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O básico sobre overclock

Publicado em 23/06/2009 – 19:05
por Carlos Morimoto

Se você chegou até aqui, já deve ter percebido que a frequência de operação dos processadores (e também das memórias e outros circuitos) não é fixa, mas sim definida pela combinação da frequência do barramento (ou da frequência base, no caso do i7) e de um multiplicador.

Assim como um atleta, que pode correr mais rápido ou mais devagar, o clock do processador pode ser também ajustado para mais ou para menos, de acordo com a necessidade. Você pode obter mais desempenho aumentando a frequência até o máximo suportado por ele (overclock), indo muitas vezes 40 ou até 60% além da frequência padrão, ou, caso desejado, reduzir a frequência (underclock), fazendo com que o processador aqueça menos e consuma menos energia.

A motivação óbvia é extrair mais desempenho do processador sem precisar pagar mais por isso, o que é sempre uma boa notícia em épocas de crise. Normalmente, mesmo os piores processadores para overclock podem oferecer um ganho adicional de 8 ou 10% e alguns processadores específicos podem oferecer 50% ou mais.

O Pentium E5200, por exemplo, utiliza FSB de 200 MHz (com 4 transferências por ciclo, o que resulta nos 800 MHz anunciados) e multiplicador de 12.5x. Assim como em quase todos os processadores atuais, o multiplicador é travado, por isso qualquer alteração na frequência precisa ser feita ajustando a frequência do FSB através do setup. Aumentando a frequência para 266 MHz o processador passa a trabalhar a 3325 MHz e, ao aumentá-la para 300 MHz você obtém 3.75 GHz, frequências nas quais o humilde Pentium E pode superar a maioria dos Core 2 Quad em jogos e outros aplicativos não otimizados para o uso de 4 núcleos.

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Naturalmente, a operação estável depende também do cooler, da frequência das memórias, e de outros fatores, mas a idéia básica é essa.

A explicação para margens tão grandes de overclock é a forma como os processadores são produzidos e vendidos. Para cortar custos e simplificar a produção, os fabricantes utilizam a mesma linha de produção para produzir todos os processadores de uma determinada família. Temos então uma única linha para todos os processadores baseados no núcleo Penryn, por exemplo, da qual saem todos os Core 2 Duo, Core 2 Quad (obtidos através da combinação de dois processadores dual-core) e Pentium E de 0.045 micron.

Mesmo dois processadores produzidos sobre o mesmo wafer nunca são exatamente iguais, já que pequenas diferenças de foco durante o processo de litografia e pequenas variações na superfície do wafer fazem com que alguns processadores sejam mais perfeitos que outros, o que se traduz em diferenças nas frequências de clock suportadas e até mesmo no consumo elétrico de cada unidade.

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Depois que o wafer é cortado, os processadores são testados individualmente e as melhores unidades são destinados às famílias com clock maior, enquanto as demais vão para as linhas de baixo custo. Em um terceiro nível temos os processadores com defeitos em partes do cache L2 ou em alguns dos núcleos, que têm parte do die desativado e são vendidos como Pentiums E ou Celerons.

O processo de separação e classificação dos processadores é chamado de "binning", e o de aproveitamento dos núcleos com pequenos defeitos é chamado de "die-harvesting", dois termos que você ouvirá muito ao ler material técnico.

Este processo tem o objetivo de extrair o máximo de processadores funcionais de cada wafer e, ao mesmo tempo, possibilitar a segmentação do mercado, com processadores de alto, médio e baixo custo saindo das mesmas fábricas e executivos felizes com os lucros:

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O que abre margem para overclocks generosos em alguns modelos é o fato de que os clocks dos processadores vendidos não são determinados pela real capacidade dos processadores, mas sim por estudos de mercado, que calculam os preços de acordo com a demanda e as ofertas dos concorrentes. A isso, se soma o simples fato de que sempre existe mais demanda pelos processadores mais baratos (que são vendidos a partir de US$ 50 no exterior) do que pelos modelos high-end (que podem custar até US$ 999).

Com isso, os fabricantes acabam sendo obrigados a vender processadores perfeitamente saudáveis (capazes de trabalhar a frequências muito mais altas) como modelos de baixo custo. Com isso, acaba sendo muito mais vantajoso comprar o processador mais barato dentro da linha (ou o segundo mais barato, quando a diferença for pequena) e simplesmente cobrir a diferença com um bom overclock, investindo a economia em outros componentes do micro. Quanto menos dinheiro você tem para gastar, mais vantajoso um bom overclock pode ser.

