursos reais dos servidores utilizados, mas sim o volume de recursos que você poderá utilizar. Os "2 cores de 500MHz" significam apenas que você dispõe do equivalente a 1 GHz de processamento.

Estes planos resolvem alguns problemas comuns com relação à hospedagem. Como os dados são armazenados no grid, a própria empresa de hospedagem fica encarregada de fazer backup e implantar recursos de redundância, diferente do que você tem ao administrar um servidor dedicado, onde precisa se preocupar com tudo isso.

Cada servidor se comporta como uma máquina exclusiva, onde você pode escolher o sistema operacional que virá instalado e tem direito a um ou mais endereços IP. A grande diferença em relação a um servidor dedicado está mesmo no modo de funcionamento, já que, afinal, em vez de uma máquina exclusiva, você tem um servidor virtual flutuando na nuvem.

Para as empresas de hospedagem, os Cloud Servers são uma opção para aproveitar melhor os recursos disponíveis (e assim ganhar mais dinheiro), já que os servidores podem ser melhor utilizados do que em planos de dedicated hosting regular, onde a maior parte dos servidores dedicados ficam ociosos na maior parte do tempo. A idéia tem também seus benefícios do ponto de vista ecológico, já que os datacenters consomem muita energia e menos servidores significa menos desperdício.

O Cloud Computing também está causando mudanças na área de desenvolvimento. Em vez de venderem softwares em caixinhas (como nos anos 90), ou oferecerem versões shareware para download, as empresas de desenvolvimento estão cada vez mais centralizando os esforços no desenvolvimento de aplicativos web, que rodam "nas nuvens" e são oferecidos aos usuários na forma de algum serviço, mantido através de anúncios ou através de algum tipo de assinatura.

Graças à disponibilidade de frameworks como o Ruby on Rails, o Ajax e o Django, desenvolver aplicativos web não é muito diferente de desenvolver aplicativos tradicionais. Existem algumas dificuldades adicionais, como hospedar o software e manter a segurança dos dados, mas estes problemas acabam muitas vezes recaindo sobre a empresa de hospedagem.

A idéia básica por trás da idéia é oferecer um serviço e não um software ou um servidor. As informações simplesmente ficam "na nuvem" e os usuários assinam os serviços que querem utilizar. Se a idéia e boa ou ruim, depende muito da situação e da responsabilidade da empresa que presta o serviço, mas não restam dúvidas que a nuvem vai continuar se expandindo.

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  1. 30 respostas para “Nas nuvens: entendendo o Cloud Computing”

  2. Fabiano em 28 jan, 2009

    Excelente post. Sobre um trecho dele, tenho algo a dizer:

    "As desvantagens, por outro lado, incluem a questão do desempenho (que fica condicionado à velocidade da conexão) e a limitação óbvia de que os aplicativos ficam indisponíveis se a conexão cai."

    Essa desvantagem da conexão será minimizada (eu não disse extinta) com o novo anúncio do Google. O Google anunciou essa semana que estará disponibilizando para os usuários do EUA e Reino Unido um opção de juntar o Google Gears com o Gmail. Dessa forma, será possível usar o Gmail offline. Aqui está o link da notícia com um pequeno vídeo de lançamento:

    http://gmailblog.blogspot.com/2009/01/new-in-labs-offline-gmail.html

    No futuro, os serviços do google poderão ser usados dessa forma, de modo que o usuário terá um misto de programa instalado com baseado em web.

  3. Ro3b em 29 jan, 2009

    Uma coisa para se pensar:
    - as máquinas de cada pessoa que acessarem estes serviços "nas nuvens" serão utilizadas para somar o "poder de processamento" resolvendo a quantidade necessária de servidores e o pico de utilização.

  4. lest em 29 jan, 2009

    duplico, excelente post. indeed.

    é uma inovaçao imaginar que nao será mais necessario baixar 'aquele' officezinho fulero mais. sem contar com o dinamismo de um serviço disponibilizado à nivel global (tendo um numero incontavel *e crescente* de usuarios, oque torna o serviço melhor pois passa à ser incomparavel à um 'office inhouse' por assim dizer.), pela portabilidade (acessar\editar\imprimir seus documentos em qualquer lugar) é algo ao qual nao podemos virar o rosto.

    bem, concluo adicionando que essa é sim uma inovaçao e nao nenhuma moda. como ví o desenvolvimento (e nascimento) dessa tecnologia percebo hoje que eles acertaram. eu mesmo uso. ^^

    só espero que em breve o serviço fique disponivel offline, oque poderá ser descrito como um ponto de evoluçao. XD