De uma forma geral, os processadores mais vantajosos são os modelos dual-core que utilizam uma frequência de FSB mais baixa, como no caso dos Pentium E, que trabalham com bus de 800 MHz (contra os 1066 dos Core 2 Duo). O motivo é simples: com exceção dos processadores das séries Extreme e Black Edition, todos os modelos vendidos possuem o multiplicador travado, de forma que aumentar a frequência do FSB é a única forma de fazer overclock. Com um FSB baixo, você tem uma margem muito maior para fazer overclock, sem precisar de uma super placa-mãe.

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Uma certa dose de sorte é também um fator importante, já que comprar um processador com uma margem maior ou menor de overclock é uma espécie de loteria. A dica básica é sempre procurar pelas séries de fabricação mais recente, já que o processo de fabricação é sempre aperfeiçoado ao longo do tempo, fazendo com que os processadores produzidos suportem overclocks cada vez maiores, até que uma nova técnica de produção seja introduzida, recomeçando o ciclo. Quase sempre, as melhores séries para overclock estão justamente entre as últimas produzidas, quando o modelo já está para ser descontinuado.

Outro componente fundamental é a placa-mãe, que precisa oferecer um bom conjunto de ajustes de frequências e tensões, além de ser capaz de se manter estável a frequências bem mais altas que as default.

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De uma forma geral, qualquer placa midrange da Gigabyte, Asus ou mesmo da ECS vai oferecer um conjunto suficiente de opções, mas é importante evitar as placas da Intel, que apesar da boa qualidade praticamente não oferecem ajustes.

A placa-mãe é sempre o melhor lugar para investir parte do dinheiro economizado no processador. Se puder pagar um pouco mais por uma placa com capacitores sólidos, baseada em um chipset para estações de trabalho (como a Gigabyte EP45-UD3L e a Asus P5Q, que são baseadas no P45), você dificilmente vai se arrepender.

Existem também placas destinadas a entusiastas, como a como a Asus Rampage II Extreme (baseada no chipset X58), que são bem mais caras e oferecem diferenciais como circuitos reguladores tensão superdimensionados, com conjuntos mais completos de opções no setup, exaustores de cobre e heat-pipes para a refrigeração do chipset e dos MOSFETs.

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Elas sem dúvidas oferecem margens de overclock maiores que as placas mainstream dos mesmos fabricantes, mas a diferença de custo não compensa. Elas são mais voltadas para quem tem dinheiro para gastar e quer simplesmente obter as maiores frequências possíveis e não para quem está preocupado com o custo-benefício.

Finalmente, temos a questão do cooler e da refrigeração geral do PC. Os coolers que acompanham os processadores in-a-box são dimensionados para atenderem o processador na frequência default, mas oferecem margens pequenas ao fazer overclock. Em muitos casos, é possível ir relativamente longe usando o cooler stock (desde que você use um gabinete bem ventilado), mas a temperatura se tornará um limitante muito antes do processador atingir seu máximo.

Para atingir os melhores resultados, o melhor é comprar um processador retail (os modelos sem o cooler, que são um pouco mais baratos) e reservar 150 ou 200 reais para comprar um cooler de maior calibre. A regra básica é que você precisa de um cooler capaz de atender com folga a um modelo high-end com uma frequência similar à que você pretende atingir com o overclock.

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A questão da dissipação térmica é um dos principais motivos de os processadores dual-core permitirem quase sempre overclock muito mais generosos que os quad-cores. Com apenas dois núcleos, a dissipação térmica do processador em full-load é quase a metade da de um processador quad-core da mesma arquitetura operando à mesma frequência.

Muito se fala sobre os riscos de fazer overclock, principalmente nos casos mais extremos. É bem verdade que casos de processadores e até mesmo placas-mãe danificadas são relativamente comuns, mas quase sempre eles são causados por aumentos excessivos nas tensões ou outros abusos e não devido ao aumento no clock propriamente dito.

De uma forma geral, podemos dizer que simplesmente aumentar a frequência de operação, sem mexer nas tensões oferece um risco muito pequeno, já que o processador simplesmente vai travar por um erro qualquer de processamento ao ultrapassar a frequência máxima suportada. Nesse caso, basta limpar o CMOS (caso necessário) e começar novamente.

O nível seguinte de risco consiste em aumentar levemente as tensões (algo entre 4 e 6%), o que continua dentro da margem de tolerância dos circuitos e permite estabilizar o processador em frequências um pouco mais altas. O maior risco nesse caso passa a ser o aquecimento, já que ao aumentar simultaneamente o clock e a tensão, a dissipação térmica do processador passa a crescer de forma geométrica. Em situações normais, o superaquecimento não é um grande risco (o processador simplesmente vai travar ou reduzir o clock ao atingir uma certa temperatura, evitando danos permanentes), mas o uso prolongado pode ser perigoso.

O terceiro nível é aumentar muito a tensão do processador ou das memórias (muitos chegam a aumentar em 15% ou mais) o que é realmente perigoso e pode causar danos rapidamente. Mesmo que o processador funcione estavelmente com uma tensão 15 ou 20% superior à padrão, pode ter certeza que a vida útil será bem menor.

Chegamos então à distinção entre duas categorias de overclockers. A primeira é a dos usuários normais, que simplesmente querem um pouco mais de desempenho, sem precisar pagar mais por isso. Se você é um deles, vai querer evitar overclocks extremos e grandes aumentos nas tensões, já que a idéia é que o micro continue funcionando de forma estável por vários anos.

A segunda categoria é a dos entusiastas, que simplesmente querem atingir o melhor desempenho possível, mesmo que seja por um curto espaço de tempo. Fazer parte desse grupo significa investir um bom tempo em testar várias combinações de configurações e rodar benchmarks, além de gastar um bom dinheiro em coolers e outros acessórios e, esporadicamente, também em um processador ou uma placa-mãe nova.

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  1. 15 respostas para “O básico sobre overclock”

  2. FelipeBran em 23 jun, 2009

    Mais uma vez excelente artigo!
    Só achei um excesso pagar R$150 ou R$200 por um cooler quando a idéia é economizar.
    E achei muito interessante a parte que fala como o processador é fabricado, que um sempre fica com alguma diferença do outro, ou seja um processador é único no mundo:)

  3. Eye em 24 jun, 2009

    Cooler generico = frequencia padrao?
    Overclock = cooler melhor?

    0.o`

  4. eug em 24 jun, 2009

    Concordo com o que o Felipe falou.
    Não adianta nada economizar meia dúzia
    de reais no processador e gastar muito
    mais em memórias melhores, fonte melhor
    e cooler muito mais caro que o genérico…

    Se é pra gastar essa grana toda para fazer
    remendo, melhor comprar logo o processador
    mais rápido.

    E, fazer overclock leve, sem ter que gastar
    no entorno, não vai fazer diferença sensível
    no desempenho…

    Loooogoooo…!
    :-)

  5. eug em 24 jun, 2009

    Agora trocar o(s) cooler(s)
    por outro(s) mais silencioso(s)
    já acho uma boa pedida…

    Tem computadores que simplesmente
    são insuportáveis de ouvir quando
    estão ligados…

    Vi uma vez uma maq. que tinha um enooorme
    dissipador sobre o processador e um fan
    de 80 ou 120mm (não lembro direito) na
    frente do gabinete, que rodava silencioso…

    Silêncio é indispensável se vc vai rodar o micro
    na madrugada…

    Acho muito mais racional investir em maq. silenciosa do que em força-bruta… Só serve
    para a neurose do "o meu é maior que o seu"…

  6. FelipeBran em 24 jun, 2009

    @ eug
    Concordo com você, é muito chato máquina barulheta, meu note positovo V52, parece um secador de cabelo de tanto barulho:)
    Barulho não só de noite atrapalha, mas toda hora, principalmente depois de horas de uso, você sai que cabeça sunindo.

    Na minha opinhão cooler é importante, mas aí entra o discernimento, se é para um sistema de baixo custo, mas overclockado, vale a pena comprar um cooler separado, claro cooler silencioso e de preferencia com um bom custo-beneficio, sem ser muito caro, a não ser que a intenção seja ter tudo top, overclock agressivo aí sim vem um bom cooler.

    Fugindo um pouco do assunto, na opinião de você vale a pena comprar uma super máquina, fazer overclock e tudo que tem direito, se isso tudo muitos de nós nem sequer vai usar. No caso seria mais uma questão de estatus? Não vale mais apena pagar um pouco menos e comprar uma máquina mais "comum" como um core 2 Due mais simples ou um Pentium E, ao invés de um "extreme core 8"?

  7. Gustavo em 24 jun, 2009

    > Não vale mais apena pagar um pouco menos e comprar uma máquina mais "comum" como um core 2 Due mais simples ou um Pentium E, ao invés de um "extreme core 8"?

    Não se esqueça dos processadores da AMD também. Há quase 2 anos atrás, quando verifiquei os preços, os processadores dual-core da AMD com o mesmo clock saía bem mais barato, e acredito que a situação não mudou. E a diferença de desempenho, se existe, é imperceptível.

  8. Ricardo em 24 jun, 2009

    Eu tinha um Pentium D 2.8Ghz e troquei por um Core 2 Duo 2.2Ghz, originalmente um pocessador mais fraco. O Pentiun D é um processador que esquenta bastante dferente dos core 2 duo que trabalham com temperaturas mais baixas, verifiquei a possibiliade de Overclock, um dos quesitos que levei em conta foi a temperatura, como o antigo Pentium D iria ficar parado utilizei seu cooler original que tem a basede cobre, diferente do orignal do Core 2 Duo que é de alumínio.