  5. Vander F. Fernandes em 29 jan, 2009

    Pelo que eu entendi, me corrijam se eu estiver errado, segundo o que o Ro3b comentou, os nossos computadores a hora que estiverem conectados vão trabalhar de graça para as grandes empresas?
    Isso é totalmente ante-ético, pois todos pagamos para adquirir um equipamento e uma conexão de qualidade, apesar de não termos uma, e agora os nossos computadores vão ter que trabalhar de graça para as empresas?
    Seria a mesma coisa que colocarmos as pessoas para trabalharem por nos sem darmos nada para elas, nem mesmo equipamentos para trabalharem. Imagem contratar pessoas para trabalharem na construção de um prédio e elas terem que comprar todos os materiais para a construção do mesmo?
    Isso chega a ser ridículo.
    Se eu estiver fazendo um comentário equivocado, por favor me corrijam!

  6. Vander F. Fernandes em 29 jan, 2009

    Agora com relação ao comentário do Lest.
    Se a computação em nuvem pelo que dizem é tão boa, porque disponibilizar o serviço offline como ele tanto deseja?

  7. Carlos Morimoto em 29 jan, 2009

    Calma Vander, calma :)
    Esta idéia do Ro3b, de usar o processamento dos clientes é usada por projetos como o Seti@Home e pode ser usado em outros tipos de aplicações científicas, onde é necessário executar um grande volume de processamento, envolvendo um volume pequeno de dados.
    Entretanto, essa idéia de processamento distribuído não funciona no caso dos webapps e na maioria das outras aplicações relacionadas a cloud computing devido à questão da latência e da banda, por isso é improvável que veja a ser usada, pelo menos não em larga escala.

  8. Francisco Wesley em 29 jan, 2009

    E a tendência é que serviços como o Google Docs, entre outros cresçam com o passar do tempo, já que oferecem a vantagem de podermos acessar em qualquer lugar do mundo.
    Quando essa idéia começar a se espalhar de maneira mais abrangente, a maioria das pessoas irão aderir para esta nova idéia, já que nos muitos casos, falta apenas o conhecimento que existem tais possibilidades ;-)

  9. Andre em 29 jan, 2009

    Seria uma valvula de escape, para as grandes empresas contra o opensource ???? pois agora você não e proprietario do software e somente um usuario não podendo alterar, personalizar , turbinar …. sim apenas um simples usuario

  10. Heider Lincoln em 29 jan, 2009

    Nossa, Parabéns! great post!

    Apesar das desvantagens, se pensarmos bem, é uma economia ferrada para empresa.
    Dependendo da estrutura da empresa (a nivel de internet) seria interessante usar Cloud Computing.

  11. Slayer em 29 jan, 2009

    Não é apenas uma bobagem a computação em nuvem, vai elém disso. Não tem palavras para descrever tamanha estupidez…

  12. Alexandre Santos em 29 jan, 2009

    Para mim, isso é só uma opinião e só sobreviverão aqueles que realmente são uma grande influência como o Google Docs.

    O que não falta são aplicativos, funcionalidades e recursos para os computadores de Hoje.

    Quer seu documento em qualquer lugar do mundo? Coloque em um pen-driver e pronto.

    E de forma alguma eu colocaria os meus Documentos na Web, já basta que o Google sabe:

    Os seus e-mails (GMail);
    Os seus amigos, gostos e costumes (Orkut);
    O que você faz e deixa de fazer (Google Calendar);
    O que você pesquisa e deixa de pesquisar (Google Search);

    e agora vai saber os meus documentos? (Google Docs)

    Isso é um prato cheio para a ABIN, FBI, MI5 e etc.

  13. Carlos Morimoto em 29 jan, 2009

    Respondendo ao André, o uso da "nuvem" abre mesmo muitas questões relacionadas à disponibilidade do código fonte (uma vez que os aplicativos são "sites", rodando sobre um servidor web), com relação à privacidade e até mesmo à segurança, já que eventuais bugs nos softwares podem expor os dados ao mundo.
    Devido a isso, muita gente se posiciona fortemente contra a idéia, como é o caso do Slayer aí em cima.

  14. Francisco Wesley em 29 jan, 2009

    Isso também não quer dizer que, com aplicativos via web como o Google Docs, sejamos obrigado a colocar todos os nossos documentos lá. É importante ressaltar que os aplicativos locais, como o Word, Excel continuarão sendo usados por muito tempo. Eu pessoalmente, em muitos que aqui postam, com certeza não confiarão colocar todos os seus documentos na web ;-) Eu ainda sou mais o Word ou o Writer.