    Após ter feito a troca dos coolers, comecei os testes, e após alguns deles cheguei a uma velocidade estável e satisfatória a meu uso, de 2.2Ghz fui para 3Ghz.

    Como a arquitetura dos Pentium D ou Dual-Core é diferente dos Core 2 Duo, a 3Ghz a performance foi muito superior do que os 2.8 do Pentium D.

  9. LeBaldi em 24 jun, 2009

    Muito bom o artigo porém seria interessante deixar uma ressalva que muitos confundem e nao foi bem explicado neste termo.

    Subir frequencia não é simplesmente por mais FSB e pronto… tem que se preocupar com a voltagem… realmente a grande maioria dos processadores consegue subir pelo menos 400 mhz com a mesma voltagem… porem uma coisa precisa ficar clara… voltagem original ( Stock ) NÃO É VOLTAGEM SETADA EM AUTO!!! Muitos tem problema com isso… tem superaquecimentos e diminuição de vida util por este pequeno deslize…

    Ao subir a frequencia tenha certeza de que sete MANUALMENTE a frequencia padrao… pois caso deixar em AUTO a placa mãe sobe proporcionalmente a voltagem… em testes praticos aqui… eu possui um Q6600 2.4 @ 3.6 ghz com pouco encremento de voltagem… para 3.2 ghz preciso do stock ( 1.26v )… POREM eu ja testei deixar em AUTO na bios e ao ligar o micro ele me marca estupidos 1.46v!!!! Ou seja… desnecessario e MUITO perigoso!

    Somente o pesoal precis ase atentar a isso…

    E Overclock não se limita a apenas subir frequencia, mas sim ter um ajuste fino dos componentes, tirando o maximo q eles podem oferecer sem mudar parametros de voltagem e temperatura =D

  10. leodogremio em 25 jun, 2009

    muito interessante o artigo, porém mais interessante ainda são os comentários acima.
    Concordo com o amigo felipebraun quanto à questão de valer a pena ou não o overcloock. Eu acho que fazer overclock só para se orgulhar de ter uma máquina mais forte que as default não vale a pena, pois a vida útil do processador pode ser comprometida e você não irá utilizar isso, é o mesmo que ter um pc com HD de 1 TB e usar só para entrar no MSN. Agora, se tiver um processador não muito favorecido e que trava facilmente é explicável o overcloock pois nem todos tem condições de comprar um processador novo.

  11. Alemao em 26 jun, 2009

    Olha, eu tava vendo aqui. e o meu processador como normal tava num frequencia de 3,000 rpm. E quando eu fiz um overclock de mais ou menos 30% do processador. diminuiu para 2.000 RPM. e o cooler começou a rodar mais devagar..
    Depois voltei para as configurações anteriores, e o Cooler começou a rodar mais rapido e os RPM voltaram para 3,000… Fiquei me perguntando. Será que o processador já tá como overclock em automático ? :P

  12. fcm em 26 jun, 2009

    Posso pedir licença para pertencer aos dois tipos de overclocker? hehe

    Inauguro a categoria "nitro", que é para testar o extremo esporadicamente, mas ainda beneficiando o custo-benefício, e mantendo bom consumo de energia, afinal a eficiência é o que importa(em meu caso reprogramei o CnQ e o mantenho ativo, sem ser agressivo à CPU e PWM e ainda assim como minha CPU normalmente fica em Idle, ela só "dispara" quando preciso).

    Acredito que dentre os overclockers, no Brasil a maioria concentra soluções de bom custo-benefício, chegando a um bom clock, mantendo temperaturas no limite(e consumo também) sem precisar investir um valor tão alto em um cooler, mas procurando às vezes outros mais baratos e também capazes, e também contando com muitas soluções para melhorias, como lapping, fazer pinmod para casos específicos, etc.

  13. Carvalhinho em 3 jul, 2009

    Excelente artigo e, como disse o colega "leodogremio", excelentes tb os comentários dos leitores. Acho q é por aí mesmo, o Morimoto manda informação pra gente e nos faz pensar em cima delas, mtas vezes os colegas relatando fatos do seu dia-a-dia q mto acrescentam aos textos. Parabéns a tds!

  14. axel em 4 jul, 2009

    muito bom essas matérias, pricipalmente para me que sou iniciante.

  15. Alberto em 17 jul, 2009

    É viavel almentar a frenquencia de um notbook, core 2 due da dell???

  16. staionof em 14 jan, 2010

    Pena que artigos como este sejam abandonados pelos leitores e não mais discutidos.
    Afinal, são assuntos inesgotáveis e permanentes e não passageiros.


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