  15. Paulo em 29 jan, 2009

    É como o Francisco disse, depende de quais arquivos você coloca lá, eu uso o google docs com arquivos que se alguém obter acesso não vai me causar prejuízo algum. E outra, para alguém ficar fuçando milhares de arquivos que ficam "nas nuvens" ou a pessoa não tem o que fazer ou você está devendo algo.

  16. nilsantana em 30 jan, 2009

    Modestamente , ser contra a computação em nuvem , é como ser contra evolução tecnológica, digo isso por um motivo que considero simples, a praticidade não substitui a prudência, o fato de termos a internet como deposito, e caminho, de nossas informações , não significa, em absoluto, que devemos colocar todos os nossos dados nela, as informações realmente sensíveis devem ser tratadas como tal. De resto a computação em nuvem não vai extinguir os outros meios de comunicação , assim como o o rádio não acabou com o jornal , nem a tv acabou com o rádio, ainda teremos por muitos anos a convivência do e-mail com o correio, e das netapps com as aplicações locais, isso , do meu, como já disse, modesto ponto de vista , faz parte apenas de um processo, quando as coisas mudarem de fato , será de forma tão natural , que quem estiver vivo à época pensará “- Por que não foi sempre assim ?”, da mesma forma que pegamos leite na geladeira e nem sonhamos em ordenhar uma vaca( mais ainda há quem faça isso…).

  17. nilsantana em 30 jan, 2009

    Só esquecí de uma coisa , com a qualidade da conexão que temos, de um modo geral, a computação nas nuvens para a gente por enquanto continuará nas nuvens.
    Se me permitem citar um exemplo, minha cidade é dita por uma das operadoras de telefonia como área coberta pelo sistema 3g, mas no meu bairro só recebo sinal EDGE ;)

  18. Kevin-Moc em 30 jan, 2009

    @Vander:
    "Agora com relação ao comentário do Lest.
    Se a computação em nuvem pelo que dizem é tão boa, porque disponibilizar o serviço offline como ele tanto deseja?"

    A resposta é simples e está no proprio texto:

    "As desvantagens, por outro lado, incluem a questão do desempenho (que fica condicionado à velocidade da conexão) e a limitação óbvia de que os aplicativos ficam indisponíveis se a conexão cai."

    Ao possibilitar a computação em nuvem funcionar "também" em modo"off line" ela continua com as mesmas vantagens so que sem as desvantagens.

  19. Anderson em 30 jan, 2009

    Acredito que tudo isto ainda está em expansão e a tendência é que tudo se aprimore. O Cloud Computing já é uma realidade e diria que as empresas estão adorando. Reduzem custos e aumentam o desempenho. Agora quanto aos serviços utilizados na nuvem, a infraestrutura da Internet irá progredir, assim como o desempenho das máquinas. Não acredito que estes serviços, tais como o Google Docs, possam extinguir as aplicações locais. Servirão apenas como um quebra-galho quando vc não está com o arquivo em seu notebook, smartphone ou pendrive…
    Não podemos ser radicais e deixar de pensar no futuro. Talvez um serviço inútil ou inseguro pra mim, pode ser super produtivo pra vc.

  20. Wladimir em 31 jan, 2009

    Eu acredito que com a popularização da banda larga, o crescimento da "computação na nuvem" é inevitável. As vantagens de poder acessar seus arquivos de qualquer lugar, sem necessitar instalar nada, e mais ainda, sem precisar ficar se preocupando em deixar algum arquivo seu no pc de alguém ou em algum pc de uso público, são motivos mais que suficientes para justificar sua adoção. Fora o fato de rodar independente de sistema operacional instalado no pc cliente.
    Um projeto muito interessante, na minha opinião o mais avançado nessa área, é o eyeOS -- http://www.eyeOS.org -- um "sistema" que reúne diversos aplicativos em um único ambiente, tipo um "desktop virtual".
    Vale a pena conferir! Fica aí a dica.

  21. Artur em 9 fev, 2009

    Posso parecer antiquado, mas eu penso sim como o Stallman: http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/artigo/o-stallman-est-certo-programa-tem-que-rodar-na-m-quina

  22. Julio Cezar em 12 fev, 2009

    Esse post fez com que eu entendesse definitivamente o conceito de Cloud Computing. excelente post.

  23. Rogério Soares em 27 abr, 2009

    Tentei baixar o episodio 4 e o 6 dos bookcasts (http://www.gdhpress.com.br/bookcast/BookCast-04-Servidores.mp3.zip) em uma rede com restrições e por causa do "mp3" no nome não consegui. Caro C. M. poderia mudar o nome do arquivo para que eu e provavelmente outras pessoas possam baixa-lo sem problemas nessas "redes" com restrições?

  24. rib em 27 out, 2009

    Olá Carlos, tenho uma dúvida.

    No caso, quando contratamos um servidor dedicado, muitas vezes caímos na questão do servidor não dar mais conta e termos que alugar outro, para colocar, por exemplo, o banco de dados em um servidor e no outro, os arquivos do site.

    Teoricamente, no Cloud Computing ainda teria esse problema ou, alugando o serviço "nas nuvens" eu esteria isento deste problema?

    Obrigado.

  25. Fernaux em 6 nov, 2009

    Caro Artur vc está meio antiquado sim. Pois cloud computing é um método de produção. Richard Stallman alega que o cloud deixa sua aplicação amarrada às empresas de cloud. Mas deve-se levar em consideração que é possível vc mesmo montar uma estrutura de cloud em sua empresa e garantir a segurança dos dados e otimizar o uso dos servidores para não manter um monte de dedicados ociosos. Mas respeito sua opinião.

    Abraços a todos.

  26. Charles em 30 nov, 2009

    Quem de voces ai dormiria tranquilo depois de salvar documentos importantes e secretos da sua empresa nesse cloud?

  27. Otto Pohlmann em 1 fev, 2010

    As aplicações que vão migrar para a nuvem são as mesmas que já são acessadas via internet a partir de servidores proprietários ou hospedados, não piorando o que já existe hoje, a unica coisa que muda é que fica hospedado na nuvem.

    Agora o que era dificil e dava trabalho era mover as aplciações entre servidores ou para a cloud sem ter que instalar tudo do zero.

    Mas com o surgimento da tecnologia da APPZERO (www.appzero.com.br\) isto passo a ser uma operação simples. O APPZERO empacota toda a aplicação com todas as suas dependencias, sem sistema operacional (conceito Zero OS), num único arquivo chamadao VAA (Virtual Application Appliance) que pode ser movido com muita facilidade entre servidores ou para a nuvem, sem nenhum trabalho de instalação.

  28. Marcelo em 7 mar, 2010

    Recentemente minha empresa decidiu embarcar nessa onda de cloud computing, e contratou os serviços da SimpleWeb, e não podíamos estar mais satisfeitos. Reduzimos em cerca de 50% nossos custos em datacenter e servidores, e ganhamos em performance e escalabilidade. É possível inclusive aumentar os recursos dos servidores em períodos críticos de pico de uso, como por exemplo quando rodamos a folha de pagamento em nosso ERP.

  29. Natananel em 24 mar, 2010

    Vou da meu depoimento real, sou desenvolvedor e uso esse sistema de nuvens, oferecido pela empresa de hospedagem, para criar sistemas que ofereço aos meus clientes de deiversas areas.

    Um dos serviços que estou oferecendo é o site para imobiliárias (www.w21studio.com/site-para-imobiliaria) e esta com desempenho muito bom. Para todos os assinantes

    Esse sistema de nuvens como é chamado não esta apenas fazendo as empresas ganharem mais dinheiro, no meu ponto de vista, esta democratizando a tecnologia uma vez que pessoas ou empresas com pequeno capital podem oferecer serviços e produtos de qualidade

  30. Pgtf em 3 jul, 2010

    O termo "computação em nuvem" surgiu pelo menos nos anos 80´s quando projetos (de pesquisa e comerciais) de computação pregavam a conexão de terminais ("burros") a uma rede intermediária e desta a computadores centrais. No desenho dessa rede, em vez de haver a conexão direta dos terminais aos "mainframes", havia o desenho da conexão de terminais a uma rede dispersa, e desta a mainframes. Essa rede era desenhada em forma de nuvem. Isso pode ser visto em vários artigos, por exemplo, nos congressos da Sucesu de 1984 a 1989.

  31. Etica em 26 jul, 2010

    Po cara na real , eu não colocaria esse "nas nuvens' não, por que como vc ira ter certeza que seus arquivos estao seguros ,como vc sabera que ninguem invadiu, e outra se vc quiser mecher no pc naão dara por que ele estara "nas nuvens" por isso não confio nessa inovação.


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